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Sábado, 15 de Julho de 2017
JOÃO CARLOS JOSÉ MARTINELLI - COOPERATIVAS UNEM AS PESSOAS GERANDO RENDA E TRABALHO COM EQUIDADE SOCIAL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                          

Na busca de uma globalização mais humana, mostra-se necessário diminuir a distância entre as pessoas pobres e os benefícios gerados pelo processo de globalização, principalmente nos países em desenvolvimento.

E o cooperativismo, que se constitui num sistema de organização que prega a livre adesão de sócios, autonomia, cooperação e interesse pela comunidade, aparece como um dos instrumentos de maior eficácia à justiça social com equilíbrio.      

Ele surgiu em 1844, quando foi formada a primeira cooperativa formal na Inglaterra, reunido vinte e oito pioneiros que estabeleceram alguns princípios.        Baseando-se nos seus preceitos, podemos dizer que as são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas interessadas em utilizar seus serviços e dispostas e aceitar as responsabilidades da sociedade, sem discriminação social, racial, política, religiosa e sexual.

Da mesma forma são democráticas e controladas por seus associados, que contribuem igualmente e participam ativamente na fixação de políticas, nas tomadas de decisões e na administração do capital; são autônomas e de autoajuda, fornecendo educação e treinamento a seus integrantes, aos representantes eleitos e empregados, para que possam contribuir efetivamente no desenvolvimento dos grupos aos quais pertencem; servem seus associados mais efetivamente e fortalecem o movimento cooperativista, trabalhando juntas através de estruturas locais, regionais e internacionais, buscando o desenvolvimento sustentável de suas comunidades através de políticas aprovadas por seus membros.

         Na Europa, 45% da população participam de alguma cooperativa, enquanto nos EUA, esse percentual chega a 35%. As cooperativas de trabalho legitimamente constituídas geram trabalho e renda, criando mais de 300 mil postos no Brasil.

Assim, em homenagem ao Dia Internacional do Cooperativismo, 04 de julho, ressalta-se sua função em gerar renda e trabalho com equidade social, contrapondo-se à prática devastadora do mercado, objetivo que se alinha à satisfação das necessidades básicas dos seres humanos, constituindo-se em evidente instrumento de realização de direitos fundamentais e comprovando a sua capacidade em possibilitar uma globalização justa e solidária.

 

 

Também há uma data comemorativa aos homens

 

 

          Depois do Dia da Mulher, nada mais justo do que festejar também um dia para os homens. Quem nunca recebeu uma corrente em redes sociais  com a indicação de que a mulher tem um dia só para ela, mas os homens têm o resto do ano só para eles? Brincadeiras à parte, agora o sexo masculino tem uma data exclusiva, embora sua comemoração ainda seja bem discreta. O Dia Internacional do Homem é celebrado a 15 de julho e foi criado há quinze anos pelo ex-presidente russo Mikhail Gorbachev  com apoios da Organização das Nações Unidas em Viena. Os seus objetivos básicos são: promover modelos masculinos positivos, não apenas de estrelas do cinema ou esportes, mas de homens do dia-a-dia cujas vidas são decentes e honestas; comemorar as contribuições masculinas positivas para a sociedade, comunidade, família, casamento, guarda de crianças e meio-ambiente; concentrar sobre a saúde do homem e seu bem-estar social, emocional, físico e espiritual; destacar a discriminação profissional contra os homens nas áreas de serviços sociais, nas atitudes e expectativas sociais e no direito; melhorar as relações de gênero e promover a igualdade de gênero e criar um mundo melhor, onde as pessoas possam se sentir seguras e crescer para alcançar seu pleno potencial.

 

 

         BREVE REFLEXÃO

 

 

                “Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinhos. Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!” (Machado de Assis)

 

 

 

 

JOÃO CARLOS JOSÉ MARTINELLI é advogado, jornalista, escritor e professor universitário. É presidente da Academia Jundiaiense de Letras (martinelliadv@hotmail.com)



publicado por solpaz às 14:59
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