PAZ - Blogue luso-brasileiro
Terça-feira, 23 de Novembro de 2010
PAULO E SORAIA EVANGELIZANDO ATRAVÉS DA MÚSICA - CONFIA EM MIM
                        
                    http://www.youtube.com/watch?v=ITHZB8ER1YI



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Sexta-feira, 19 de Novembro de 2010
JOÃO CARLOS JOSÉ MARTINELLI - CORPORAL OU NÃO A VIOLÊNCIA FERE A DIGNIDADE HUMANA.

               

 

 

Celebra-se a 25 de novembro o “DIA INTERNACIONAL PELA ELIMINAÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER”. Na realidade, a mulher continua sendo alvo não só de agressões físicas explícitas, como também de violações nem sempre perceptíveis, como as discriminações que a atingem nos processos de socialização, de cognição e de aprendizagem dos papéis sexuais a serem vivenciados em relações de gênero na vida em geral. Reitere-se, portanto, que se torna imperioso que lutemos com obstinação pela construção de uma sociedade mais justa, igualitária e adequada ao Direito, na qual homens e mulheres possam viver, com respeito e amor, as suas desigualdades biológicas e naturais.

 

Vinte e cinco de novembro foi declarado em 1999 pela Organização das Nações Unidas (ONU), o “DIA INTERNACIONAL DA NÃO-VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES”, visando pregar o ativismo contra as agressões às pessoas do sexo feminino. Tal celebração se originou do Primeiro Encontro Feminista Latino-Americano e do Caribe, realizado em 1981 e que homenageou as irmãs Minerva, Maria Tereza e Patria Mirabal, assassinadas na mesma data em 1960, pela ditadura de Trujillo, na República Dominicana.

Trata-se de uma comemoração de extrema relevância, já que, mesmo diante das muitas legislações  de um mundo globalizado que proíbem a discriminação entre homens e mulheres, há países que as submetem às mais diversas arbitrariedades e agressõess, frutos de posições desprovidas de quaisquer princípios de racionalidade. Tanto que mais de um terço das mulheres do mundo já foi ou é constantemente surrada, abusada ou forçada a manter relações sexuais por um companheiro ou um membro da família, alertou recentemente uma alta funcionária da ONU, Zou Xiaoqaio, vice-presidente do Comitê para a Eliminação da Discriminação Contra as Mulheres em matéria publicada pelo jornal Correio Popular de Campinas (24/10/2010- p.B14).

Ela disse que a violência sexual só aumenta no mundo, apesar das campanhas internacionais para combatê-la, citando dados de um novo relatório do Fundo das Nações Unidas para a População. “As mulheres continuam sendo estupradas e vítimas de outras formas de violência sexual com impunidade em todo o mundo”, destacou – afirmando que, em alguns países, as acusações desta natureza podem ser invalidadas se o agressor aceitar se casar com a vítima. “Mulheres e meninas continuam sendo vendidas para o sexo em todo o mundo. Dois milhões de meninas entre cinco e 15 anos entram para o mercado sexual a cada ano”, advertiu. Assim, é  preciso que todos se engajem numa permanente e desenfreada luta por significativas mudanças no quadro social e pela busca de uma consciência coletiva que reivindique a condição feminina, respeito, reconhecimento e oportunidades iguais, redesenhando um conceito harmonioso, onde  quaisquer tipos de violência, principalmente a doméstica, desapareçam da convivência entre homens e mulheres, para que vivam com respeito as suas desigualdades biológicas e naturais, e participem juntos, sem opressão de um sobre o outro, da construção de um mundo novo e mais justo.

 

Dia Nacional de Ação de Graças

 

Celebra-se na última quinta-feira do mês de novembro, de forma ecumênica, o DIA NACIONAL DE AÇÃO DE GRAÇAS, que surgiu de uma tradicional festa norte-americana de  Massachussets, quando alguns ingleses realizaram no outono de 1620, um jantar em agradecimento a Deus, por terem sobrevivido ao frio e aos inúmeros problemas próprios do processo regional de colonização. Essa festividade foi instituída no Brasil em 16 de agosto de 1949 pelo presidente Eurico Gaspar Dutra e regulamentada em 1966. No entanto, são inúmeras as críticas às suas celebrações já que muitos entendem que ela  copia tradições dos Estados Unidos, absolutamente distantes de nossa realidade.

