PAZ - Blogue luso-brasileiro
Quarta-feira, 8 de Dezembro de 2010
CLARISSE BARATA SANCHES - NATAL 2010 E A CRISE PORTUGUESA

 

Não foi, dois mil e dez, ano da Graça!

Se a crise, a má gestão pôs Portugal

Sem vigor, sem emprego e na desgraça,

Vamos erguer-lhe o seu potencial?!  

 

Tem o seu Mar e Terra, a sua raça

De herói, e tantas cartas de foral…

Na alma a luz da Fé, que nos abraça,

E o Menino em Presépio de Natal!

 

Vamos ser mais humanos, patriotas

E lendo os Evangelhos, suas notas,

Levantemos com honra o Estandarte!

 

Com ideias morais, iniciativas,

Jesus há-de mostrar-nos perspectivas

Duma história a brilhar por toda a parte!

 

Clarisse Barata Sanches  - Goís, Portugal

 



publicado por Luso-brasileiro às 12:02
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Sábado, 4 de Dezembro de 2010
PAULO ROBERTO LABEGALINI - TRÊS CONVITES ESPECIAIS

 

                       

 

 

“Como você sabe, está chegando a data do meu aniversário. Todos os anos, as pessoas fazem festa em minha honra e creio que neste ano acontecerá a mesma coisa. As pessoas também vão às compras, o rádio e a TV fazem centenas de anúncios e, em todo lugar, não se fala outra coisa a não ser dos preparativos para o grande dia.

Há décadas, começaram a festejar o meu nascimento. No começo, pareciam compreender e agradecer o que fiz por eles, mas, hoje em dia, poucos sabem por que razão o celebram. Famílias se reúnem e se divertem muito, mas não sabem do que se trata.

Estou me lembrando do ano passado: ao chegar o Natal, havia coisas deliciosas na mesa, com muitos presentes, mas não me convidaram. Eu era o aniversariante e ninguém se lembrou de me convidar! Fecharam a porta na minha cara! Só que isso não me surpreendeu porque, nos últimos anos, muitos me excluíram de suas vidas.

Como não me chamaram, entrei sem fazer ruído. Estavam todos brindando, contando piadas, divertindo-se. Aí chegou um velho gordo vestido de vermelho, com barba branca e gritando: ‘Ho! Ho! Ho!’ Parecia ter bebido demais... Deixou-se cair pesadamente numa cadeira e todos correram, dizendo: Papai Noel! Papai Noel! – como se a festa fosse para ele!

Quando chegou meia-noite, começaram a se abraçar. Estendi meus braços esperando que alguém viesse, e ninguém se aproximou. De repente, começaram a entregar os presentes e cheguei perto para ver se, por acaso, havia algum para mim... Nada!

O que você sentiria se, no dia do seu aniversário, todos se presenteassem e não dessem nenhum presente para você? Compreendi, então, que estava sobrando na festa. Saí em silêncio, fechei a porta e fui embora.

Cada ano que passa é pior: muitas pessoas só se lembram da ceia, dos presentes, das festas; de mim, poucos comentam. Mas, neste Natal, gostaria que você me permitisse entrar na sua vida, reconhecendo que, há mais de dois mil anos, vim ao mundo para lhe dar minha própria vida na cruz e, assim, salvá-lo dos pecados.

E já que muitos não me convidam para a festa que fazem, farei a minha própria festa. Estou nos últimos preparativos e logo enviarei os convites. Este, agora, é especial para você. Só quero que me diga se quer vir. Prepare-se porque, quando menos esperar, darei a minha grande festa! Sua família e as pessoas que quiser trazer serão muito bem recebidas.

Ah, esqueci de dizer que, na minha festa, não haverá choro nem ranger de dentes; somente paz, amor e justiça. Pena que muitos serão chamados, mas poucos os escolhidos.” – Jesus Cristo.

Caro leitor, vamos juntos nessa festa? Os preparativos começam na noite deste sábado, dia 4, no Campus da UNIFEI. As luzes decorativas serão acesas, os presépios e as mesas natalinas estarão montados, dando início à confraternização maior que acontecerá nas igrejas, dia 25.

O confrade Aluizio da Mata, vicentino de Sete Lagoas, também encaminhou-me este texto-convite na semana passada. Vale a pena ler e refletir.

“Em minha opinião, Natal deveria ser apenas uma ocasião de agradecimento a Deus pelo nascimento de Jesus. Foi o maior presente que o Criador poderia dar para a humanidade.

Talvez porque a própria Bíblia narre que Jesus recebeu presentes ao nascer, o homem tenha pensado em imitar o gesto, mas, hoje em dia, o motivo e a intenção mudaram completamente, pois poucos são os que se lembram de Jesus no Natal. O comércio, o consumismo, a própria falta de religião tem contribuído para que seja assim.

