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Sexta-feira, 28 de Julho de 2017
PINHO DA SILVA - O SONETO QUE CORRE O MUNDO A FAVOR DA VIDA, EM SEIS IDIOMAS : ESCUTA, MINHA MÃE...

 

 

 

 

 

http://www.diariocatolico.com.br/2012/01/o-soneto-que-corre-o-mundo-favor-da.html

 

 

 

 


Autor do soneto: PINHO DA SILVA
 
 
 
 
 
 
 
 
 


"Não matarás!..."
Êxodo, 20-13
 


Posso não ser "menino", mas sou VIDA!
Sou VIDA que começa, por meu mal!
Tem piedade, tem, minha mãe querida,
não sejas assassina pré-natal!

Matar, a Deus pertence, minha mãe,
e eu não quero morrer!...Que mal te fiz?!...
Antes não ser gerado!...Antes, também,
não fosses tu gerada, ó infeliz!...

Escrito, e claro, está: NÃO MATARÁS",
e Moisés legislou acerca do aborto (*)
(se abrires a tua Bíblia, lá verás!);

esta "coisa", portanto, tal qual é,
PELO TEU QUERER, SERÀ TEU FILHO MORTO!!!
Minha mãe, minha mãe...tu não tens Fé!!!...

(*) Êxodo, 21-22,25


PINHO DA SILVA - Vila Nova de Gaia, Portugal
 
 
 

ESPANHOL
 

Versão em lingua espanhola, do Prof. Doutor ANTONIO PERPIÑÁ RODRIGUES, da Real Academia de Ciencias Morales Políticas, de Madrid.
 


ESCUCHA, MADRE MIA...
 


Puedo no ser "niño", más soy vida.
Soy vida que comienza, por mi mal...
Y ten piedad de mi, madre querida,
no seas asesina prenatal.

Matar incumbe a Dios, ese es Su assunto,
Yo no quiero morir. Qué mal te hice?
Por qué me concibiste?... Y aún pergunto:
por qué te concibieron?; oh, infelice!

Bien claro se escribió: NO MATARÁS!
Contra el aborto legisló Moisés
(Si abres tu Bíblia, alli lo leerás).

Sin, esta "cosa", tal como es,
POR TU CULPA, SERÁ TU HIJO MUERTO!!!
Madre, no tienes fé, eso es lo cierto.


PINHO DA SILVA
 
 


FRANCÊS
 

Versão em língua francesa, do Prof. Doutor René Ehrentrant.


ECOUTE, Ô MA MÉRE...


"Tu ne tueras pas"
Exode, 20 - 13


Il est possible que je ne sois pas un enfant, mas je suis vie!
Je suis une vie qui commence, pour mon malheur!
Aie pitié, aie pitié, ma mère cherie,
Ne sois pas mon assassin avant même que je naisse!

Tuer n'appartien qu'à Dieu, ma mère,
Et moi, je ne veux pas mourir!... Quel mal t'ai je fait'?!...
Il eût été préférable que je n'ais pas été procrée...
Il eût été préférable, aussi, que tu ne fusses point engendrée, ô malheureuse!...

Il est écrit, et c'est clair, " Tu ne tueras pas",
Et Moise a legiferé, clairement, sur l'avortement
(Si tu ouvres ta Bible, tu le verras!);

Et, cependant, "cette Chose" existe, telle qu'elle est:
C'EST PAR TA VOLONTÉ QUE TON FILS SERA MORT!!!
Ma mère, ô ma mère, tu n'as pas la Foi!...


PINHO DA SILVA
 


INGLÊS
 

Versão em lingua inglesa. (Original by Pinho da Silva). Translated from Portuguese into English by Isaura Correia Santos. Escritora, cidadã honorária do Texas, USA.
 


LISTEN MOTHER O'MINE
 


"You shall not kill"
Exodus, 20-13
 


I amn't really a child but I am life
beginning springing up and doomed do death!
Pity on me, mother o'mine, mother o'mine,
not commiting a pre-natal crime!

Only God has the right to take life away,
mother o'mine, mother o'mine,
and I don't want to be killed - why should I?!
I did you no wrong, not even telling you a lie!