            A nosso ver, a comemoração não deveria se restringir exclusivamente às suas origens, mas  a um sentido abrangente, em nível espiritual, ou seja,  capaz de  inspirar as pessoas a resgatarem o sentimento de gratidão como uma forma simples de acreditar no valor da vida, na importância da convivência pacífica, na esperança de que é possível superar a fome, o desemprego e a violência, a anular preconceitos, derrubar barreiras e aproximar os indivíduos. E principalmente, restaurar a lei do amor e da gratidão a Deus por tudo que conquistamos e por obtermos um relacionamento fraterno, reintroduzindo nas pessoas, o cumprimento do ‘muito obrigado’, já que a sociedade consumista nos afasta da soliedariedade e da fraternidade, tornando-nos menos amistosos. Alguns indivíduos, com certeza, fazem o bem por opção e formação próprias. Mas não custa nada agradecermos pelos gestos de boa-vontade que constatemente nos são outorgados por amigos, vizinhos, parentes e às vezes, até por quem não conhecemos.

 

 

JOÃO CARLOS JOSÉ MARTINELLI é advogado, jornalista, escritor, professor universitário e Mestre em Direito Processual Civil.

            



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Terça-feira, 16 de Novembro de 2010
CINTHYA NUNES VIEIRA DA SILVA - NETUNO, O REI DOS MARES

                      

 

 

Quem acompanha meus textos sabe, de muito que já falei sobre isso, que sou uma amante da natureza e, por consequência, sempre tenho vivido cercada por plantas e por animais. Entre tantos bichos que compõem meu ambiente doméstico e familiar, ordinariamente há peixes.

Sou do signo de peixes e, embora não entenda absolutamente nada de astrologia e nem de horóscopo, sempre me senti atraída pela água e pelos seus habitantes. Sinto-me especialmente bem e tranquila próxima da água. Gosto demais de admirar rios, mares e até mesmo piscinas. Criança, adorava brincar de sereia, imaginando que eu morava em algum lugar bem lá no fundo, no meio dos mistérios que só as crianças compreendem e vivenciam.

            Agora que eu já sei que não posso ser sereia e que não vou conhecer o fundo do mar e do rio pelas minhas próprias guelras, restou-me observar de fora mesmo. Há muitos anos, creio que desde os oito ou nove, venho mantendo aquários em casa. Gosto de ver meus peixes crescendo, multiplando-se e até mesmo reconhecendo a mão que os alimenta. Vários textos meus tiveram como inspiração minha paixão pelos moradores da água.

            Há quase dois anos comprei um Beta, peixinho ornamental, muito colorido. Na verdade, eu os venho tendo há décadas. Quando o último deles morreu, o Nemo, após uma longa vida, eu dei um tempo. Meses depois, porém, passando por uma loja de animais, não resisti ao ver um outro da mesma espécie, todo azul, enorme e lindo. O resultado, por óbvio, foi que ele acabou parando lá em casa.

            Tempos depois, ele adoeceu. Ficou com um tipo de síndrome que o deixou inchado, quase disforme, com dificuldades respiratórias e digestivas. Para quem não sabe, esse peixe, em parte, respira fora da água, subindo à superfície para fazê-lo. Procurei ajuda especializada, mas tudo que me disseram era que ele estava condenado, que o melhor a fazer era deixá-lo morrer. Eu simplesmente não pude fazer isso, não olhando para ele e testemunhando a sua luta para viver. Comecei a fuçar na internet, a visitar alguns chats e vislumbrei um tratamento caseiro. Sem nada a perder, experimentei.

            Em princípio, parecia que nada faria efeito, mas duas semanas depois, meu valente Netuno estava quase novo em folha. Recuperou-se plenamente. Voltou a comer, readquiriu o tom de azul e novamente me permitia acaricia-lo quando vinha buscar comida na minha mão. Entendi, com ele, que não se pode desistir, não enquanto há esperança e vida.  

            Quase um ano depois disso, porém, Netuno adoeceu novamente, mas dessa vez a doença progrediu de um dia para o outro, sem que eu tivesse tempo de fazer qualquer coisa e quando fui dar a ele a primeira alimentação do dia, já o encontrei morto. O rei do mares, dos meus mares, tinha perdido a guerra.

            Sei que toda vida já vem marcada com seu término, seja gente ou seja bicho, mas é smpre doloroso quando perdemos um ser que amamos. Não tenho medo de parecer piegas ao afirmar que amo meus animais, mesmo que algumas pessoas não consigam entender isso, mas para amar é preciso coragem e uma boa dose de breguice, seja lá o amor que for...

            Também sei que a vida de um simples peixinho ornamental não interessa a praticamente ninguém, mas é por isso mesmo que escrevo sobre ele, para que mais gente saiba que ele existiu, como se fosse um tributo que a ele presto pela vida que ele me emprestou.