Lembro-me que, quando criança, nossos presentes de Natal eram coisas de utilidade. Roupas, sapatos, e só. Os brinquedos, nós mesmos fazíamos. Qualquer manga verde caída do pé era nosso boi, pois colocávamos nela pedaços de paus imitando pernas e chifres. Pedaços de cabaça eram transformados em carros de boi. Minhas irmãs ganhavam bonecas de pano que minha mãe fazia com a ajuda delas. E éramos felizes.

Hoje, as crianças recebem muitos presentes no Natal, às vezes um presente de cada adulto da família. E por mais que ganhem, logo deles se esquecem. Embora mais bem elaborados, já não têm os atrativos dos presentes de antigamente. Dê uma busca em sua casa e achará muitos brinquedos guardados ou esquecidos.

Todas as crianças terão um Natal assim? Certamente não. Existem milhares de crianças que não ganharão nada neste Natal. Se falarmos em termos de Planeta, serão milhões de crianças! E isto não dói na nossa consciência?

Não tem nada mais agradável a Deus do que um nome escrito em Seu coração com o sorriso de uma criança pobre. Caso você não possa ou não tenha coragem  de ir até um bairro distante, vá a uma agência dos Correios. Lá existem centenas de cartas de crianças pedindo algum brinquedo. Você pode optar levar o presente e entregá-lo com suas próprias mãos, ou deixar o carteiro entregar por você.”

Aceitando estes três convites, você concorrerá a uma passagem para o Céu.

 

PAULO ROBERTO LABEGALINI --    Escritor católico, Professor Doutor da Universidade Federal de Itajubá-MG. Pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária da UNIFEI



 



publicado por Luso-brasileiro às 10:42
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CINTHYA NUNES VIEIRA DA SILVA - ESCOLHAS

                      

 

 

            Já comentei que tenho em mim algum desvio genético, tendo em meu DNA, sem sombra de dúvidas, partes de traça. Assim, além de dois jornais, assino quatro revistas. Por óbvio, nem sempre consigo ler tudo em tempo, ou seja, antes que os novos exemplares cheguem. O resultado, é claro, é uma pilha de revistas e suplementos que ficam me olhando, de canto de olho, esperando para serem lidos, quase impacientemente.

            Normalmente eu lido bem com essa situação. Em certa medida, até gosto de olhar aquele monte de informações, loucas para saírem do papel e pularem para dentro da minha cabeça. O mais provável é que seja o contrário, mas eu gosto de imaginar desse modo, o que me faz sentir menos louca.

            Chega um ponto, contudo, em que percebo que preciso fazer uma triagem, até porque a pilha, em semanas mais apertadas de trabalho, alcança patamares inaceitáveis, essencialmente sob o ponto do equilíbrio. Daí, começo a separar as revistas mais velhas ou aquelas com capas menos interessantes. Tenho alguns destinos para elas. Parte, mando para uma amiga enviar para crianças fazerem recortes e trabalhos escolares. A outra parte eu encaminho para amigos e familiares que apreciam ter material disponível para ler ao banheiro, em momentos de, digamos, concentração.

            Esses dias, em épocas de fim de ano, em que ando quase soterrada por provas, praticamente reduzi a poucas horas no dia minha chance de fazer leitura prazerosa. Tudo o que leio são respostas e mais respostas a questões jurídicas, o que acaba me deixando um tanto esgotada mentalmente. Organizei as minhas habituais escolhas e separei algumas que não abriria mão de ler.  

            Conforme ia separando as ditas cujas, ocorreu-me que, pela capa, eu poderia estar super ou subestimando conteúdos. Ilusão, por outro lado, eu imaginar que, caso as deixasse por ali, um dia as leria. Eu já superei essa fase. Já aprendi que não dou conta de tudo, apesar do meu desejo de fazê-lo.

            Não pude evitar um paralelo, o de que a vida pode também seguir alguns padrões aleatórios. Vai-se lá saber quais os critérios que nos colocam, nas relações pessoais, profissionais, em uma pilha ou em outra... Se nos julgarem pela “capa”, estou certa de que muito conteúdo se perderá. Muitas vezes somos preteridos e nem desconfiamos das razões. Pensamos em tantas hipóteses, culpamos Deus, nós mesmos e, no meio disso tudo, é possível que as razões nem sejam razões, mas caprichos, escolhas tolas e superficiais, de quem não tem tempo ou disposição para desvendar as pessoas, para folhear todas as páginas do capítulo ou de uma vida...

