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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2019
JOÃO CARLOS JOSÉ MARTINELLI - DIREITOS FUNDAMENTAIS: É PRECISO MAIS CRESCIMENTO DO SETOR HUMANO DO QUE O ECONÔMICO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os direitos humanos são entendidos modernamente como aqueles fundamentais que o homem possui por sua própria natureza humana. No dizer de João Baptista Herkenhoff, “são direitos que não resultam de uma concessão da sociedade política. Pelo contrário, são direitos que a sociedade política tem o dever de consagrar e garantir. Este conceito não é absolutamente unânime nas diversas culturas. Contudo, no seu núcleo central, a idéia alcança uma universalidade no mundo contemporâneo” (disponível: http://www.dhnet.org.br/direitos/militantes/herkenhoff/livro1conceito.html)

O desafio atual dos direitos humanos em todo o mundo é estabelecer os limites mínimos à lógica do mercado e da globalização. Apesar de seus efeitos teóricos, exaltados por muitos economistas, constata-se que mais da metade dos habitantes do planeta está privada das prerrogativas básicas da sobrevivência e encontra-se automaticamente distanciada dos benefícios e confortos vividos pelo restante da população mundial. Ressalte-se que ainda há um número considerável de pessoas em condição de miserabilidade no planeta.

A globalização econômica surgiu a partir do chamado Consenso de Washington - seminário realizado em 1990 e que reuniu o grupo dos sete países mais ricos e os presidentes dos vinte maiores bancos internacionais. Na ocasião, diversas medidas objetivaram permitir a livre circulação internacional e a transnacionalização dos capitais.

Atualmente, na maioria dos países, prevalecem ideologias voltadas exclusivamente para o crescimento financeiro. No entanto, elas guardam em seu cerne um caráter manifestamente perverso do capitalismo: os que se alijam do mercado e dos bens nele produzidos são tidos como incompetentes, enquanto uns poucos, financeiramente abastados, constituem uma elite privilegiada, que se afasta da maioria. Esta é considerada inepta e incapaz de vencer os desafios cotidianos, por isso mesmo, merecedora de desprezo e de desrespeito aos seus direitos básicos.

            Os que passam a vida exclusivamente buscando poder e dinheiro, quando alcançam seus objetivos, são mais respeitados do que aqueles que procuram uma convivência fraterna, igualitária e solidária. A procura incessante por estes propósitos parece ser a motivação consolidada nos dias de hoje e para se atingir esse fim, não interessam mais os meios. Deixam-se de lado aspectos morais, éticos e religiosos, sendo que o bem jurídico de maior proteção - a vida – transformou-se em algo descartável, quase que desprovido de qualquer valor.

            A mera imagem de que o sucesso é vital, passou a dominar a mídia, não importando o que se faz para obtê-lo. Em busca de celebridade, abandona-se a moral, mata-se a cultura e valem até concessões sexuais. Esse quadro criou uma sociedade injusta e excludente. As desigualdades sociais são cada vez mais gritantes e o egoísmo desenfreado acaba por direcionar ações, atitudes e até gestões políticas, que substituem o interesse social pelas aspirações individuais de seus titulares.

No entanto, os direitos humanos são concebidos exatamente para e em função do ser humano. Este por sua vez, pressupõe-se, é criado por amor e à felicidade, tendo, em conseqüência, direito às condições necessárias para lograr seu desenvolvimento. O bem comum se identifica como a associação de circunstâncias que permitem aos indivíduos alcançarem a perfeição. Para que eles prevaleçam, faz-se necessário, com atos e ações, resgatar os princípios de solidariedade e de fraternidade para reduzirmos as diferenças, eliminarmos a violência e buscarmos uma convivência harmoniosa em comunidade. O descompromisso com terceiros e a indiferença com a situação destes, revela um unilateralismo extremo que impossibilita a maioria das populações de inúmeras nações de conseguir alimentos, moradia, educação, saúde, trabalho com salário justo, lazer e segurança, elementos essenciais a um mínimo de dignidade. Daí a importância da consolidação dessas concepções humanistas.

            Renovemos, pois, a nossa convicção de que todos são criados à imagem e semelhança de Deus e que na última raiz da defesa dos direitos humanos está vida digna e a vocação social do homem à comunhão e participação como pessoa, como ser para a comunidade, como criador de relações sociais profundamente marcadas por elas. A título de reflexão, invoquemos trecho de artigo de autoria de Maria Helena Brito Izzo, psicóloga Clínica e terapeuta familiar, publicada recentemente na revista “Família Cristã”:- “Crescer não é só ter sucesso, poder e dinheiro. Na hora da morte, ninguém leva os bens consigo. Leva as vivências, as emoções e s sentimentos que cultivou. Diante dessa realidade, as pessoas devem refletir, quando precisam sair de uma crise, para redescobrir os princípios, os valores, os sentimentos e os sonhos.”