            Como se diz por aí, já que vou mesmo morrer um dia, que não seja de dor, mas do mais puro amor...

 

CINTHYA NUNES VIEIRA DA SILVA- Advogada, mestra em Direito, professora universitária e escritora - São Paulo



publicado por Luso-brasileiro às 15:10
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PANORAMA DA CIDADE DE COIMBRA, PORTUGAL

 

http://www.ez-team.com/turismo/coimbra/

 

Para a ver, clicar no endereço acima indicado.


 



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MARIA CRISTINA CASTILHO DE ANDRADE - A EDUCAÇÃO NO 3º SETOR

                       

 

 

O 4º Fórum Social – A Educação no 3º. Setor -, promovido pela Fundação “Antônio-Antonieta Cintra Gordinho” – FAACG -, em 11 de novembro, na sede do CIESP, com vários apoios, é o retrato da Fundação: resistência à apatia de muitos diante dos problemas da sociedade em que vivemos. Seria suficiente o trabalho que desenvolvem nas diversas, unidades, com seus alunos, a fim de construir um presente e um futuro melhor para diversas pessoas, porém se empenham em promoções, como o referido Fórum, e investem na solidariedade.

Participei como representante do 2º setor, da Companhia Saneamento de Jundiaí - CSJ, responsável pela construção e operação da Estação de Tratamento de Esgoto e pelo projeto socioeducacional Casa da Fonte. Gostaria de comentar todas as falas do Fórum, contudo o espaço é limitado.

Os participantes da mesa de abertura colocaram, mais do que o sentido do evento, uma forma de se conduzir que faz a diferença. O presidente da FAACG, Sr. Ismar Augusto Procópio de Oliveira, analisou índices sociais e econômicos do país e a importância de uma educação de qualidade, não “manchada”, para diminuir os desníveis sociais. O Prefeito Miguel Haddad falou sobre a organização e o engajamento essencial da sociedade como um todo em ações que melhorem a situação do planeta.

Dentre as palestrantes, a psicóloga Laís Fontenelle Pereira, do Instituto Alana, com origem no Jardim Pantanal da cidade de São Paulo, trouxe como tema: “Criança e consumo – entendimento e seus desafios”. A importância de que todos se mobilizem na luta contra as inserções publicitárias na mídia que mercantilizam a infância, atingindo a construção da identidade. Crianças, atualmente, segundo Laís, nascem na lógica do mercado. As relações afetivas são mediadas pelas relações de consumo. Há erotização e uso de álcool e tabaco precoces, diminuição de brincadeiras coletivas, obesidade infantil, violência pela busca de produtos caros. Bastam 30 segundos para um marca ou alimento influenciarem uma criança, de acordo com a psicóloga.  28 países restringem propagandas que afetam negativamente as crianças e a Suécia e a Noruega baniram esse tipo de publicidade. “Crianças veem, crianças fazem”.

Helena Kavaliunas, do Instituto Tomie Ohtake, abordou o impacto positivo, na educação, da arte contemporânea, da leitura de imagens e da capacidade de expressão. O Prof. José Pacheco, 34 anos professor da Escola da Ponte – Portugal, discorreu sobre “o contexto da educação, desafios e conquistas”. Trabalho interessantíssimo, desenvolvido na Vila das Aves, a 40 quilômetros da cidade portuguesa do Porto. Os alunos aprendem desenvolvendo projetos de pesquisa, votam regras de convivência e as cumprem. Existem comissões de ajuda, assembleias semanais, caixa dos segredos para recados, cartas, pedidos de ajuda, que ensinam o professor a reaprender. O projeto é baseado na autonomia dos estudantes, o poder é horizontalizado. Formam cidadãos democráticos, participativos, sensíveis, solidários, fraternos e tolerantes. Enfatizou que o professor não transmite aquilo que diz, mas aquilo que é e que não existem alunos com deficiência para aprender, deficientes são as práticas.

Ao final, algumas entidades apresentaram suas vivências com questões cidadãs, afetivas e ecológicas.

Um Fórum digno de aplausos para repensar e enriquecer o trabalho na área de educação, somar experiências, ampliar o olhar e apostar na esperança.

Destaco, ainda, o empenho, a capacidade e o acolhimento simpático e solícito de sempre da Vice-Presidente do Conselho Administrativo, Da. Maria Thereza Passos Gordinho Amaral de Oliveira, da diretora Administrativa e Educacional, Patrícia Razza e de toda a equipe da FAACG.