How much I wish I had not been brought to life!-
-neither you either, being you no fragile...
It is clearly written " YOU SHALL NOT KILL"

and Moses decreeded about miscarrying a Child (*)
(that you will ses if you open you Bible)
this very ,thing, as it is absolutely like,

"As you decide, so will your sonnie die"!!!
Alas! -you arent a faithful Christ's child,
mother o'mine, mother o'mine!

(*) Exodus 21-22,25
 


PINHO DA SILVA
 


ALEMÃO
 

Versão em língua alemã,
 


Hore, MEINE MUTTER...
 


Ich darf kein Junge sein, aber ich bin LEBEN!
Ich bin LEBEN das anfangt, fur mein Ungluck!
Habe Erbarmen, meine liebe Muther,
Sei kein Morder vor der Geburt!

"Toten, das ateht Gott zu", meine Mutter,
Und ich mochte nicht sterben!...Was habe ich dir schlechtes getan?!...
Mochte nicht erzeugt sein!...Mochte auch,
Du warst nicht erzeugt worden, du Ungluckliche!...

Geschrieben und klar steht: " Nicht Toten",
Und Moses hat gesetz gegeben uber die Abtreibung
(Wenn du deine Bibel offnest, da wirst du sehen!);

Diese sache folglich, wie sie ist,
Nach deinem wunsch ware dein Sohn tot !!!
Meine Mutter, meine Mutter... Du hast keinen Glauben!...
 


PINHO DA SILVA
 


JAPONÊS
 

VERSÃO EM LÍNGUA JAPONESA:
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PINHO DA SILVA – (1915-1987) – Nasceu em Santa Marinha, Vila Nova de Gaia. Frequentou o Colégio da Formiga, Ermesinde, e a Escola de Belas Artes do Porto. Discípulo de Acácio Lino, Joaquim Lopes e do mestre Teixeira Lopes. Primo do escultor Francisco da Silva Gouveia. Vilaflorense adotivo, por deliberação da Câmara Municipal de Vila Flor.

Tem textos seus dispersos por várias publicações, entre elas: “O Comércio do Porto”, onde mantinha a coluna “ Apontamentos”, e no “Mundo Português”, do Rio de Janeiro, onde publicou as “ Crônicas Lusíadas”. Foi redator do “Jornal de Turismo”, membro da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, e secretário-geral da ACAP.
 
 
Do: " DIÁRIO CATÓLICO"  -  17 de Janeiro de 2012
 
 
 

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 Escutaminha mãe... Pinho da Silva   -  Versão em português, Versão em espanhol, Versão em inglês.
 
 
 
 
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29 de julho de 2017, data em que se comemora o aniversário de fundação da Campanha Nacional de Escolas Comunidade - CNEC. São 74 anos de existência com milhares de unidades criadas, de norte a sul do Brasil, onde alguns milhões de estudantes desprovidos de recursos financeiros tiveram a oportunidades de matriculas, de tantas unidades ainda funcionam mais de uma centena com cerca de 100.000 alunos. São as conhecidas escolas cenecistas. http://www.cnec.br/. E tudo começou pela liderança de um jovem estudante, natural da Cidade de Picuí (PB), recrutando a participação de companheiros estudantes da Faculdade de Direito, em Recife, com a criação do primeiro estabelecimento, o Ginásio Castro Alves. Eu tive a oportunidade de conhecer o Dr Felipe em 1959/60, quando me tornei aluno do Colégio França Júnior, na Penha (Rio de Janeiro), passando a acompanha-lo em suas andanças até o final de sua vida. Faleceu, em Brasília, em 21 de abril de 1996, após 53 anos de trabalho dedicados intensamente à instituição.

Para homenagear a data, recorro mais uma vez ao Livro “História da CNEC”, escrito pelo fundador da instituição – FELIPE TIAGO GOMES – trazendo-lhes a narrativa das inúmeras dificuldades enfrentadas no transcurso de sua fundação.

 

 

PRIMEIRA VIAGEM AO RIO

 

Entravamos no ano de 1945, cheios de esperanças no funcionamento oficial do Ginásio Castro Alves. Os líderes do movimento desconheciam as grandes dificuldades à instalação de um Ginásio. A Lei Orgânica do Ensino Secundário, as exigências da D. E. S., a burocracia a vencer, tudo isto era um mundo desconhecido àqueles que não davam importância à palavra impossível. Como vir ao Rio, se eles não dispunham de recursos para a aquisição de passagens aéreas ou de navio ?