 

 

 

 

JOÃO CARLOS JOSÉ MARTINELLIé advogado, jornalista, escritor e mestre em Ciências Sociais e Jurídicas. É presidente da Academia Jundiaiense de Letras e professor da Faculdade de Direito do Centro Universitário Padre Anchieta de Jundiaí

 

       

 

Todas as pessoas são titulares dos direitos humanos, bastando ter a condição de “humano” para se poder invocar a proteção deles. Independem, por conseguinte, de circunstâncias de sexo, raça, credo religioso, afinidade política, status social, econômico ou cultural. Todos os indivíduos do planeta, pela simples condição de terem nascido com vida, têm igual titularidade sobre essas aspirações.

 



publicado por Luso-brasileiro às 13:28
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ARMANDO ALEXANDRE DOS SANTOS - A MEMÓRIA DO IMPERADOR D. PEDRO II É LEMBRADA EM PIRACICABA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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No último domingo, dia 2 de dezembro, a Missa do 1º. Domingo do Advento foi celebrada às 19 horas, na Catedral de Piracicaba, por alma do Imperador D. Pedro II, cujo 193º. aniversário natalício se comemorava naquele dia. A iniciativa foi do grupo Nação Real Piracicaba e do Centro de Estudos Históricos Piracicaba Imperial.

Escrevendo à Princesa Isabel sobre o falecimento de D. Pedro II, Affonso Celso formulou estas palavras que hoje é forçoso reconhecer que tiveram algo de proféticas: "A história de D. Pedro II ainda é cedo para tentar escrevê-la. Daqui a cem anos assumirá  proporções legendárias".

Conta-se que alguns meses após a proclamação da República, o Marechal Deodoro da Fonseca estava presidindo a uma reunião de seu ministério, e não conseguia harmonizar aquele conjunto heterogêneo. Deodoro era mais idoso que seus ministros, era homem decidido e de têmpera rija, estava habituado a comandar desde moço, era militar prestigioso por sua atuação na Guerra do Paraguai, ostentava o título (é de propósito que não falo em glória) de proclamador da República brasileira, ocupava o cargo de presidente do Governo Provisório dessa República.

Apesar de todos esses títulos de superioridade em relação a seus ministros, ele não conseguia desempenhar, junto a eles, aquele papel unitivo e ordenativo que D. Pedro II, menino de 14 anos, em 1840 já representava eximiamente.

E no meio daquelas discussões intérminas, daqueles debates estéreis e conduzentes a nada, o velho marechal não conseguia fazer prevalecer sua vontade, não conseguia sequer impor ordem. Impaciente, ele ameaçou os ministros: "Ou vocês arrumam um jeito de afinal se entenderem, ou eu chamo de volta o dono da casa, e ele põe ordem nisso tudo". Quem era o “dono da casa” a que se referia Deodoro? Era o velho Imperador exilado...

De fato, 127 anos depois de morto D. Pedro II em Paris, no modesto Hotel Bedford, 127 anos depois de seu cortejo fúnebre que reuniu mais de 200 mil pessoas (cortejo similar ao do celebradíssimo Victor Hugo), é forçoso constatar que tantos e tais foram os desatinos cometidos pela República no Brasil que chegamos aos tristes dias de hoje.

Nascido a 2 de dezembro de 1825, D. Pedro II era filho de nosso primeiro Imperador D. Pedro I e da Imperatriz Leopoldina, a qual provinha da Casa d'Áustria, sendo filha de Francisco II, Imperador do Sacro Império (ou Francisco I, Imperador da Áustria).

Já a 7 de abril de 1831, data da abdicação de seu pai, com 5 anos e 4 meses era, de pleno direito, Sua Majestade Imperial o Senhor D. Pedro II, Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil.

Não é o caso de recordar aqui todo o período das Regências, período de grande turbulência, em que o Brasil não se fragmentou numa série de republiquetas única e exclusivamente devido a autoridade moral daquele menino. Foram 9 anos agitados, que constituíram, como geralmente se reconhece, uma espécie de pré-experiência republicana.

Subindo efetivamente ao trono em 1840, com apenas 14 anos e meio, D. Pedro II conseguiu o que não tinham conseguido líderes políticos de grande envergadura que haviam atuado durante a Regência - um Marquês de Olinda, um Feijó, um Vergueiro, um Lima e Silva - e o que mais tarde também o Marechal Deodoro não lograria fazer: pôr ordem na casa.