 

Maria Cristina Castilho de Andrade

Educadora e coordenadora diocesana da Pastoral da Mulher





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Segunda-feira, 15 de Novembro de 2010
PAULO ROBERTO LABEGALINI - NATAL NO CAMPUS UNIFEI 2010

                        

 

 

Mais um ano está terminando e os preparativos para o aniversário de Jesus Cristo acontecem em toda parte. Como cristão comprometido, eu não poderia ficar de fora da grande Festa de Natal: na minha família, na caridade, na Comunidade Nossa Senhora do Sagrado Coração, na cidade de Itajubá e no Campus da UNIFEI.

A comemoração do nascimento do nosso Salvador é tão importante que, graças a Ele, acalmarei o meu coração muitas vezes para rezar, agradecer, louvar, sorrir, amar, servir e também saborear os frutos da programação de Natal da nossa Universidade. As atrações são muitas e bastante gente trabalhou para que tudo saísse com a melhor qualidade possível.

Em 2010, fiquei contente com a participação dos alunos que se envolveram no Projeto. Nove entidades estudantis continuam prestando serviços voluntários nas diversas atividades que elaboramos. Eis os grupos atuantes: Universidade Cultural, UNIFEI Jr, AIESEC, Curso Assistencial Teodomiro Santiago – CATS, Grupo de Oração Universitária – GOU, Restaurante Acadêmico Jr, Associação Atlética, Diretório Acadêmico, Amigos de Itajubá – CEVAI. Todos com o mesmo objetivo: desenvolver ações sócio-culturais direcionadas às tradições natalinas.

É importante ressaltar que a Universidade não possui somente excelência tecnológica, mas também tem a preocupação de educar seus alunos e estender a formação cultural para a comunidade externa por meio de música, teatro e dança.

No ano passado, devido à excelente programação artística, cuidados extremos com a iluminação decorativa e almoço solidário envolvendo cerca de 1000 pessoas carentes, o Natal no Campus tornou-se referência social, cultural e turística na região. Trazendo cerca de 50 mil pessoas em visitação e participação nos espetáculos, a Universidade Federal uniu cultura e brilho natalino para celebrar o nascimento do Deus Menino.

Até o momento, estão confirmados os seguintes shows em dezembro deste ano:

– dia 11, sábado – Ballet Bolshoi (Santa Catarina) – espetáculo clássico;

– dia 12, domingo – Encontro de Corais (mais de 300 vozes: adulto e infantil) – espetáculo musical;

– dia 15, quarta – Jair Rodrigues – espetáculo da família;

– dia 17, sexta – Adriana Calcanhoto (Show Partimpim 2) – espetáculo infantil;

– dia 18, sábado – Banda Sinfônica de Santa Rosa de Viterbo – concerto de Natal.

O ‘Almoço Solidário’ será no dia 19, com distribuição de brinquedos, Papai Noel, brincadeiras infantis e transporte para as famílias carentes. O ‘IV Festival de Presépios e Mesas Natalinas’ estará exposto de 4 a 19 de dezembro.

Agradecemos a Deus porque o Projeto hoje é reconhecido como um dos grandes eventos sócio-culturais de época no Sul de Minas. A Comissão de Cultura e Extensão do ‘Consórcio das Universidades Federais das Regiões Sul e Sudeste de Minas Gerais’ destacou alguns bons eventos institucionais: Festival de Inverno – UFOP, Semana Literária – UFSJ, Semana do Fazendeiro – UFV, Festival Pró-Música – UFJF, e Natal no Campus – UNIFEI.

Nas edições anteriores, vieram a Itajubá artistas e grupos de expressão internacional. Recordando: Padre Fábio de Melo, Teatro Mágico, Ilusionista Issao Imamura, Comediante Sérgio Rabelo, Moacyr Franco, Professor Felipe Aquino, missionário Dunga (evento ao vivo pela TV Canção Nova), Adriana Calcanhoto, Grupo Armatrux, Orquestras Sinfônicas e outros.

Caro leitor, neste Natal, eu desejo que sua vida seja elogiada tanto quanto um bom jogo de futebol. Que você possa driblar todas as tristezas e matar no peito algumas poucas angústias. Que possa ainda mostrar cartão amarelo para a falsidade e cartão vermelho para os seus medos.

Desejo que você mande para a lateral as pessoas maldosas e, se tiver uma derrota, que lhe sirva de lição sem deixar revolta. Que você possa chutar para escanteio as más amizades e não cometer nenhuma falta com seus melhores amigos. Que também possa ter força no ataque para seguir em frente e ter, na defesa, calma e simplicidade para que não lhe machuquem. Que você faça belíssimos gols, conquiste e comemore amizades leais.

