PAZ - Blogue luso-brasileiro
Sábado, 20 de Outubro de 2018
JOÃO CARLOS JOSÉ MARTINELLI - 27 DE OUTUBRO. MAIS ORAÇÕES, MENOS LUTAS, CONFLITOS E AGRESSÕES.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

        

Papa João Paulo II organizou o primeiro Dia Mundial de Oração pela Paz em Assis na Itália em 27 de outubro de 1986 e a partir de então essa data se caracterizou como de preces para que o mundo viva pacificamente e se paralisem conflitos e guerras. A celebração tem uma concepção ecumênica, reunindo elementos de diferentes raças, culturas e tradições religiosas para rezarem em conjunto e compartilharem esperanças de dias melhores.

Já se disse que a oração é a comunicação e o fruto consciente do relacionamento com Deus durante a qual alguém louva, agradece, intercede pela vida de outro, pede bênçãos a ele ou a terceiros. Através dela se desfruta da presença do Criador, a quem é dirigida, podendo se efetivar de vários modos, em voz alta, falada, em canção ou em silêncio. Por isso que se afirma que orar é um ato ou um gesto de fé, passado de geração a geração.

         Façamos um convite a nós mesmos: inspirados por esta  comemoração também nos silenciemos por alguns instantes e oremos. Por meio de rezas poderemos compreender que a palavra divina é a que ensina, reconforta e traz esperança, revelando-se nas mais diversas formas, tais como um sorriso infantil, a emoção de uma descoberta, um instante de reflexão, os gestos comuns, a liberdade, a luta por igualdade, o respeito ao próximo e principalmente, a partilha.

A maioria das pessoas tem consciência desses atributos, mas por comodidade e apego material, adapta os ensinamentos religiosos aos próprios interesses. Interpretam-nos de acordo com tudo que lhes convém, modificando a essência clara e extremamente nítida dos princípios e pregações. Pratica uma auto religião, simula atos caridosos e tenta enigmaticamente esconder-se do remorso que a persegue. É por isso que o mundo se encontra moralmente tão instável e frágil, no qual o predomínio de uma cultura consumista, obediente a ditames exclusivamente econômicos, vem sufocando a espiritualidade e esfriando a convivência humana.

Rezemos para que o mundo seja mais fraterno e solidário, para que se evitem guerras e confrontos até de natureza religiosa e para conseguirmos manter uma postura digna diante dos percalços da vida. George S. Patton afirmou: “Aqueles que rezam fazem mais pelo mundo que aqueles que lutam; e se o mundo vai de mal a pior, é porque existem mais batalhas do que orações”.  Aliás, Dom Paulo Evaristo Arns disse, com muita prioridade: “O nome de Deus é justiça e a finalidade da convivência humana é a paz duradoura”.

 

 

 DIA DA DEMOCRACIA

 

 

Comemora-se a 25 de outubro, o Dia da Democracia. Resultado da própria concepção grega, ainda que em não em sua abrangência absoluta, ela pressupõe igualdade, ou seja, as leis devem valer igualmente para os cidadãos em geral, impossibilitando-se alguém de obter privilégio diante das mesmas. Assim, revela-se num sinônimo de isonomia, ou seja, todos indistintamente são iguais no exercício das aspirações civis, políticas, econômicas, sociais e culturais. Requer o acesso da população integralmente, em idênticas condições, aos direitos fundamentais básicos.

 

 

SEGUNDO TURNO

 

 

Hoje o significado maior da política traduz compromisso com os apelos de caráter social e exige a cobrança da ética e esta, não contempla apenas resultados, mas princípios. Faz grande sucesso na Europa um livro de autoria do inglês John B. Thompson, “O Escândalo Político”. A tese nuclear da obra é que com o fim das ideologias ganha vigência a noção de que o governante deve à sociedade uma reputação acima de qualquer suspeita. Pelo menos em dois pontos: competência profissional e integridade pessoal.

 

        

BREVE REFLEXÃO

 

 

Celebra-se a 25 de outubro o Dia Internacional Contra a Exploração da Mulher. “AS MULHRES DEVEM FAZER PARTE, NÃO ESTAR À PARTE” (Z. Almabert)

 

 

JOÃO CARLOS JOSÉ MARTINELLI é advogado, jornalista, escritor e professor universitário. É presidente da Academia Jundiaiense de Letras (martinelliadv@hotmail.com)



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ARMANDO ALEXANDRE DOS SANTOS - DE QUATRO EM QUATRO ANOS...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Aproximam-se as eleições presidenciais, ritual máximo das repúblicas e, ao mesmo tempo, sua maior fraqueza.  Queira-se ou não se queira, as eleições para a mais alta magistratura da nação abrem, inevitavelmente, feridas profundas que um quatriênio não basta para cicatrizar. A unidade - bem supremo e objetivo fundamental de toda sociedade, segundo Aristóteles e São Tomás de Aquino - dificilmente pode ser alcançada de modo estável em regime republicano. Essa a minha convicção, que sustentei em livro de 400 páginas publicado em 1993 e agora relançado em nova edição: “Parlamentarismo, sim, mas à brasileira: com Monarca e com Poder Moderador eficaz e paternal”.