Muitas foram as dificuldades que enfrentou o Império, de ordem interna e de ordem externa. Internamente houve revoluções no Rio Grande do Sul (a famosa Revolução Farroupilha, iniciada em 1835, durante a Regência, e que só em 1845 chegaria ao fim), em São Paulo e Minas (a revolução liberal de 1842), em Alagoas (a revolta de 1844) e em Pernambuco (a Revolução Praieira, em 1848).

Também externamente não faltaram dificuldades, durante o Segundo Reinado. Tivemos, entre outros conflitos no Prata, a guerra contra Oribe e Rosas (1851-1852), e a longa e cruel guerra contra o ditador paraguaio Solano López, a qual se estendeu de 1864 até 1870, custando aos cofres públicos brasileiros quantias astronômicas para a época.

Ainda externamente, tivemos a célebre questão Christie, na qual a personalidade, a firmeza e o prestígio de D. Pedro II obrigaram a orgulhosa Grã-Bretanha a reconhecer nosso direito e a passar pela humilhação de enviar um embaixador extraordinário até a tenda de campanha do Imperador, em Uruguaiana, a fim de pedir formalmente desculpas em nome da Rainha Vitória.

Apesar de todas essas dificuldades, a obra gigantesca de D. Pedro II prosseguiu ao longo dos 49 anos de seu reinado. Consolidada a paz interna, após os primeiros anos em que ainda fumegavam os rescaldos do período regencial, tivemos internamente um prolongado período de estabilidade constitucional e de autêntico progresso.

Politicamente, as instituições evoluíram de modo muito natural e adaptado às condições de nosso país e a índole de nosso povo. Sem se afastar da letra e do espírito da Constituição de 1824, monumento jurídico legado ao Brasil por D. Pedro I, pouco a pouco o segundo Reinado foi desenvolvendo certa forma peculiar de parlamentarismo monárquico, um parlamentarismo monárquico que teve a sabedoria de não imitar servilmente modelos estrangeiros, mas de se adaptar as nossas necessidades e aos nossos modos de ser. Esse o segredo do sucesso das instituições políticas do Império. Sem D. Pedro II no leme da nau do Estado, dificilmente se poderia ter chegado àquela feliz fórmula de equilíbrio entre a representação popular (a Assembleia Geral) de um lado, e a autoridade do soberano, com o Poder Moderador, de outro.

Socialmente, o segundo Reinado registrou progressos muito sensíveis. Lembre-se apenas, para não nos estendermos mais, a abolição gradual e irreversível do cativeiro. Para essa abolição foi muito saliente o papel desempenhado pelo monarca, que não deixou de agir em toda a medida que lhe permitiam as suas funções de Chefe de Estado numa Monarquia Constitucional-Parlamentar. Segundo o líder abolicionista Joaquim Nabuco, a parte que tocou ao Imperador, em tudo o que se fizera em prol da libertação, foi essencial. Também no primeiro impulso para a imigração - indispensável, na época, para substituir a mão-de-obra escrava - foi grande o papel que coube a D. Pedro II.

Culturalmente, o Brasil teve um desenvolvimento muito notável: nas ciências, nas artes, nas inovações técnicas, estávamos, na época, entre as primeiras nações do mundo. E é bem sabido que D. Pedro II dava, nesse sentido, um impulso pessoal muito grande, inclusive auxiliando jovens talentosos que jamais teriam podido desenvolver suas potencialidades se não fossem os auxílios e subvenções que o Imperador lhes concedia. E, bem entendido, concedia de seus próprios recursos, não de verbas do Governo.

Do ponto de vista econômico-financeiro, e apesar das aludidas dificuldades internas e externas, o progresso foi espantoso, a ponto de nossa moeda ser das mais sólidas e estáveis de todo o mundo. É muito justo, pois, que sua memória permaneça viva e sempre reverenciada entre nós.

 

 

ARMANDO ALEXANDRE DOS SANTOS   -   Licenciado em História e em Filosofia, doutor na área de Filosofia e Letras, membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, da Academia Portuguesa da História e da Academia Piracicabana de Letra

 



publicado por Luso-brasileiro às 13:24
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CINTHYA NUNES VIEIRA DA SILVA -

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado por Luso-brasileiro às 13:12
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MARIA CRISTINA CASTILHO DE ANDRADE - UMA QUESTÃO DE PRUDÊNCIA

 

 

 

 

 

 

 

 