Por via fluvial e terrestre, era uma viagem penosa, com o aproveitamento dos velhos navios do Rio São Francisco. Levava a viagem mais de um mês, somente a vinda. Estávamos em plena guerra. Os navios, poucos, andavam superlotados. Resolvemos procurar apoio do Correio Aéreo Nacional. Durante dias ficamos rondando a residência do Brigadeiro Eduardo Gomes, na época, Comandante da Zona Aérea do Nordeste, com sede no Recife.

  1. Exa. Recebeu-nos com a sua característica simplicidade, atendendo-nos. Quem deveria vir ao Rio ? Todos queriam, menos um: eu Alegava uma porção de coisas: falta de dinheiro, de roupa e a condição do emprego na Casa do Estudante. Mas, hoje, passados esses anos, posso confessar: era o medo de andar de avião ...

 

Depois de várias visitas ao Comandante da Base, no Ibura, foi marcada a viagem ao Rio num avião da FAB. Saímos do Recife, no início de fevereiro, com pouco dinheiro, sem saber onde iríamos ficar.

Estávamos confiantes nas cartas de recomendação que trazíamos, inclusive numa do Dr. Jarbas Maranhão, para Dna. Darcy Vargas. Durante o trajeto soubemos que, junto à estação da Central do Brasil, estavam localizados os hotéis mais baratos.

 

Recordo-me como se fosse hoje: ao chamar um taxi no Aeroporto Santos Dumont, o motorista cobrou Cr$ 15,00 para levar-nos à Central do Brasil. Eu lhe retruquei: “se quiser R$10,00, iremos; caso contrário, pegaremos outro, pois é a quantia que estou acostumado a pagar aqui ... “

Com essa conversa o motorista levou-nos com malas e tudo, por Cr$ 10,00, ao Hotel Dom Pedro II.

 

Pagávamos pouco pela hospedagem. Eu que trouxera somente Cr$. 500,00, sentia que o dinheiro estava, depois de uma semana, sumindo ...

Genivaldo Vanderley e Juarez Gomes Lopes, um pouco mais, mas não aguentavam maiores despesas. Resolvemos pegar outro hotel pelo telefone, isto porque o gerente do que nos hospedava não aceitava nossa explicação de que o Ministério da Educação e Saúde pagaria as nossas despesas. Não sabíamos então quais os luxuosos. Fomos à lista telefônica e fizemos as ligações para ... o Copacabana Palace e outros, inocentemente.

Pedíamos hospedagem para três estudantes. A portaria do hotel afirmava sempre que não “não havia vagas”. Afinal a gerência do Hotel Central, na Praia do Flamengo (hoje demolido para construção de prédio de apartamentos), resolveu aceitar-nos. Pagamos as contas e fomos gozar as delícias do clima de praia, à diária completa de Cr$. 90,00, num hotel de 1ª classe ! Do restaurante observamos a beleza do Pão de Açúcar e as maravilhas da Praia da Urca que se deitava mansamente aos pés do Gigante de Pedra.

Depois do jantar. Fomos comentar a nossa situação: estávamos otimamente instalados, mas quase sem recursos. Eu, com apenas Cr$. 270,00 e os outros dois, com finanças um pouco melhoradas. Enfim, alguém, não nós, teria de pagar a hospedagem: a Prefeitura, o Ministério da Educação ou a L. B. A. Durante a 1ª semana no Hotel Central, embebecidos com aquele mundo novo, em que os pratos eram apresentados no cardápio com nomes estrangeiros, passamos por uma porção de vexames. Pedíamos à vontade. Qualquer prato estava bom. Íamos seguindo o cardápio. O pior, para mim, aconteceu na primeira noite: ao voltar, deparei-me com um problema sério: como entrar ? A porta era tipo giratória. Eu nunca havia entrado por uma porta assim. Fiquei esperando que outro hóspede entrasse para ver como resolveria o problema. Disfarçando as apreensões, esperei que alguém entrasse e pudesse seguir-lhe. Estava fora do meu ambiente, o que me trouxe uma porção de dificuldades.