 

Reproduzo a seguir, na coluna de hoje, alguns versinhos que “perpetrei” há quase 30 anos, quando ainda nutria veleidades poéticas. Permanecem atuais os versos, não as veleidades poéticas...

 

O dia já está chegando

Da escolha do presidente,

Quem presta atenção já sente

Que o clima vai esquentando.

Vem disputa pelo mando,

Nesse tempo de eleição,

Brigaria e discussão

No horário eleitoral,

Demagogia em jornal,

Em rádio e televisão.

 

Paredes bem “enfeitadas”,

Com retratos sorridentes

Dos diversos pretendentes;

Postes, muros e calçadas

Com propagandas pichadas

Em confusão infernal...

Ninguém sabe, no total,

Qual será o personagem

Que afinal terá vantagem

No páreo presidencial.

 

De quatro em quatro anos

Se repete a mesma história:

Sempre um leva a vitória

E depois traz desenganos.

Militares ou paisanos,

Em discursos doutorais

Se apresentam como "os tais",

Mas todos sabem fingir:

Brigam antes de subir,

Quando sobem são iguais...

 

Passo agora a outro assunto. Enviei no último dia 24 de agosto mensagem à Câmara Municipal de São Pedro, nos seguintes termos: “Venho cumprimentar a Câmara Municipal de São Pedro pela aprovação, por esmagadora maioria, da Moção de Repúdio 19/2018, graças à oportuna iniciativa dos nobres vereadores Adilson de Jesus, Albino Antunes, Carlos Eduardo Oliveira, Cássio Capellari, Elias Candeias, Gilberto Vieira e Roberson Pedrosa. Não cabe ao STF chamar a si funções legislativas que não lhe competem, sobretudo em matéria de tanta gravidade que afronta a consciência e o sentimento da imensa maioria da população brasileira, que repudia o aborto, crime cruel contra a vida de seres inocentes que não têm a menor possibilidade de defesa. Sem dúvida, a mulher é dona do próprio corpo, mas não é dona do corpo do ser humano que carrega em seu ventre.”

 

 

 

 

 ARMANDO ALEXANDRE DOS SANTOS, é historiador e jornalista profissional, membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e da Academia Portuguesa da História e da Academia Piracicabana de Letras.

 

 



publicado por Luso-brasileiro às 18:46
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CINTHYA NUNES VIEIRA DA SILVA - TENTANDO DORMIR

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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            Em geral não sou uma pessoa mal-humorada. Ao menos não é assim que me vejo ou que o costumo ouvir sobre mim. Desde sempre, no entanto, há situações que me deixam muito rabugenta e brava. Não dormir o suficiente, com certeza, é uma delas. Não é como se eu precisasse dormir muito. Bastam seis a sete horas, mas preciso dormir bem, o que, nos últimos dias, tem sido difícil.

            Nessa semana, por exemplo, tive um raríssimo momento de poder voltar para casa e almoçar. Como eu tinha, excepcionalmente, uma hora antes de sair para outro compromisso de trabalho, não hesitei em planejar uma soneca. Sempre fui fã de dormir depois do almoço e quando criança esse era um compromisso diário com meu bem-estar.

            A gente cresce, bem como crescem nossas preocupações e problemas. A vida de adulta não deixou muito espaço para siesta, lamentavelmente. Naquele dia, pleno meio de semana e eu diante de uma oportunidade imperdível. Deitei na cama mesmo, nem arriscando o sofá. Fechei as janelas para diminuir a luminosidade e me cobri, aproveitando o ventinho que viera depois de uma chuva leve.

            Em poucos minutos eu estava nos braços de Morpheus e de fato achei que estava no Céu, pois comecei a ouvir uma música alta que dizia algo como “Nos braços de Jesus eu encontro meu lugar”. Eis que de repente eu escuto “olha aí minha senhora, o carro do ovo está passando na sua rua” e acordei sem entender exatamente o que colocava Jesus e trinta ovos por dez reais no mesmo contexto.