 

CINTHYA NUNES VIEIRA DA SILVA- Advogada, mestra em Direito, professora universitária e escritora - São Paulo





publicado por Luso-brasileiro às 10:40
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JOÃO CARLOS JOSÉ MARTINELLI - DIA DA JUSTIÇA - "Não há governo para o povo sem a igualdade de todos perante a lei" ( A. Lincoln)

                       

 

 

Inúmeras pesquisas de âmbito nacional indicam uma acentuada descrença no sistema judiciário brasileiro, sendo que a maioria absoluta dos entrevistados o acha lento e até parcial. Desta forma, ao comemorarmos o Dia da Justiça, ressaltamos a necessidade de uma manifesta vontade política, independentemente dos frutos eleitorais que possam advir desse importante propósito, para aparelhar este Poder constituído, que apesar de seus inúmeros problemas mantém a sua relevância e seu brilho no aperfeiçoamento do Estado Democrático de Direito. Portanto, faz-se necessário modernizá-lo em todos os sentidos, dinamizando-o, recuperando o seu prestígio como instituição e fazendo com que a Justiça e a verdade prevaleçam e que a lei seja o idioma comum a todos os brasileiros.

 

 

A Constituição estabelece como garantia fundamental de proteção dos direitos fundamentais, o acesso ao Judiciário, quando alguém entender que seu direito foi lesado ou simplesmente ameaçado (Art. 5º, XXXV). Apesar de se constituir num imperativo constitucional, em nosso país, muitas pesquisas como a que embasou o livro “Acesso à Justiça”, organizado por Maria Tereza Sadek, professora do Departamento de Ciências Políticas da USP, constatou que a maioria do povo brasileiro não tem idéia do que seja esses Poder constituído ou o que ele representa, vindo a saber de sua existência quando é obrigado a usá-lo em ocorrências criminais, diante da escalada da violência.

Por outro lado, ressalte-se que a confiança da população nas instituições sofreu mudanças importantes no último trimestre (julho/agosto/setembro) deste ano. É o que revela consulta do Índice de Confiança na Justiça (ICJ Brasil), produzido pela Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas em São Paulo (Direito GV). Enquanto o Judiciário ficou em situação desconfortável, empatada com a polícia e à frente apenas do Congresso e dos partidos políticos, a Igreja saltou do 7º lugar para a segunda posição. O ICJ  foi criado para verificar o grau de credibilidade na prestação jurisdicional no Brasil e como os seus habitantes a utilizam para a reivindicar direitos e buscar por soluções. No Distrito Federal são maiores os números positivos, desbancando a liderança do Rio Grande do Sul que, desde o início da sondagem, em julho de 2009, ocupava o posto. Minas Gerais e Pernambuco são os Estados onde os percentuais negativos prevalecem.

Assim, além do distanciamento popular, a sua expansão está praticamente paralisada e seus funcionários, mal remunerados, enfrentam carga excessiva de trabalho - o que levou recentemente grande parte deles em São Paulo a entrar em greve para sensibilizar as autoridades sobre suas parcas condições. E o que é pior, a morosidade no andamento dos feitos e a impunidade provocada por uma série de aspectos os mais diversos, agravam sensivelmente esse quadro. È por isso que as consultas de âmbito nacional indicam uma acentuada descrença no sistema judiciário, sendo que grande parcela dos entrevistados o acha lento e acredita que o tratamento propiciado aos ricos e pobres é diferenciado, que as normas legais só atingem os segundos e que a prática se distingue da teoria, pois se acredita nas leis mas se  conclui que o comportamento desonesto é inevitável, principalmente porque há muitas maneiras de se escapar imune. Paralelamente, inúmeros conflitos de interesses não são resolvidos porque muitos indivíduos não buscam amparo judicial, certos de que este só surgirá a um longo prazo, ou ainda por desconhecerem seus próprios direitos.

 Claro que uma infinidade de casos internos poderiam ser solucionados a contento, mas tais aspectos não retiram a sua relevância e seu brilho, notadamente no aperfeiçoamento do Estado Democrático de Direito.

A 08 de dezembro, celebra-se o Dia da Justiça, instituído pela Lei Federal n. 1408 de 1951 e comemorado com um feriado para os funcionários forenses de todo o País. Momento também para se refletir sobre a necessidade do aprimoramento no seu acesso e  de uma manifesta vontade política, independentemente dos frutos eleitorais que possam advir desse importante propósito,  para aparelhar o Judiciário, a fim de que sua modernização - em todos os sentidos - possa dinamizá-lo, recuperando o seu prestígio como instituição e fazendo com que a Justiça e a verdade prevaleçam e que a lei seja o idioma comum a todos os brasileiros. Vale lembrar aqui, mais uma vez, o conceito de democracia de Abraham Lincoln: “Não há governo para o povo sem a igualdade de todos perante a lei”.