Reservamos a semana para contatos e visitas. Pegar bonde errado acontecia quase que diariamente. Subir em elevadores era para nós novidade e até divertimento mesmo.

A visita ao jornalista Fernando Tude de Souza, Diretor da Rádio Ministério da Educação, não foi melhor por causa do elevador que era (e ainda é) automático. Ao entrar no mesmo afobei-me e o levei a ficar parado entre um andar e outro. Depois de bater desesperadamente e tocar os botões, ele desceu. Uma pessoa abriu a porta e subiu. Eu preferi subir pela escada ....

 

No primeiro sábado chegou-nos a conta. Não tínhamos dinheiro para pagar. Fui designado para “conversar” com o gerente: estávamos ali lutando por um nobre ideal; fulano e sicrano estavam-nos apoiando. Ficasse certo de que na semana vindoura lhe pagaríamos as contas. Disse-lhe também que já tínhamos sido recebidos pela Poetisa Amélia Carneiro de Mendonça, Presidente da Casa do Estudante do Brasil, com um almoço. Ela achava que encontraríamos o apoio que procurávamos. Tudo, porem, sabíamos, não corria bem: no MÊS, D. Lúcia Magalhães desiludiu-nos. – Não possuíamos condições para o reconhecimento do Ginásio Castro Alves. O Prefeito alegou não ter meios para o pagamento das nossas diárias.

 

O 2° sábado chegou, com a segunda cobrança ameaçadora, Procurei o Gerente. Falei-lhe vários minutos para convencê-lo de que o Hotel estava colaborando num notável empreendimento. Que ele estivesse confiante. Mostrei-lhe a carta endereçada a D. Darcy Vargas. Permitiu bondosamente que ficássemos, mas somente por aquela semana. Aflitos, procuramos D. Darcy, que telefonou imediatamente para o Gabinete do Ministro Gustavo Capanema.  O João Neder, Oficial de Gabinete, atendeu. Notamos que D. Darcy repetiu uma ou duas vezes: “aqui fala Darcy Vargas, da L. B. A.” Sei que ao chegarmos no salão de espera, onde, durante quase todo o mês de fevereiro de 1945, havíamos ficado sentados, o dia todo, sem que alguém se apercebesse de nossa presença, e onde a nossa única diversão, para passar o tempo, era olhar os quadros de Portinari, coisa que pouco entendíamos, esquecidos, sem que nem mesmo o Chefe de Gabinete, Carlos Drumond de Andrade, nos recebesse, fomos imediatamente atendidos pelo Dr. João Neder. Ele nos perguntou ansiosamente se D. Darcy não havia se zangado na hora do telefonema. Afirmamos que não notáramos nada. “Pois é, disse ele, eu pensava que era ... e brinquei na linha ... “  Se, para João Neder, havia alguma complicação, para nós estava ficando tudo azul. Éramos possuidores de um cartão do Chefe de Gabinete do Ministro da Educação ao Gerente do Hotel Central, responsabilizando-se pelo pagamento das nossas dívidas. A nossa luta, agora, era desviada para outro fim: o da obtenção de vagas nos aviões militares para voltarmos ao Recife. Nossas caminhadas eram constantes à Ponta do Calabouço. Os oficiais informavam que não havia vagas tão cedo. E o Ministério da Educação responsabilizara-se pela hospedagem apenas até o dia 25 de fevereiro. Se, até essa data, eu e o Genivaldo não viajássemos, ficaríamos na rua, o Juarez tinha parentes no Rio. Podia arrumar-se. E nós ?

 

Resolvemos procurar o Chefe de Gabinete Salgado Filho, Cel. Henrique Fleuss, na sua residência na Tijuca. Disseram-nos que ele morava numa rua daquele bairro. O informante não sabia número. Nem .. nós! Pegamos um bonde. Saltamos, por uma feliz coincidência, perto da casa do homem que resolveria o nosso problema.  Argumentou que era difícil. Pedimos-lhe que nos levasse de qualquer maneira.  Estávamos sem dinheiro e ameaçados de despejo. Ele, no dia seguinte, autorizava nossa viagem para o dia 2 de março. E agora, dizíamos, como vamos enfrentar a situação ? Fizemos os cálculos: refeição no “China” a Cr$ 2,50; dormida ... bem, a dormida podíamos variar entre os trens da Central e as hospedarias.  ... Fomos para o Hotel Central e contamos ao Gerente, mais uma vez, a nossa situação.