            O bendito carro dos ovos intercalava seu anúncio comercial com música gospel, tudo no mais alto som possível. Resolveu passar exatamente na rua de casa, sem pressa de ir embora. Tudo estava irremediavelmente perdido: meu tempo se esgotou e acordei, sem ter dormido de verdade, com uma imensa dor de cabeça.

            Hoje mesmo, dia em que escrevo esse texto, estou com o pensamento fixo em dormir, ou melhor, em não conseguir dormir. Às quintas-feiras, embora eu trabalhe o dia todo, começo a dar aulas somente às 10h. Assim, posso dormir até as 8h. Poder, contudo, não é sempre sinônimo de conseguir.

            Por motivos que são estranhos a minha compreensão, todos os duzentos mil cães (talvez sejam só seis) da minha rua de um quarteirão, resolveram latir misteriosamente, juntos, às 6h45. Como uma sinfonia desordenada, alternavam ganidos com uivos e latidos. Fui ingênua a ponto de acreditar que seria algo passageiro, mas a coisa toda durou cerca de uma hora, período no qual persisti no meu intento de dormir, mas tudo que consegui foi apenas uma espécie de ressaca e um humor que nem de longe era bom.

            Achei que tudo isso era apenas uma onda de má sorte e que em breve eu poderia, por fim, descansar de forma apropriada, mas uma vez mais o Universo não estava conspirando ao meu favor. Pensei que seria possível compensar o estrago canino da manhã e cancelei um compromisso para poder descansar um pouco.

Ajeitei-me no sofá e fechei os olhos, cheia de esperança. Por alguns minutos achei que sairia vitoriosa, mas assim que notei que bigodes felinos roçavam meu rosto e que patinhas escalavam minhas costas, descobri que só me restava levantar e esperar por dias ou noites melhores.

            Mas o fim de semana vem vindo aí e não há nada que um protetor auricular e uma porta fechada não resolvam. Nem mesmo os ovos bentos irão me impedir de me entregar aos prazeres de uma boa dormida. Caso contrário, só mesmo Jesus poderá me fazer dar conta de escrever o texto da próxima semana...

 

 

 

CINTHYA NUNES VIEIRA DA SILVA - Advogada,professora universitária, membro da Academia Linense de Letras e escritora.  São Paulo.

cinthyanvs@gmail.com



publicado por Luso-brasileiro às 18:42
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MARIA CRISTINA CASTILHO DE ANDRADE - VIVÊNCIAS DO TEMPO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Vivências do tempo em sincronia ou não, mas o coração em concordância sempre.
Um dia desses, lamentava sobre a falta de minutos a mais numa conversa. Uma amiga me disse sobre a identidade de afeto, de pensamento, mas que a sincronia do tempo diverge, inúmeras vezes, devido às ocupações de cada um. E é verdade mesmo.
Veio-me um acontecimento do Natal de 1979. Naquela época, além de dar aula, trabalhava no Posto Cultural do MOBRAL. Sr. Sebastião Maia, de saudosa memória, que, em 1978, promovera a primeira exposição de presépios em nossa cidade, pediu-nos que realizássemos a segunda exposição. Com a aquiescência da então presidente, a Profa. Maria de Lourdes Torres Potenza, assumimos a tarefa, bastante trabalhosa, mas encantadora. A inesquecível escritora Olga Mathion esteve em visita aos presépios, logo após o dia 25 de dezembro. Desculpei-me por não ter lhe respondido, naquele ano, um cartão de boas festas. Ela me respondeu que entendia minha falta de tempo e que o evento era uma mensagem de “boas festas” a todos que o visitavam.
Em outra oportunidade, li uma carta do escritor José Mauro de Vasconcelos (1920-1984), em que ele dizia lamentar não conseguir se corresponder mais com seus leitores, pois o tempo lhe escorria pelos dedos.
Como escreveu Mário Quintana em seu poema O Tempo: “A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa./ Quando se vê, já são seis horas!/ Quando se vê, já é sexta-feira!/ Quando se vê, já é natal…/ Quando se vê, já terminou o ano...”
Penso que a identidade de ternura e gratidão independem da sincronia do tempo. Cada um tem as ocupações de sua vida que lhe impedem de estar mais com as pessoas que moram nos recônditos de sua alma. Não é descaso. Sobreviver não é fácil, faz-se de luta diária. É preciso, no entanto, franqueza, compreensão e preces por aqueles com quem desejamos partilhar as horas, mas o cotidiano impede.
 