E que possa jogar bem, realizar e ser campeão na vida, mas, principalmente, que faça lindas jogadas de paz e de amor, porque, se tudo isso acontecer, os verdadeiros cristãos estarão na arquibancada lhe aplaudindo com entusiasmo!

Mas, antes disto se tornar realidade, dia 4 de dezembro acenderemos as luzes do Campus, do Prédio Central da UNIFEI, e você está convidado a comparecer com alegria no coração. Aqui mesmo, nesta coluna, informarei onde retirar os ingressos gratuitos para os eventos.

Agindo como irmãos, muito mais pessoas encontrarão felicidade neste final de ano. Natal é partilha, é confraternização! Natal é mais amor e serviço gratuito aos nossos irmãos!

 

PAULO ROBERTO LABEGALINI --    Escritor católico, Professor Doutor da Universidade Federal de Itajubá-MG. Pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária da UNIFEI

 



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Côn. JOSÉ GERALDO VIDIGAL DE CARVALHO - O VALOR DA ORAÇÃO COMUNITÁRIA

 

Fulge o valor da oração comunitária nestas palavras de Cristo: “Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou no meio deles” (Mt 18,20). Nestes instantes de preces se percebe ao vivo a presença de Jesus, havendo um compartilhamento da fé numa invocação a Deus e numa abertura ao amor e à esperança.  Por isto, São Paulo aconselhava aos romanos: “Buscai a plenitude do Espírito. Falai uns aos outros com salmos e hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando ao Senhor em vosso coração (Ef 5,18-20). Unidos, os cristãos  elevam  seu espírito ao Deus trino, motivados pelas grandes obras que realiza na existência de cada um. Não há nada mais bíblico nem mais eclesial do que este louvor de Deus a quem conjuntamente se adora e agradece, apresentando reparação pelas falhas humanas e se pedem graças que são concedidas pelo Pai que está nos céus, como afiançou o próprio Redentor. A oração vivida com fé autêntica  enche a pessoa da dileção de Deus, é comunhão com Ele e com os irmãos na busca da libertação dos próprios erros,  levando a um crescimento interior integral fruto da ajuda mútua. Isto porque a união na oração é uma das expressões mais vivas da comunhão dos santos. É evidente que a prece dos cristãos tem seu apogeu e sua centralidade na Eucaristia. Nunca se valorizará demais a participação no Santo Sacrifício da Missa. Nele a Palavra de Deus fala ainda mais fundo dentro de cada coração através das leituras e cânticos e nele adoramos o Pai em Cristo, com Cristo e por Cristo, recebendo os dons do Espírito Santo. Durante a Missa se oferecem  orações, súplicas e intercessões em espírito de gratidão, conscientes de que tais preces estão unidas às de Cristo e às de toda a Igreja espalhada pelo mundo inteiro. No ofertório da celebração eucarística afirmamos que tudo o que somos e o que possuímos é dádiva de Deus. Esta dativa tem dimensão social e a ela deve associar-se cada um no serviço do reino de Deus e  no serviço ao próximo, usufruindo com júbilo a presença de Jesus prometida  por Ele aos que em seu nome estão reunidos. A busca de Deus,  do Valor Absoluto, bem como a paz, a tranqüilidade, a imperturbabilidade resultam destes momentos beatíficos da prece em comum. É que a prece é sempre uma resposta de amor à vontade amorosa de Deus.  Na oração, de fato, os cristãos se põem naquela radical perspectiva de abertura ao Todo-Poderoso Senhor  e, por meio da graça, abertura à salvação, na qual Deus vem sempre de encontro cada um e o chama e opera nele na alegria do Espírito Santo. Quanto mais profundamente cada um se colocar nesta perspectiva, tendo como premissa um coração purificado e livre, tanto mais este encontro com Deus se tornará para ele, vital existencial. Rezar é, de fato, um ato de renovação da fé na presença de Deus, um gesto de esperança na tensão para a conquista da Jerusalém celeste, uma expressão de amorosa doação de si. Pode-se, deste modo, de maneira temática, concreta e palpável se perceber a inobjetivável experiência da transcendência sobrenatural do Ser Supremo. Pode-se mesmo dizer que a história pessoal da salvação de cada um é a história de sua oração feita em união com os irmãos e irmãs.  É quando se abrem os ouvidos do coração e se escuta a resposta de Deus: “Eu sou a vossa proteção”. Então razão tem Santo Agostinho que disse  que a oração do cristão é um falar com Deus, recebendo dele retorno maravilhoso. Tudo porque, quando dois ou três estão reunidos em oração, Jesus está no meio deles.