Não queríamos tapeá-lo. Íamos sair. Ele tinha sido para nós tão bom ... Estávamos ali para agradecer-lhe e pedir desculpas pelos aborrecimentos que por ventura havíamos proporcionado à gerência.

Eu e o Genivaldo ficaríamos pelas ruas. O Juarez ia para a casa de um parente.

O gerente, um bom suíço, comoveu-se. Disse-nos: “Não saiam. Fiquem por conta do hotel até o dia 1º de março ! Demos pulos de alegria. E já um pouco ambientados na cidade, passamos a mergulhar nas águas da Praia do Flamengo, fazer visitas a jornais, etc. O Globo, na edição do dia 27/2/45, noticiava as atividades da Comissão, no Rio, chamando-nos de “Os Três Mosqueteiros”.

Reporter: Nahum Sirotsky..

(Do Livro História da CNEC)

 

 

 ***

 

 

Homenageando HAYA DE LA TORRE, UM PERUANO QUE INFLUENCIOU UM BRASILEIRO PARA A CRIAÇÃO DE UMA DAS MAIORES OBRAS DA EDUCAÇÃO NO BRASIL A “CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE”

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FALANDO DA HISTÓRIA DA CNEC

CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE

CRIADA EM 29 DE JULHO DE 1943

74 ANOS DE EXISTÊNCIA

                      HAYA DE LA TORRE – O INSPIRADOR

       
 

   
   

     

 

 

 

 

 

 

 

FELIPE TIAGO GOMES – O INSPIRADO

“ ...Dentre elas, O Drama da América Latina, do escritor John Gunther, onde é retratada uma experiência de Haya de La Torre para a alfabetização de índios no Peru.

Essa obra o influenciou e o despertou para a criação de uma instituição que visasse assegurar o direito de estudar aos milhares de jovens pobres. E, assim, em 29 de julho de 1943, foi criada a Campanha do Ginasiano Pobre (CGP), com a criação do Ginásio Castro Alves.””.

 Do Livro “O DRAMA DA AMÉRICA LATINA”, de John Gunther, Felipe Tiago Gomes, influenciado pela experiência de Haya de La Torre (Peruano), criou a Campanha do Ginasiano Pobre

Descrição: Descrição: C:\Users\Ajccunha\Pictures\2017-07-28 Haya de La Torre - Autógrafo\Haya de La Torre - Autógrafo 001.jpg

Autógrafo de Haya de La Torre, no Livro História da CNEG – Campanha Nacional de Educandários Gratuitos, hoje, Campanha Nacional de Escolas da Comunidade.

HISTÓRIA DA CNEG

Por Felipe Tiago Gomes  -  Volume I

 É necessário que os milhares de jovens alunos cenegistas conheçam como surgiu a CAMPANHA NACIONAL DE EDUCANDÁRIOS GRATUITOS. As suas lutas, os sacrifícios dos seus fundadores e a abnegação dos seus dirigentes, tudo isto deve constituir-se em motivo de orgulho para os moços que frequentam as nossas escolas.

É preciso ainda que o ânimo de combatividade daqueles dias não decaia ao nível das coisas comuns, das acomodações fáceis. O nosso passado de lutas e de vitórias não pode ser substituído pela rotina tão cômoda aos indivíduos de índole contrária a aventuras. Não podemos também aderir ao regime de conveniências prejudiciais a esse mesmo passado, embora tenhamos de buscar a atualização de métodos de ação senão quisermos ficar superados pela técnica moderna. Espero que a minha contribuição à “HISTÓRIA DA CNEG” seja encarada pelos leitores como uma narração despretensiosa. Não tive intuitos de escrever um grande livro, ou mesmo um pequeno livro: quis apenas narrar fatos, muitos dos quais são inteiramente ligados à minha pessoa. Daí o personalismo que aparece frequentemente nestas páginas que formam um capítulo da própria história educacional do País.

 Rio de Janeiro, Janeiro de 1962

Felipe Tiago Gomes

 

 

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***

 
 
 


publicado por solpaz às 13:48
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