 

 

 

MARIA CRISTINA CASTILHO DE ANDRADE -

 Professora e cronista. Coordenadora diocesana da Pastoral da Mulher – Santa Maria Madalena/ Magdala. Jundiaí, Brasil


 
 



publicado por Luso-brasileiro às 18:37
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VALQUÍRIA GESQUI MALAGOLI - UM SIMPLES SORRISO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Artimanha da mente seletiva, guardo poucas lembranças da infância.

Recordo-me vastamente, porém, da infância dos meus filhos.

Lembro-me de cada sorriso e de como cada um era amplo.

            Mesmo entre lágrimas, quando a hora era para chorar, lá vinha um esboçar-se.

            Engraçada (não para rir) é a maneira como as coisas vão tomando rumo.

            Curiosamente cruel é a forma com que o que antes era natural, passando-se o tempo, passa a ser impositivo.

            Sorriso imposto é simples?

            Alguém me disse que meus poemas são profundamente tristes. São?

            Ou esses alguéns (haja vista não ter sido comentário exclusivo) veem, de alguma forma, nas palavras de outro, no caso eu, sua própria tristeza refletida?

            Não será tão profundo quanto uma porção de versos o poço em que se depositam, consciente ou inconscientemente, os próprios íntimos motes, por sua vez, não versificados?

            Será a tristeza – do outro – rimada, metrificada, cuspida e escarrada, mais triste do que a minha?

            Isto posto, não podem as estrofes que vaticinam a morte serem, ao contrário, uma apologia à vida tal qual à sua urgência?

            Enfim, dada a forma como, agora, o ato de sorrir é exigido, sob o pretexto de que na ausência dele tudo é amargura, eu quase choro.

            Quase.

            Ainda bem que existe o quase!

            Mas, ainda que eu não me afogue em lágrimas, estigmatizada por ser ou pretender ser poeta, lá vou eu junto ao que resta de mim dia após dia, bater no peito: mea culpa... mea culpa...

            Quem mandou dar voz à primeira inspiração?

            Talvez, para não me assistirem assim tão supostamente triste, meus avaliadores preferissem que eu tivesse prendido o ar na garganta, e impedido que novos ares por ali corressem.

            Ficaria melhor eu, morta, quieta, ao invés de, muitíssimo viva, ser-lhes arauto de algo assaz, quem sabe, lógico?

            Tão certa quanto a vida é a morte. Eu não a inventei.

            Meus filhos, assim como os filhos seus querem, não – precisam! ver-nos alegres.

            Alegres? Nem tanto.

            Eles precisam que estejamos sempre a sorrir.

            O importante é a aparência.

            Quem se importa ou atenta a tudo que acontece além das linhas dum sorriso de orelha a orelha?

As aparências têm estatura bastante para autenticar até um riso besta.

Quem duvidaria dum bem arquitetado?

 

 

 

 

 

Valquíria Gesqui Malagoli, escritora e poetisa, vmalagoli@uol.com.br

 



publicado por Luso-brasileiro às 18:29
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PAULO R. LABEGALINI - AS TRÊS ÁRVORES

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Conta uma lenda que no alto de uma montanha existiam três pequenas árvores que sonhavam em ser importantes depois de grandes, tipo: um baú cheio de tesouros, ou parte de um navio real, ou uma linda mesa de um palácio etc. Todas estavam ansiosas em ser transformadas naquilo que desejavam, mas os lenhadores não sabiam disso.

A primeira árvore foi cortada e dela foi feito um cocho de animais coberto de feno. Quando as outras duas souberam, ficaram decepcionadas e passavam os dias imaginando o quanto a ‘amiga’ deveria estar sofrendo por não ter quase nenhuma utilidade. Porém, numa noite cheia de estrelas e muitas bênçãos em Belém, uma Virgem colocou o seu Filho recém-nascido naquele cocho e, naquele momento, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.

A segunda árvore, a maior de todas, virou um simples barco de pescadores e vivia cheia de peixes mal cheirosos. Pensando que o seu sonho nunca se realizaria, vivia triste e desolada até que, durante uma tempestade, quando os pescadores que estavam naquela embarcação temiam por suas vidas, um Homem chegou andando sobre o mar e disse: “Paz!” De repente, a árvore entendeu que estava carregando o Rei dos céus e da terra.

Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore se espantou quando foi cortada e transformada numa cruz de martírio. Sentiu-se horrível e cruel, mas, no domingo, o mundo todo se alegrou. A árvore entendeu que ela fez parte da salvação da humanidade e que as pessoas sempre se lembrariam do Filho de Deus ao olharem para ela.