  

Côn. JOSÉ GERALDO VIDIGAL DE CARVALHO   -    Membro da Academia Mineira de Letras,  Diretor Espiritual do JSC.Professor no Seminário de Mariana durante 40 anos





publicado por Luso-brasileiro às 14:03
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HUMBERTO PINHO DA SILVA - PROVAS DE AMOR

                 

 

 

Não há revistinha cor-de-rosa, sexólogo ou gazeta, que não recomende às jovens a “Prova de Amor” e a “prova” é a entrega total de corpo e alma.

As mocinhas, na sua ingenuidade, convencem-se que sem a “prova” o rapaz duvida do afecto e irá em busca de quem esteja disponível à prova suprema da paixão.

Levadas pelas fantasias, inculcadas nos cérebros pueris por “conselheiros” devassos, as colegiais – muitas na puberdade, – vão dando “provas” aos colegas da escola; e de “prova” em “prova” pervertem-se, descendo no conceito dos que as recebem e da sociedade.

Dizem-me que nos tempos que correm o termo “namorada” não significa o que antigamente era apelidado de “ conversada”, mormente no Minho, mas: amásia, amante, companheira.

Esquecem as mocinhas que após várias “provas”, acabam por descobrir o “Príncipe” que virá a ser o companheiro da jornada; começa, então, o arrependimento: ao perpassarem por antigos namorados, recordam, envergonhadas, as “provas” que deram.

Infelizmente a juventude não costuma pensar – ainda há meninas dignas que prezam a virgindade, – e olvida, que mais tarde, os filhos podem pedir explicações das leviandades maternas.

O Jornal de Notícias de 07/10/2010, pag. 64, noticia que Karen Owen, aluna da Universidade de Duke, nos EUA – foi nesse estabelecimento de ensino que estudou Richard Nixon, – fez Power Point, onde aparecem nomes e fotos de treze colegas com quem teve relações, todos ordenados pelo tamanho do órgão sexual, indicando posições, comportamentos etc., etc., e colocou-o na Internet.

Esclarece o matutino que trabalhos desse género são vulgares nos meios universitários, mas foi o primeiro que chegou à Net.

Desconheço se correm nas Universidades portuguesas ou brasileiras esses “trabalhos”, mas sei que as jovens correm o risco da intimidade ser devassada e chacoteada por colegas, amigos e ex-namoradinhos.

A concluir apenas uma recomendação: prezem a virgindade, assim: previnem doenças, evitam a gravidez indesejada e sentir-se-ão mais dignas, felizes e respeitadas por todos.

 

HUMBERTO PINHO DA SILVA -   Porto, Portugal



publicado por Luso-brasileiro às 12:16
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EUCLIDES CAVACO - VOZ LATINA
Prezados amigos
 
Com as minhas mais cordiais saudações aqui vos deixo este poema
VOZ LATINA
transformado em canção e interpretado em jeito latino por Otília de Jesus.
Ouça e veja este tema  aqui neste link:
 
http://www.euclidescavaco.com/Fados_E_Musicas/Voz_Latina/index.htm
 
Euclides Cavaco
cavaco@sympatico.ca


publicado por Luso-brasileiro às 12:00
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O ÚLTIMO LIVRO DE VENÍCIUS AZZOLIN LENA

 

Encontra-se sobre a minha banca de trabalho o último livro de Venícius Azzolin Lena: “ PEQUENAS ESTÓRIAS ” da Editora Univates, que acabo de ler página a página.

 

Trata-se de livro de contos, narrados em estilo simples, acessível a todos, de grande beleza, que nos transportam ao meio rural brasileiro.

 

Entre outros, destaco “ O ninho de sabiá “, salpicado de saborosos regionalismos e diálogos vivos, que nos mostra a pueril amizade de Santiago, rapazinho sertanejo e Babete, filha de engenheiro francês, responsável de hidroeléctrica, nas vizinhanças do local onde o pai de Santiago mantêm pequeno negócio.

 

A história desenrola-se de forma natural e prende o leitor desde o início; igualmente, no “ O último verão “, o escritor, conhecido jornalista gaúcho, mas residente de longa data, na Baia, conta magistralmente a visita de Vicentino, menino citadino, à granja da tia Hortência, onde conhece prima de sua idade.

 

Nasce, pouco a pouco, entre os dois jovens, uma grande paixão, bruscamente cortada ao descobrirem que são irmãos.

 

O autor domina de forma perfeita a língua portuguesa, empregando vocabulário rico e imagens sublimes, que permite lê-lo com agrado e interesse. Os diálogos são alegres, de grande vivacidade, que encantam e cativam o leitor mais exigente.