 

                                   DIA DA FAMÍLIA

 

Também se comemora a 08 de dezembro o DIA INTERNACIONAL DA FAMÍLIA, uma criação da Igreja Mórmon e que objetiva destacar a importância do instituto como núcleo vital da coletividade. Às suas finalidades principais - a procriação e o amor recíproco - aparece a circunstância eminentemente social que a torna um centro de socialização, de formação da pessoa em todos os níveis, fazendo com que essa dependência não se esgote apenas no aspecto biológico, mas abranja, também, o moral, o psíquico, o espiritual, etc. E essa questão adquire mais seriedade na medida em que a sociedade passa a desempenhar um papel negativo, sendo massificadora, opressora, agente de desidentificação. Exige-se assim da família atitudes mais coerentes nesse processo de formação, em que a pessoa aprende  a sentir-se sujeito dos direitos e deveres, a se libertar do egoísmo; a crescer  na fé; a se adestrar, enfim, para contribuir ativamente na construção de um novo corpo social.

 

JOÃO CARLOS JOSÉ MARTINELLI é advogado, jornalista, escritor e professor universitário com Mestrado em Direito Processual Civil.



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Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010
EUCLIDES CAVACO - GRITO POÉTICO
Distintos amigos e leitores
 
GRITO POÉTICO
É como que um  clamor de indignação a que tentei dar  forma e vida ,
salientando algumas iniquidades que continuam a atormentar a humanidade.
Que bom seria que este meu grito poético não fosse apenas quimérico.
Veja-o em poema  aqui neste link:
 
http://www.euclidescavaco.com/Poemas_Ilustrados/Grito_Poetico/index.htm
 
Euclides Cavaco
cavaco@sympatico.ca


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MARIA CRISTINA CASTILHO DE ANDRADE - NÂO ESTAR SÓ E A ATEAL

                       

 

 

Alguns trabalhos e falas merecem destaque e partilha para burilar o ser humano.

Em 18 de novembro, a ATEAL – Associação Terapêutica de Estimulação Auditiva e Linguagem –, em sua sede, homenageou, com a placa: “Empresa amiga da Ateal – Ações de Responsabilidade Social”, 20 empresas, dentre elas a Companhia Saneamento de Jundiaí – CSJ, que é a responsável pela construção e operação da Estação de Tratamento de Esgoto – ETEJ – e pelo projeto socioeducacional Casa da Fonte. As empresas, em destaque, em sua maioria, investiram, em 2010, na entidade, através do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, até 1% do IR devido.

A ATEAL foi fundada em 1982, pela fonoaudióloga Mariza Cavenaghi Argentino Pomílio que, além da capacidade profissional na área, é de sensibilidade para as dores do mundo e carrega o dom de mobilizar parceiros para o bem. A diretoria, funcionários e voluntários da ATEAL demonstram isso.

O objetivo  da Associação é atender pessoas com deficiência auditiva e ouvintes com distúrbios de comunicação, prestando-lhes serviços de diagnóstico, habilitação e reabilitação gratuita e permanente, para uma inclusão familiar, social, educacional e profissional. Desenvolve, além disso, pesquisas genéticas em parceria com o CBMEG (Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética) da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP.

Muito interessante a forma da homenagem em meio ao relato do trabalho e seu resultado. Os projetos destacados: “Informatizando Conhecimentos”; “Corpo e Canto” – tivemos a oportunidade de ouvir o coral formado por crianças e adolescentes com limites de audição e fisionomia alegre pela vitória-, “Educação para o pensar”,  “Oficina de habilidades para o trabalho”, “Qualificação e inclusão profissionais”.

Trouxe comigo, ainda, daquela manhã, duas colocações: uma a respeito das atividades que desenvolvem, conduzindo para “a alegria de não estar só”. Que beleza empenhar-se em um trabalho, seja com que grupo for, para que a pessoa com alguma dificuldade – quem não a tem - experimente não estar só. A solidão pelo impedimento de convívio com os que nos cercam é muito triste. É uma condenação às margens. Os condenados gemem e anseiam por alguém que lhes dê luz e dignidade. A luta da ATEAL é um segundo parto para os inabilitados em ouvir e falar. E como são nobres os que engravidam da esperança e ensinam os primeiros passos de cada um dos órgãos do sentido. E como são nobres os que ensinam a escutar a voz do coração.

A outra frase: “No preço que você paga, está o valor que você busca”.

É isso. Não é necessário falar mais nada. A proporção da luta depende das virtudes que cada um carrega: agentes de transformação e assistidos.

 

Maria Cristina Castilho de Andrade

Educadora e coordenadora diocesana da Pastoral da Mulher/Magdala, Jundiaí,Brasil

 



publicado por Luso-brasileiro às 12:20
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