Assim, três pequenas árvores tiveram alguns sonhos, mas suas realizações foram mil vezes melhores do que haviam imaginado – porque prevaleceu o plano que Deus havia traçado para cada uma delas. Da mesma forma, nossas vidas podem não depender apenas de nossas escolhas e decisões pessoais. Se soubermos confiar na generosidade de Maria Santíssima e na misericórdia de seu Filho, sempre seremos surpreendidos por Eles – que sabem o que é melhor para cada um de nós e o que realmente merecemos receber.

Uma das músicas católicas que retratam bem qual deveria ser o nosso espírito cristão no dia-a-dia, é aquela que diz: ‘Eu confio em Nosso Senhor, com fé, esperança e amor.’ Quem se fortalece nessa confiança através da oração do terço e da Eucaristia diária, tem mais força para superar os problemas e encontra mais facilmente o caminho para o céu.

Muitas vezes, Jesus nos mostra que as nossas vidas são como castelos de areia neste mundo de pecados; de repente, vem uma onda forte e desmorona tudo o que materialmente construímos, mas o reino espiritual – dentro de nós – permanece. Nessa hora, sabemos quem realmente confia na providência de Deus para sair da crise existencial com dignidade cristã.

Depois de chorar um pouco – o que é normal após um tombo –, o católico que se fortaleceu na fé, segura nas mãos de Nossa Senhora e age como uma criança ao ver o seu castelo desmoronado: começa a construí-lo num lugar mais sólido, onde as ondas não poderão atingi-lo. E, em pouco tempo, haverá um grande sorriso no ar – abençoado pela querida Mãe que sempre protege seus filhos muito amados.

As experiências vividas devem suscitar em nós um dinamismo novo, que nos leve a investir em iniciativas concretas aquele entusiasmo que sentimos. O próprio Jesus nos adverte: ‘Quem, depois de deitar a mão ao arado, olha para trás, não é apto para o Reino de Deus’ (Lc 9,62). Na causa do Reino, não há tempo para olhar para trás, menos ainda para dar-se à preguiça. Há muito trabalho à nossa espera; por isso, devemos pôr mãos a uma eficaz programação pastoral.

Portanto, sem olhar para trás, mesmo rezando e confiando na vontade de Deus, devemos pedir para sermos transformados em ‘grandes árvores de espiritualidade cristã’. Enquanto isso, sigamos trabalhando com a Igreja para salvar almas, porque o resto é quase sempre um castelo de areia sujeito a se desmoronar pelo peso do pecado.

 

 

 

 

 

PAULO ROBERTO LABEGALINI Escritor católico. Vicentino de Itajubá - Minas Gerais - Brasil. Professor Doutor do Instituto Federal Sul de Minas - Pouso Alegre.‘Autor do livro ‘Mensagens Infantis Educativas’ – Editora Cleofas.

 



publicado por Luso-brasileiro às 18:25
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FELIPE AQUINO - DIA DOS PROFESSORES: :" DÁ-ME UMA SALA DE AULA E MUDAREI O MUNDO !"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A nobre missão de educar um ser humano

 

 

O transcurso do Dia do Professor (a), em 15 de outubro, é uma oportunidade para saudá-lo, agradecer pelo trabalho dedicado aos nossos jovens; e de oferecer-lhe uma reflexão sobre esta nobre missão. Eu me incluo entre eles porque há mais de 40 anos exerço o magistério.

Não há dúvida de que no rol das profissões, a de professor sempre se destacou pelo fato de trabalhar diretamente com a mais nobre realidade do mundo: o coração, a inteligência e alma do ser humano. Nada é mais importante do que o homem e a mulher. Santo Irineu já dizia no século II que “o homem é a glória de Deus”; é claro que falava do ser humano, não apenas do masculino. A missão do professor, mais do que ensinar, é educar.

É nobre e necessário dominar o aço e os microorganismos, ouvir as galáxias e o cosmo, construir casas e computadores, mas muito mais nobre ainda é formar o homem, senhor de tudo isso. Os sábios gregos já diziam: “dá-me uma sala de aula e mudarei o mundo!”.

 

 

 

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Leia também: A nobre missão dos professores

Professor que nunca havia reprovado um só aluno

A graça do trabalho

 

 

Ghandi dizia que “a verdadeira educação consiste em pôr a descoberto o melhor de uma pessoa”. É como fazia Michelangelo com a pedra. Certo dia, ele viu um bloco de mármore e disse a seus alunos: “Aí dentro há um anjo, vamos colocá-lo para fora!”. Depois de algum tempo, com o seu gênio de escultor, um anjo surgiu da pedra. Então os discípulos lhe perguntaram como tinha conseguido aquela proeza. Ele respondeu: “O anjo já estava aí, apenas tirei os excessos que estavam sobrando”. Educar é isso, é ir com paciência e perícia, sabedoria e bondade, retirando os maus hábitos e descobrindo as virtudes, até que o “anjo” apareça em cada aluno.