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Gostei muito da atitude de Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, religioso capuchinho e Arcebispo Metropolitano da Paraíba, em publicar decreto direcionado aos membros daquela arquidiocese, proibindo-os de ficar acompanhados de crianças, adolescentes e adultos, em situação vulnerável, em lugares reservados. A nova normativa entrou em vigor em seis de fevereiro. Dentre as medidas determinadas no decreto estão a proibição de que as paróquias ofereçam alojamento a menores e adultos vulneráveis sem a presença dos pais ou responsáveis e que confissões e/ou atendimentos espirituais realizem-se em espaços adequados para tal, em confessionários ou em locais dentro das igrejas em que seja possível garantir segurança e visibilidade. É a Igreja fazendo a sua parte.
A atitude de Dom Manuel demonstra seu compromisso com o bem e a verdade e é, ainda, uma medida de segurança para os Sacerdotes, pois há quem deseja, através da maledicência, denegri-los. Difamação não falta.
É muito sério o abuso sexual infantojuvenil e as sequelas ficam para uma vida inteira. Não é, no entanto, um assunto específico de membros do clero – é mínima a porcentagem de padres envolvidos com abuso -, mas muito mais de diferentes segmentos da sociedade e, infelizmente, o maior índice se encontra dentro das famílias.  Seria sensata uma medida como do Arcebispo em todos os trabalhos com crianças e adolescentes, resguardando-os de intimidades funestas. Em relação à Igreja, que se estenda a leigos que atuam, por exemplo, junto a creches. Considero coerente que, ao se saber de criança que sofreu algum tipo de abuso sexual, a instituição, que a acolhia, responsabilize-se por acompanhá-la, com os profissionais adequados, até a maioridade. Segundo a psicóloga Ana Cristina Codarin Rodrigues, o abuso causa: ausência do eu, provocando um grande vazio e fazendo que o abusado fique no silêncio e na distância nas atividades em grupo. É nítida, no comportamento da vítima, a questão da desproteção, da submissão ao desejo de terceiros, da erotização inadequada, da dificuldade em estabelecer vínculos, do comportamento sedutor com adultos, da falta de emoção e do sentimento de culpa. Ou seja, a criança abusada é “preparada” para todos os tipos de uso. 
Cruel o abusador e, também, o entorno que lhe dá responsabilidade sem o acompanhar.

 

 

 

MARIA CRISTINA CASTILHO DE ANDRADE -

 Professora e cronista. Coordenadora diocesana da Pastoral da Mulher – Santa Maria Madalena/ Magdala. Jundiaí, Brasil.


 


 



publicado por Luso-brasileiro às 11:54
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PAULO R. LABEGALINI - AS PROMESSAS DO SAGRADO CORAÇÃO

 

 

 

 

 

 

 

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Walmir Alencar compôs ‘Cantando as doze promessas’ – o autor de ‘Perfeito é quem te criou’, ‘Vinde, Espírito Santo’, ‘Imagem e semelhança’ etc. Veja a letra, releia, divulgue, coloque em prática e a guarde sempre no coração.

“Doze promessas do Sagrado Coração aos filhos seus que abandonaram o pecado: darei as graças necessárias, diz Jesus, para cumprirem seus deveres de estado. A paz darei às suas almas angustiadas, outra promessa de seu Grande Coração. ‘Ó, vinde a mim vós todos que estais cansados, consolarei em toda vossa aflição’.

Feliz promessa do Coração de Jesus que dá certeza e esperança à própria sorte: ‘Serei refúgio e proteção durante a vida, mas sobretudo na hora de sua morte’. Aos seus devotos, que no amor forem constantes, Jesus promete suas bênçãos abundantes. Abençoará todos os seus empreendimentos, derramará bênçãos em todos os momentos.

Misericórdia, piedade e compaixão, os pecadores em Jesus encontrarão. E um oceano de amor, grande, infinito, abraça o filho que retorna arrependido. Tornar-se-ão as almas tíbias, fervorosas; linda promessa do Sagrado Coração. E as fervorosas subirão rapidamente à santidade, fruto dessa devoção.

Jesus promete abençoar aqueles lares onde estiver exposta e honrada a sua imagem. Dará a graça aos sacerdotes, seus amigos, de converter os corações endurecidos. Terão o nome bem escrito e bem gravado os que buscarem propagar a devoção. E este nome não será mais apagado – ficou gravado no Sagrado Coração.

E no extremo do Amor-Misericórdia, grande promessa para a última hora. É: quem fizer as comunhões reparadoras, não morrerá sem sua graça salvadora. Olhando a cruz nós vemos uma porta aberta: a entrada certa para a nossa salvação! É o Coração de Jesus Cristo transpassado! Ressuscitado! Glorioso Coração!”

Vale a pena decorar os pedidos do Mestre, não? Logicamente que, cantando, a letra se torna ainda mais bonita; e quem pratica a verdadeira devoção ao Coração de Jesus pode ter a certeza de que receberá as graças necessárias para cumprir fielmente sua missão: de pai, de mãe, de filho, de padre, de religiosa, de agente pastoral etc.