 

Vinícius Azzolin Lena, reúne, nas últimas folhas do volume, recordações de infância. Aventuras juvenis, como o “ Assalto às goiabeiras “, realizado em Jaguari - RS. Narrativa palpitante, cheia de cor, que não se pode ler com indiferença; belas páginas de memórias, reminiscências da puberdade, que fazem lembrar, ao leitor, recordações do seu próprio passado, saudades do rincão natal. 

 

 

Humberto Pinho da Silva

Porto, Portugal

Novembro de 2010



publicado por Luso-brasileiro às 11:36
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Cfd. ALUIZIO DA MATA - OS PÉS DE MARIA

                                   

 

 

Pés sugerem andar. Andar sugere ir ao encontro. Ir ao encontro sugere ajudar. Ajudar sugere caridade.

Quantas vezes Ana e Joaquim devem ter brincado com os pezinhos de Maria em seus próprios rostos, como todo pai e toda mãe fazem! Quantas vezes Maria menina teria sorrido com as cosquinhas que seus pais fizeram em seus pés!

Quando Maria colocou pela primeira vez seus pés no chão foi para alegrar seus pais. Faço a idéia da cena. Ana coloca Maria encostada na parede da casa pobre. Corre para o outro lado da sala onde Joaquim já estava. Ambos abrem os braços e chamam: “Vem, Maria”.

Maria fica meio assustada ao ver-se sem o apoio dos braços da mãe. Fica com um pouco de receio, mas passados os primeiros momentos se enche de coragem e dá o primeiro passo. Para. Pensa. Mas ao ver seus pais de braços abertos dá outros passos e se aninha naqueles aconchegos. Quanta alegria de Ana e Joaquim. Quanta alegria no coração de Maria. É certo que Maria deve ter tomado alguns tombos, até esfolado os joelhos, mas ela nunca mais parou.

Com seus pés, ainda infantis, serviu no templo. Com seus pés já adolescentes começou a correr até á janela da sua casa para ver quando José passava. Seus pés também caminharam para ajudar. Quantas vezes devem ter ido ao poço para buscar água para a sua mãe, ou ido levar uma caneca de água para Joaquim!

Os pés de Maria foram seus sustentáculos quando o Anjo lhe anunciou sua missão. E foram caridosos quando foi servir Isabel!

Seus pés devem ter sofrido quando foi para Belém, quando fugiu para o Egito e quando de lá voltou. Sofreram também seus pés quando acompanhou Jesus em suas pregações. Quantas vezes Maria deve ter pensado em correr para junto do seu Filho quando os poderosos queriam matá-Lo ou em seus sofrimentos durante a Paixão! Imagino Maria seguindo o cortejo na Via Dolorosa, tentando chegar perto de Jesus para ajudá-lo a carregar sua cruz. Seus pés certamente  devem ter recebido uma ordem do cérebro para levá-la a abraçar os pés  cravados na cruz. Com muita dificuldade seus pés se arrastaram até o Santo Sepulcro.

Mas, passados aqueles terríveis momentos, seus pés descansaram. Descansaram para poder estar novamente prontos para outra missão.  Quanto Maria deve ter andado para estar junto com os apóstolos, para dar-lhes  a coragem de enfrentar  todos os sofrimentos e perigos que tiveram de passar...  

Os pés de Maria também são fontes de inspiração  para os vicentinos.

Os pés dos vicentinos devem estar preparados para caminhar e praticar o bem. Devem  caminhar para encontrar o necessitado, curar-lhe as feridas  físicas e espirituais.

Assim como Maria ia ao encontro do Jesus sofredor, os  vicentinos também devem ir ao encontro do Jesus que sofre nos dias atuais.

Pés assim sempre caminharam e caminham para a santidade.

 

ALUIZIO DA MATA - Vicentino, Sete Lagoas, Brasil 



publicado por Luso-brasileiro às 11:31
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Terça-feira, 9 de Novembro de 2010
PAULO ROBERTO LABEGALINI - A SUPERUNIVERSIDADE

 

                      

 

 

Em 3 de agosto deste ano, o jornal Estado de Minas publicou isto:

“Foi dada a largada para a criação de uma das maiores universidade pública do país. Nesta terça-feira, os sete reitores das instituições que vão compor a Superuniversidade do Sudeste de Minas Gerais, apelido dado ao consórcio de estabelecimentos federais de ensino superior, assinaram um protocolo de intenções durante reunião em Belo Horizonte.