O grande educador francês Michel Quoist dizia “que não é para si que os homens educam os seus filhos, mas para os outros e para Deus. Educar é colaborar com Deus”. O jovem e frágil aluno de hoje será o condutor da nação amanhã; o que for semeado hoje no seu coração, na sua mente e no seu espírito, será colhido amanhã pela sociedade. Daí a grande tarefa e enorme responsabilidade do professor, em qualquer nível. Já esqueci os nomes de muitas pessoas ilustres que passaram em minha vida, mas nunca esqueci os nomes das quatro primeiras professoras do curso primário.

O que o aluno espera de um professor? O que os pais e a nação esperam de nós? Em primeiro lugar, que sejamos honestos, honrados e capacitados, exigências mínimas de quem carrega o título de mestre. Sabemos que o homem moderno está cansado de discursos. Quer ver bons exemplos, a começar do professor. O mestre romano Sêneca dizia que “de nada vale ensinar-lhes o que é a linha reta, se não lhes ensinarmos o que é a retidão”.

O aluno só aprende com satisfação quando o professor ensina com entusiasmo e sabe motivá-lo. Os alunos respeitam o professor que domina a matéria e sabe motivar para o aprendizado. Um homem motivado vai à Lua, mas sem motivação não atravessa a rua.

O aluno espera que o professor tenha paciência com ele, tenha a humildade de não usar o seu conhecimento para humilhá-lo e que não use do poder da avaliação para destruir a sua autoestima. O aluno espera que o professor prepare bem as aulas. Nada pior para um aluno do que ter que assistir a uma aula maçante, mal preparada, ministrada por alguém que não conhece o que ensina. É um grande desrespeito. para não dizer, um crime. Ele quer ver o seu mestre ensinar com didática, competência e clareza, além de pontualidade no horário e apresentação adequada. Ele quer vê-lo como um bom amigo que não lhe dá apenas informações, mas formação e sabedoria de viver.

 

 

Assista também: Dia dos professores

 

 

João Paulo II, na encíclica Redentor dos Homens, disse que o mundo vai mal porque o homem moderno conquistou o universo, mas perdeu o domínio de si mesmo. Sente-se hoje ameaçado por aquilo que ele mesmo criou com a sua inteligência e construiu com as suas mãos. Por quê? Porque falta-lhe a Sabedoria. Porque junto com a ciência e a tecnologia não cuidou do desenvolvimento e do respeito aos princípios da ética, da moral e da fé. Está cheio de ciência, mas vazio de sabedoria. Ele disse que os falsos profetas e os falsos mestres conheceram o maior sucesso possível no século XX (EV,17).

Sabemos que a felicidade verdadeira, que não acaba, é aquela que nasce no bojo da virtude. Portanto, é na vivência de um magistério autêntico que colheremos os frutos mais doces da profissão.

 

 

 

 

FELIPE AQUINO - Escritor católico. Prof. Doutor da Universidade de Lorena. Membro da Renovação Carismática Católica.



publicado por Luso-brasileiro às 18:16
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HUMBERTO PINHO DA SILVA - DISCORRENDO SOBRE COTAS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Que a mulher em nada é inferior ao homem, é opinião que ninguém contesta. Em certos casos, talvez, lhe seja superior.

Que cada um é senhor do seu corpo – seja homem ou mulher, – é, igualmente, verdade incontestável, ainda que existam limites. Não me refiro à Moral; mas à Medicina, a fim de se evitarem sérios problemas de saúde: - físicos e psíquicos.

Mas, pode-se pensar (devido a irrefletidas atitudes,) que há quem pretenda: guerra de sexos: - feminino contra o masculino; como se fossem antagónicos.

Eu sei que não é assim, já que um, completa o outro.

Depois da exacerbada “ luta de classes”, luta tão querida dos partidos socialistas, que resultou numa maior justiça social, no século XX; surge, agora, nova “ guerra”: a “guerra” das cotas.

Pretende-se, com isso, proteger: raças, religiões e o sexo feminino; olvidando, que as cotas, em geral, são deprimentes para os beneficiários – mesmo não sendo verdade, e sei que o não é, – leva a pensar que se está, v.g.: na Universidade, não por mérito, mas devido à cor da pele, ou por ser filho, por exemplo: de emigrante ou estrangeiro.