Sempre digo que herdarmos o céu ou o inferno é uma questão de opção – e cada um faz a sua! Como já abordei algumas vezes o tema ‘Paraíso Celeste’, hoje escreverei um pouco a respeito do ‘Inferno’ – lugar de tormentos (Lc, 16-28), para onde vão as almas daqueles que morrem na inimizade de Deus.

O texto que segue foi extraído da renomada obra ‘Preparação para a morte’, do grande Santo Afonso Maria de Ligório.

“O inferno é um abismo fechado de toda a parte, onde nunca penetrará raio de sol ou de qualquer outra luz. Neste nosso mundo o fogo ilumina; no inferno, deixará de ser luminoso. O fumo que sair dessa fornalha formará o dilúvio de trevas – de que fala São Judas Tadeu – e que afligirá os olhos dos condenados. São Tomás diz que os condenados só terão luz suficiente para serem mais atormentados; a esta sinistra claridade, verão o estado horrendo dos outros réprobos e dos demônios, que tomarão diversas formas para lhes causarem mais horror.

O olfato terá também o seu suplício. Quanto não sofreríamos se nos metêssemos num quarto onde jazesse um cadáver em putrefação! O condenado deve ficar no meio de milhões e milhões de condenados, cheios de vida com relação às penas que sofrem, mas verdadeiros cadáveres enquanto ao mau cheiro que exalam. Diz São Boaventura que o corpo de um condenado, se acaso fosse atirado à Terra, bastaria com sua infecção para fazer morrer todos os homens.

O ouvido será continuamente atormentado pelos rugidos e queixas dos desesperados. Quando desejamos dormir, é com o maior desespero que ouvimos o lastimar contínuo de um doente, o ladrar de um cão ou o choro de uma criança. Pelo que diz respeito ao gosto, sofrer-se-á fome e sede. O condenado sentirá uma fome devoradora, mas nunca terá nem uma só migalha de pão. Além disso, será atormentado de tal sede que nem todas as águas do mundo bastariam para saciar.

Pela maneira como o condenado cair no inferno no último dia, dessa maneira viverá ali constrangidamente, sem nunca mudar de situação e sem nunca poder mexer pés nem mãos, enquanto Deus for Deus.”

Para nunca conhecer esse lugar horrível, reze assim ao Sagrado Coração de Jesus:

Senhor, eis-me aqui, remido por Teu precioso Sangue. Deixa-me entrar mais e mais dentro desse Coração misericordioso. Deixa-me perceber os Teus sentimentos, o Teu grande amor ao Pai e à humanidade. Que, do Teu Coração aberto, possa emanar o poder da Divindade que, atingindo o meu coração, renove-o totalmente à semelhança do Teu Coração! Amém!

 

 

 

 

PAULO ROBERTO LABEGALINI - Escritor católico. Vicentino de Itajubá - Minas Gerais - Brasil. Professor Doutor do Instituto Federal Sul de Minas - Pouso Alegre.‘Autor do livro ‘Mensagens Infantis Educativas’ – Editora Cleofas.



publicado por Luso-brasileiro às 11:51
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JOSÉ RENATO NALINI - VENENO PARA DAR E VENDER

 

 

 

 

 

 

 

 

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Os agrotóxicos estão em quase todos os produtos que consumimos. Ainda não há consciência ambiental capaz de optar pelo orgânico, ou para exigir que venenos proibidos em outros Países aqui entrem indiscriminadamente, sob argumento de que a lavoura está salvando o Brasil.

O Rio Grande do Sul, um dos Estados mais desenvolvidos do País, está sofrendo com a proliferação dos herbicidas utilizados na plantação de soja. Seus vitivinicultores alegam perdas de até 70% em virtude da contaminação de suas parreiras pelo 2,4-D, um agrotóxico utilizado para eliminar ervas daninhas antes do plantio da soja.

Os plantadores de soja culpam o vento. É como a piada do sofá do adultério. Não questionam o uso de uma substância tóxica, venenosa, que é cancerígena. Será que os produtores de soja indagam se o herbicida também não contamina a própria soja? Sabe-se que em grande parte ela é destinada a alimentar animais. Só que, depois disso, os animais servirão de nutrição para os humanos. É uma cadeia venenosa infernal.

Há também a falta de cuidado na aplicação do veneno. Despreparo dos trabalhadores. Não são treinados para isso.

O resultado é que a viticultura se tornará inviável no Rio Grande do Sul. O Instituto Brasileiro do Vinho chegou a pedir a proibição total do agrotóxico no Estado. Já as fabricantes, todas multinacionais, aquelas que mudam de nome porque são constante alvo de coletividades mais conscientes e mais esclarecidas do que a brasileira, confirmam que a contaminação de áreas vizinhas se deve à má aplicação do produto.