O documento deverá passar pelo crivo dos conselhos universitários, os quais dirão se aprovam ou não a fusão envolvendo as federais de Alfenas, Itajubá, Juiz de Fora, Lavras, São João del-Rei, Ouro Preto e Viçosa. O protocolo será formalizado terça-feira que vem, no campus da UFSJ em Divinópolis, pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Ministro da Educação Fernando Haddad e o grupo de reitores.”

Bem, desde aquela oportunidade, temos dito que não existirá a Superuniversidade. A intenção do consórcio entre as sete universidades do sul e sudeste de Minas é permitir parcerias diversas para alcançar melhores resultados naquilo que fazem sozinhas. Não haverá perda de autonomia nem fusões, os recursos financeiros serão maiores para financiamentos de projetos, o diálogo permanecerá constante, os intercâmbios de alunos e professores fluirão com certa normalidade, as pesquisas terão mais qualidade, a extensão mais opções e os cursos poderão contar com novos laboratórios. Parabéns a quem pensou nisto.

Então, a Superuniversidade pela fusão das sete mineiras não acontecerá, mas, na verdade, a Superuniversidade já existe! Mesmo que seja em nossos corações, a Universidade Federal de Itajubá pode receber este título porque está caminhando para 100 anos de fundação e de reconhecida competência naquilo que realizou. Continuamos pequenos em tamanho, porém muito grandes em história!

E 2013 será o ‘Aniversário do Centenário’, com muita festa, homenagens, e as ações nesse sentido já começaram. Sábado passado, dia 5 de novembro, alguns dos 72 voluntários se reuniram para discutir as subcomissões de trabalho. Sob as coordenações dos professores Elzo Aranha e Daniela Rocha, ficou transparente o entusiasmo das pessoas na participação do projeto. Reitor, docentes, alunos, diplomados, todos irmanados no empreendimento dos 100 anos para mostrar ao mundo o que representamos no cenário tecnológico deste país.

Há três coisas na vida que não voltam mais: tempo, palavras e oportunidades. Com certeza, não estamos perdendo tempo na iniciativa de prepararmos o centenário da nossa Superuniversidade. As palavras que o reitor proferiu sábado foram desafiadoras: “Não faremos apenas um livro ou um selo comemorativo. Queremos algo ‘fora do quadrado’, inovador, aquilo que ninguém fez”. Eu completei dizendo que temos a oportunidade de participar dessa história muito além daquilo que já fizemos; agora, montando o imenso quebra-cabeça do passado.

Peçamos a Deus que estas outras três coisas não destruam os nossos sonhos: a raiva, o orgulho e a falta de perdão. Que também não percamos a esperança, a paz e a união. Que valorizemos cada vez mais o amor, a família e os amigos. Não nos deixemos influenciar pelo dinheiro, pela fama e pelos interesses pessoais. Que tenhamos dignidade cristã, responsabilidade e humildade, sempre em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

E a alegria no trabalho não pode faltar. Mesmo nas dificuldades, seremos mais felizes colocando esperança no coração. Sejamos, então, gratos a Deus mesmo nas provações, que nos farão crescer espiritualmente se vivermos com fé.

Veja que bela reflexão circula pela internet:

Agradeço: por minha mulher dizer que teremos cachorro quente no jantar, porque ela está em casa comigo; pela minha filha reclamar de ter que lavar a louça,  porque isso significa que não está nas ruas; pelas broncas do chefe, pois isto mostra que estou empregado!

Agradeço: pela bagunça que restou depois da festa, porque foi maravilhoso estar rodeado de amigos; pelas roupas que estão ficando apertadas, porque significa que tenho mais que o suficiente para comer; pela grama a ser cortada, pelas janelas que precisam ser limpas e pelas calhas que preciso consertar, porque significa que tenho uma casa para morar.

Agradeço também: pela vaga que demorei a achar bem no final do estacionamento, porque pude contar com meu meio de transporte; pela conta monstruosa de energia que pago, porque isso significa que estou vivo; pela senhora desafinada que canta atrás de mim na igreja, porque ainda posso ouvir; pelos músculos doloridos ao final do dia, porque fui capaz de dar duro o tempo inteiro!

Eu agradeço, leitor, por receber e-mails demais, pois significa que um monte de amigos pensa em mim. E dou graças a Deus por existir a Superuniversidade Federal de Itajubá, que este ano realizará mais um lindo Natal no Campus. Na semana que vem, comentarei a programação.

 

PAULO ROBERTO LABEGALINI --    Escritor católico, Professor Doutor da Universidade Federal de Itajubá-MG. Pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária da UNIFEI

 

 



publicado por Luso-brasileiro às 13:50
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