Todavia, o emprego de cotas, torna-se ainda mais burlesco, quando alguém é preferido, devido ao sexo, para ocupar cargos no parlamento ou certos lugares cimeiros da nação.

Para governar, com rigor e justiça, deve-se escolher sempre os mais competentes: já que se trata de cargos de responsabilidade extrema, que obrigam a legislar e estabelecer diretrizes, que podem beneficiar ou prejudicar, milhões de cidadãos indefesos.

No entanto, parece, a escolha, não se basear na competência, ou pelo menos só nisso, mas na igualdade: tantos homens, tantas mulheres.

Ao conversar com amigo, sobre vantagens e malefícios das cotas, este saiu-se com uma muito boa:

- “Olha cá!: tu sabes que há mais moças que rapazes no ensino superior, já que elas são mais estudiosas e – como dizem: “ Há sete mulheres para um homem”. Como estamos na moda das cotas, por que não criar uma, para entrarem na Faculdade, mais rapazes que meninas?”

Fiquei atónito; mas refletindo melhor na pilhéria, conclui: a ideia é aproveitável, já que se pretende, em tudo, a igualdade: - tantos homens, tantas mulheres…

 

 

 

 

 

HUMBERTO PINHO DA SILVA   -   Porto, Portugal

 

 

 

 

***

 

Sobre oa minha crónica : Graciette Branco - A menina do: " Pim-Pam-Pum" , recebi o seguinte comentário, que julgo importante para esclarecer um pouco da biografia da ilustre poetisa:

 

 

Ex. Sr. 
Humberto Pinho da Silva

Gostei muito do texto que escreveu sobre "Graciette Branco A Menina do PIM-PAM-PUM". 
Posso esclarecer que Graciette Branco foi uma poetisa, escritora e declamadora. Publicou várias obras e escreveu muito para diversos jornais e revistas da época, muito particularmente para o suplemento infantil do Século o "PIM-PAM-PUM", cujo o director literário era o seu marido Augusto de Santa-Rita, de quem, mais tarde, veio a divorciar-se.
O seu filho era Oficial do Exército (Guilherme Augusto Alves Branco de Santa-Rita) e, em 1973, foi colocado na P.S.P. de Lourenço Marques, para mais uma comissão de serviço no ultramar. A 6 de Abril de 1974, Gracitte Branco e os seus dois netos Isabel Maria Floro de Santa-Rita (a Bolinha) e Guilherme Augusto Floro de Santa-Rita (o Guimó) foram viver para Moçambique, com a previsão de ficar por quatro anos. 
Por causa do 25 de Abril, deu-se o regresso a Lisboa em Dezembro, desse mesmo ano, não para a Av. Miguel Bombarda (donde tinha saído em finais de 1968) mas para os Olivais Norte.
Em 1975 foi-lhe diagnosticado uma arteriosclerose e que a foi consumindo, física e psicologicamente, até meados do ano de 1980, quando morreu. Espero ter esclarecido algumas das suas dúvidas. 
Agradecendo pelas palavras agradáveis e simpáticas que escreveu sobre a minha Avó. 
Com os melhores cumprimentos, 

Guilherme de Santa-Rita (o Guimó) 