Não é que o produto seja venenoso. Não é que ele seja tóxico. É que o agricultor ou seu subalterno não sabem aplica-lo.

Inexiste qualquer expectativa de solução para esse, que é apenas um dos inúmeros problemas que acometem o ambiente brasileiro, em todos os espaços e em todos os níveis. O Brasil assiste a um retrocesso acelerado na proteção de seus recursos naturais.

Duas causas se uniram e são indissolúveis: a ignorância ecológica e a cupidez ou ambição. Juntas, são indestrutíveis. Destrutível é o ser humano.

 

 

 

 

JOSÉ RENATO NALINI    -    é Reitor da Uniregistral, ex-integrante da Câmara Reservada ao Meio Ambiente do TJSP, autor de “Ética Ambiental”, 4ª ed., RT-Thomson.



publicado por Luso-brasileiro às 11:45
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FELIPE AQUINO - A TRANSITORIEDADE DAS COISAS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma das reflexões mais profundas que podemos fazer é sobre a efemeridade de todas as coisas que envolvem nossa existência. Deus dispôs tudo de modo que nada fosse sem fim aqui nesta vida. Qual seria o desígnio de Deus nisso?

 

Cada dia de nossa vida temos de renovar uma série de procedimentos: dormir, tomar banho, alimentar-nos, etc. Tudo é precário, nada é duradouro, tudo deve ser repetido todos os dias. A própria manutenção da vida depende do bater interminável do coração e do respirar contínuo dos pulmões. Todo o organismo repete sem cessar suas operações para a vida se manter. Tudo é transitório (…) nada eterno. Toda criança se tornará um dia adulta e, depois, idosa. Toda flor que se abre logo estará murcha. Todo dia que nasce logo se esvai (…) e assim tudo passa, tudo é transitório, Por que será? Qual a razão de nada ser duradouro? Compra-se uma camisa nova, e logo já está surrada; compra-se um carro novo, e logo ele estará bastante rodado e vencido por novos modelos (…), e assim por diante.

A razão inexorável dessa precariedade das coisas também está nos planos de Deus. Por mais durável que seja um objeto, depois de algum tempo estará velho ou obsoleto, a marca da vida é a renovação. Tudo nasce, cresce, vive, amadurece e morre.

A razão profunda dessa realidade tão transitória é a lição cotidiana que Deus nos quer dar de que esta vida é apenas uma passagem, um aperfeiçoamento, em busca de uma vida duradoura, eterna, perene.

Em cada flor que murcha e em cada homem que falece, sinto Deus nos dizer: “Não se prendam a esta vida transitória. Preparem-se para aquela que é eterna, quando tudo será duradouro, e nada precisará ser renovado dia a dia”.

E isto mostra-nos também que a vida está em nós, mas não é nossa. Quando vemos uma bela rosa murchar, é como se ela estivesse nos dizendo que a beleza está nela, mas não lhe pertence.

 

 

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Leia também: O apego que faz sofrer

Por que tudo nesta vida acaba?

 

 

 

 

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Certa vez, um sacerdote cansado me dizia que desejava ir logo para Deus, viver uma vida mais estável; então não precisaria tomar banho todos os dias nem usar desodorante para não ficar com o corpo malcheiroso. Aquele sacerdote já estava cansado da transitoriedade da vida e já ansiava pela vida permanente.

Com a precariedade da vida e de tudo o que nos cerca, Deus nos ensina, diária e constantemente, que tudo passa e que não adianta querermos construir o céu aqui nesta terra.

Ainda assim, mesmo com essa lição permanente que Deus nos dá, muitos de nós somos levados a viver como aquele homem rico da parábola narrada por Jesus. Ele abarrotou seus celeiros de víveres e disse à sua alma: “Descansa, come, bebe e regala-te” (Lc 12,19b); ao que Deus lhe disse: “Insensato! Nesta noite ainda exigirão de ti a tua alma” (Lc 12,20a).

A efemeridade das coisas é a maneira mais prática e constante que Deus encontrou para nos dizer a cada momento que aquilo que não passa, que não se esvai, que não morre, é aquilo de bom que fazemos para nós mesmos e, principalmente, para os outros. Os talentos multiplicados no dia a dia, a perfeição da alma buscada na longa caminhada de uma vida de meditação, de oração, de piedade, essas são as coisas que não passam, que o vento do tempo não leva e que, finalmente, nos abrirão as portas da vida eterna e definitiva, quando “Deus será tudo em todos” (cf. 1Cor 15,28b).

A transitoriedade de tudo o que está sob os nossos olhos deve nos convencer de que só viveremos bem esta vida, se a vivermos para os outros e para Deus.

São João Bosco dizia que “Deus nos fez para os outros”.

Só o amor; a caridade, o oposto do egoísmo, pode nos levar a compreender a verdadeira dimensão da vida e a necessidade da efemeridade terrena.

Se a vida na terra fosse incorruptível, muitos de nós jamais pensaríamos em Deus e no céu. Acontece que Ele tem para nós algo mais excelente, aquela vida que levou São Paulo a exclamar:

Coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou (Is 64,4), tais são os bens que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1Cor 2,9).

 

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A corruptibilidade das coisas da vida deve nos convencer de que Deus quer para nós uma vida muito melhor do que esta – uma vida junto d’Ele. E, para tal, Ele não quer que nos acostumemos com esta, mas que busquemos a outra, onde não haverá mais sol porque o próprio Deus será a luz, e não haverá mais choro nem lágrimas.

Aqueles que não creem na eternidade jamais se conformarão com a precariedade desta vida terrena, pois sempre sonharão com a construção do céu nesta terra.

Para os que creem, a efemeridade tem sentido: a vida não será tirada, mas transformada; o “corpo corruptível se revestirá da incorruptibilidade” em Jesus Cristo (cf 1Cor 15,54).

 

 

 

 

FELIPE AQUINO - Escritor católico. Prof. Doutor da Universidade de Lorena. Membro da Renovação Carismática Católica.



publicado por Luso-brasileiro às 11:30
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VALQUÍRIA GESQUI MALAGOLI - O ANTES E O DEPOIS

 

 

 

 

 

 

 

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Quatro e vinte exatamente.

Os dois ponteiros sobre o número quatro. Cada um deles vindo dizer coisas distintas, que juntas apontam para uma só.

E eu estou só. Isso nunca acaba bem.

...

Horas, minutos... tudo é conta do mesmo dia. E ao mesmo tempo, todo dia é um novo dia. Só que anoitece! Isso é que conta.

E nesse meio de tempo?

Seja no decorrer da tarde... seja agora em plena madrugada, esquecemos que tudo é dia. Este dia.

E já já esse tudo será nada. Será outro. E só o outro existirá. Por pouco.

Talvez isso se dê porque a toda coisinha carecemos nominar diferentemente. Forjamos assim dar-lhes distinção, dissimulamos organizá-las e organizarmo-nos.

Pode ser que seja por isso. Pode, todavia, ser que não. Pode ter sua função. Pode nem por isso ser infalível. Porém, hoje isso é irrelevante.

Hoje, inclusive, somente o hoje me sugere relevância.

Fato. Afinal, se amanhã posso não mais estar em pé, quanto mais ao pé de discuti-lo ou refleti-lo. Posso estar MOR-TA! Posso até morrer hoje ainda.

Ok. Tem muita gente que odeia falar em morte, porém não ama a vida a ponto de vivê-la.

Vai adiando... adiando... juntando tijolinhos pro céu enquanto cava em terra o particular inferninho cotidiano. E abre dele as janelas com vistas pros jardins dos outros, onde a grama é sempre mais verde e bla bla bla...

Tem muita gente também que não gosta sequer de ouvir falar nisso e naquilo – fingindo-se de morta! – a fim de melhor viver a vida.

– Nem me fale em doença!

– Nem me fale em pobreza!

– Injustiça? Nem me fale!

– Nem me fale...

– Nem me fale...

Ok; não falo. As coisas todas: as boas e as ruins, falam por si mesmas.

Voltemos cá ao hoje, que dizia eu é só o que me importa hoje.

Este hoje que quando você estiver lendo terá ido pras cucuias. Este hoje que terá valido a pena? Terá valido a ruguinha nova na face que não rejuvenesce a cada dia que passa? Terá sido cheio de graça? De graça?

De graça? Decerto tudo tem seu preço. E adivinhe quem paga?

Portanto...

Depois do portanto geralmente vem uma conclusão. Hoje, porém, o dia está mais para poréns.

É como se diz: "a cada dia basta o seu mal".

Por sorte se diz também que "não há mal que sempre dure".

A continuação? O amanhã dirá. "Quem viver verá".

 

 

 

 

Valquíria Gesqui Malagoli, escritora e poetisa, vmalagoli@uol.com.br

 



publicado por Luso-brasileiro às 11:15
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HUMBERTO PINHO DA SILVA - A BURRA DE MARTIM TIRADO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No meu tempo de menino e moço, em terras de Bragança, ainda havia simpáticas e acolhedoras velhinhas, genuínos relicários, de velhas tradições e de verdadeira portugalidade.