publicado por Luso-brasileiro às 18:14
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JOSÉ GERALDES VIDIGAL DE CARVALHO - AS VIRTUDES MORAIS OPOSTAS AOS PECADOS CAPITAIS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Virtude é uma disposição durável e firme que inclina o batizado a fazer o bem e a evitar o mal. Segundo a etimologia da palavra significa força. De fato para praticar o bem é mister lutar contra as inclinações que levam ao mal. A prática da virtude exige esforço. As virtudes teologais, fé, esperança e caridade, têm diretamente a Deus como objeto, são dons divinos infundidos ao mesmo tempo que a graça santificante,  ou seja, a participação da vida divina recebida no batismo. As virtudes morais têm por objeto os atos humanos, visando um bem sobrenatural. São também uma participação da vida de Deus, preparando os fiéis à visão beatífica. Todas elas, informadas pelo amor a Deus, se opõem aos pecados capitais. Assim a humildade se contrapõe à soberba; o desapego, à avareza; a caridade para com o próximo, à inveja; a castidade, à luxúria; a temperança, à gula; a paciência, à ira; a diligência, à preguiça. Os vícios incitam ao mal, mas as virtudes arraigam uma disposição que impele o fiel a praticar o bem. Pautam luminosamente os costumes e comportamentos dos cristãos. Esses devem ser educados afim de cultivarem as virtudes, para se tornarem intemeratos e justos, tementes a Deus e alheios ao mal. Um seguidor de Cristo virtuoso é um ser livre das injunções dos vícios, emancipando-se da escravidão do pecado jamais estando discorde de Deus, procurando vencer sempre as fraquezas da carne. O objetivo de uma vida virtuosa é se tornar semelhante a Deus, como bem ensinou São Gregório de Nissa. Adquirem-se as sete virtudes morais pela repetição dos atos próprios de cada uma. Quem se habitua às ações difíceis percebe aos poucos que eles se tornam mais fáceis e abrem o caminho das disposições fundamentais de sua alma para se assemelhar a Deus. Deste modo, as virtudes morais são hábitos que dispõem as potências do homem para seguir os ditames da razão iluminada pela fé, empregando os meios conducentes ao fim sobrenatural. São condições essenciais que não podem faltar às demais virtudes, pois são como mães de uma nobre e numerosa família espiritual. Da humildade originam a verdade sobre si mesmo, sobre o próximo e sobre Deus e a obediência; do desapego surge a pobreza de espírito tão exaltada por Cristo nas bem-aventuranças; da caridade para com o próximo nascem a indulgência,  a fidelidade, a benignidade, a bondade, a generosidade e  a complacência; da castidade vêm a austeridade, a modéstia e a prudência; da  temperança germina a sobriedade, a continência; da paciência abrolham a amabilidade, a longanimidade e a tolerância;, da diligência têm origem a  fortaleza, a coragem e a perseverança. De tudo isso resultam a tranquilidade, a calma, a imperturbabilidade, o autodomínio. É que elas formam uma parte integral da moral cristã e bíblica e propiciam facilidade e alegria para levar uma existência moralmente boa.  Segundo o Catecismo da Igreja Católica “pessoa virtuosa é aquela que livremente pratica o bem” (n.1804). As virtudes regulam os atos humanos, ordenam as paixões e guiam os fiéis segundo os parâmetros do Evangelho. Não constituem a substância mesma da pessoa, mas são qualidades que modificam e aperfeiçoam a pessoa humana.  Eis porque a estrutura inteira das boas obras é edificada sobre as virtudes, como ensinou São Gregório Magno. É preciso uma educação contínua para que o cristão seja virtuoso. Entre os meios está a fuga dos pecados veniais ou leves os quais vão enfraquecendo a vontade. Para isto necessária se faz a oração, dado que sem a graça divina ninguém pode crescer espiritualmente. Importante ainda o exame de consciência diário pelo qual o fiel afere o seu progresso contínuo nestas virtudes. Isto inclui a fuga persistente das ocasiões de pecado e a reta intenção de fazer em tudo a vontade de Deus. Um cristão virtuoso está numa luta contínua contra a escravidão de qualquer pecado. Procura contemplar as disposições fundamentais contidas no exemplo de Cristo que praticou admiravelmente todas as virtudes. Eis aí o melhor estímulo para que cada um se coloque no caminho da aquisição desses valores. O fiel encontra tudo isto também vivido intensamente na vida dos santos, sobretudo na existência da santíssima Virgem Maria. 

 

 

 

 

CÔN. JOSÉ GERALDES VIDIGAL DE CARVALHO   -    Professor. Membro da Academia Mineira de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Professor no Seminário de Mariana durante 40 anos



publicado por Luso-brasileiro às 15:47
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EUCLIDES CAVACO - FADO...PATRIMÓNIO MUNDIAL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais um tema enaltecendo a importância do nosso FADO que aqui me apraz expressar neste video do nosso talentoso amigo Afonso Brandão e, que com prazer partilho convosco.
 
 
 


https://www.youtube.com/watch?v=cApqL27fkhA&feature=youtu.be
 
 
 
 
 
 
 
Desejos duma excelente semana.
 
 
 
 
 

EUCLIDES CAVACO  -   Director da Rádio Voz da Amizade , Canadá.

 

 

 

 

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Palavra do Pastor, com Dom Vicente Costa, 

 

Bispo diocesano de Jundiaí

 

  29º Domingo do Tempo Comum

 

 

https://youtu.be/qKMhUcOQ-2o

 

 

 

 

 

 

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Leitura Recomendada:

 

 

 

 

 

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 Horário da missas em São Paulo:


http://www.horariodemissa.com.br/search.php?uf=SP&cidade=S%C3%A3o+Paulo&bairro&opcoes=cidade_opcoes&submit=12345678&p=12&todas=0

 

http://www.horariodemissa.com.br/search.php?uf=SP&cidade=S%C3%A3o+Paulo&bairro&opcoes=cidade_opcoes&submit=5a348042&p=4&todas=0

 

 

Horário das missas na Diocese do Porto(Portugal):

 

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