Pela fresca de uma manhã de Agosto, ainda ensonado por mal dormida noite, abalava, jovial, da estação de S. Bento, em pitoresco comboio, que mais parecia regressado do passado, das terras áreas e ainda selvagens, do velho Texas.

Em velhíssima carruagem, de bancos de madeira envernizada, de cortinas de algodão, encardidas, que desfraldavam como bandeiras batidas pelo vento, observava o rio, que corria mansinho, sem pressa, entalado por montes cobertos de vinha.

Após atribulada viagem – comboio, carreira, jerico, – entrava, finalmente, pelo único caminho lajeado, que atravessava a aldeia de minha mãe.

Por trás de cada postigo, por trás de cada portada, entreaberta, pressentia curiosos olhinhos, observadores, como se fosse estranho ser, recentemente chegado a zoológico.

Em breve, familiarizava-me com a saudável vida campesina, e sentia-me tão bem, que, por lá ficaria, para sempre, se me deixassem.

Em noites de luar, o tio João e a “tia” Matilde, vinham sentar-se na soleira da porta de minha casa. Com eles, ajuntavam-se outros, em amena cavaqueira.

Para contentarem as crianças, contavam-se velhas e relhas histórias, algumas com bastante colorau e pimenta, nada próprias para gente miúda…; que arrancavam reparo dos sisudos, e valentes gargalhadas dos folgazões.

Entre outras, recordo a da: “ Burra de Martim Tirado”.

Vou tentar reproduzi-la, com o saboroso linguarejar da região, infelizmente quase desaparecido, porque, agora, todos querem falar à “cidadosa”:

 

 

 

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Fiandeira e maçadeira, da Vilariça

 

 

 

Ele era uma vez um home que tinha uma burra muito manhosa. Quando ia ao trabalho, com uma carga de lenha ou pão, sobre as engarelhas, sempre havia de deixar mal o patrão.

Um dia, que ia com ele, de Martin Tirado, à feira de Carviçais, ficava para trás…sempre p’ra trás…Até que passou um amigo do home, e viu aquele disparate:

- Bô!: então a burra não anda!?; ó João? Esgoda-lhe uma malagueta debaixo do rabo!

- Bô!: ele dará resultado?!

E dito e feito, o home assim fez.

Foi por uma malagueta, esgodelhou-a no lugar indicado, e o resultado não se fez esperar: a burra desapareceu, a trote, pela estrada fora.

Vendo que não a podia alcançar, o home, pensou: “ora se fez andar a burra, também me faz a mim “. E fez a si próprio, o mesmo.

E dai a pouco, corria a bom correr, a caminho de Carviçais.

Quando passou pela burra, não conseguiu parar, e apenas pode dizer:

-Bô!: tu ainda ai vais? Eu lá te espero, na feira, que agora não pode ser.

 

Será que ainda há transmontanos que conheçam essas velhas historietas, que os avós contavam à lareira?; ou ao serão, nas noites de luar?

Receio bem que não…

 

 

 

 

HUMBERTO PINHO DA SILVA   -   Porto, Portugal



publicado por Luso-brasileiro às 10:45
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JORGE VICENTE - OH! TEMPO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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JORGE VICENTE    -   Fribourgo, Suiça

 

 

 

 

***
 

 

 

 

 

Leitura Recomendada:

 

 

 

 

 

Resultado de imagem para Jornal A Ordem

 

 

 

 

 

Jornal católico da cidade do Porto   -    Portugal

 

Opinião   -   Religião   -   Estrangeiro   -   Liturgia   -   Area Metropolitana   -   Igreja em Noticias   -   Nacional

 

 

https://www.jornalaordem.pt/

 

 

 

 

 

 

***

 

 

 

Horário das missas em, Jundiai ( Brasil):

 

http://www.horariodemissa.com.br/search.php?opcoes=cidade_opcoes&uf=SP&cidade=Jundiai&bairro&submit=73349812

 

 

 Horário da missas em São Paulo:


http://www.horariodemissa.com.br/search.php?uf=SP&cidade=S%C3%A3o+Paulo&bairro&opcoes=cidade_opcoes&submit=12345678&p=12&todas=0

 

http://www.horariodemissa.com.br/search.php?uf=SP&cidade=S%C3%A3o+Paulo&bairro&opcoes=cidade_opcoes&submit=5a348042&p=4&todas=0

 

 

Horário das missas na Diocese do Porto(Portugal):

 

http://www.diocese-porto.pt/index.php?option=com_paroquias&view=pesquisarmap&Itemid=163

 

 

 

 ***



publicado por Luso-brasileiro às 10:31
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