PAZ - Blogue luso-brasileiro
Sábado, 17 de Dezembro de 2011
PAULO ROBERTO LABEGALINI - HISTÓRIA e ENTRE SEM BATER

                                 

 

 

* H I S T Ó R I A

 

Contam que depois de um dia de caminhada pela mata, mestre e discípulo retornavam ao lar e, passando por um arbusto, ouviram um gemido. Acharam, então, um homem agonizante com uma grande mancha de sangue próxima ao coração e, com muita dificuldade, o carregaram para um casebre rústico, onde trataram do ferimento.

Uma semana depois, já restabelecido, o homem lhes contou que havia sido assaltado e, ao reagir, fora ferido por uma faca. Disse também que conhecia o agressor e que não descansaria enquanto não se vingasse. Então, se dirigindo ao mestre, falou:

- Senhor, muito lhe agradeço por ter salvado a minha vida. Agora, vou ao encontro daquele que me atacou e fazer com que ele sinta a mesma dor que senti.

O bondoso sábio olhou fixo para o homem e disse:

- Vá e faça o que deseja; entretanto, devo informá-lo que me deve três mil moedas de ouro, como pagamento pelo tratamento.

O homem ficou assustado e exclamou:

- Senhor, é muito dinheiro! Sou um simples trabalhador e não tenho como lhe pagar esse valor!

- Se não pode pagar pelo bem que recebeu, com que direito quer cobrar o mal que lhe fizeram? Antes de se vingar, procure saber quanto ainda deve! E não faça cobrança pelas coisas ruins que lhe aconteçam na vida, pois, com certeza, você vai pagar muito mais caro.

Pois é, pode ser muito difícil perdoar certas atitudes de terceiros, mas, se Deus não nos perdoasse, como chegaríamos ao Céu? O perdão que Ele nos concede a cada confissão não é gratuita e fundamentada no amor que tem por nós?

Portanto, para sermos imensamente gratos e merecermos receber outras graças, precisamos fazer o mesmo. Amando e perdoando, o nosso fardo fica muito mais leve e sempre haverá um bom samaritano em nossa vida.

 

* Do programa ‘Nossa Reflexão’, que vai ao ar em quatro horários no Canal 20: 8h30, 11h30, 17h30 e 22h30. O site www.canal20tv.com.br disponibiliza os vídeos já apresentados na televisão. Clique em ‘Arquivos de Vídeo’ e depois em ‘Nossa Reflexão’.

 

**ENTRE SEM BATER

 

Não sei o autor deste texto, mas reflita comigo, caro leitor, que coisa linda:

Deixe entrar sem bater, meu amigo, os que morrem de frio, mais por falta de amor do que da roupa. Deixe entrar sem bater os que perderam o rumo dos trilhos complicados da existência; talvez achem no céu de seu abraço a estrela de Belém.

Deixe entrar sem bater os que têm fome mais de carinho do que de pão, e reparta com eles sua vida - que vale muito mais do que seu dinheiro. Deixe entrar sem bater os que chegam a pé, empoeirados e cansados, porque a passagem do destino era cara demais e ninguém lhes pagou sequer o bilhete da terceira classe no trem da felicidade.

Deixe entrar sem bater os enjeitados no princípio: filhos de mães solteiras, filhos do prazer criminoso e egoísta. Deixe entrar sem bater os enjeitados no fim: os velhos e velhinhas que deram tudo de si, que perderam as pétalas da vida em benefício dos frutos – seus filhos –, e agora são deixados a murchar no fundo dos asilos.

Deixe entrar sem bater os esquecidos, por não poderem mais fazer carinhos, porque ficaram tão grossas suas mãos - com calos e feridas do trabalho - que agora suas carícias parecem que machucam a face que os rejeita. Deixe entrar sem bater - como se a casa fosse deles -, os que não tiveram tempo de ser crianças, porque a vida lhes impôs uma enxada nas mãos, quando deveria pôr nelas algum tipo de brinquedo.

Deixe entrar sem bater os que nunca tiveram sorrisos em seus lábios, porque a lágrima chegava sempre primeiro, entrando-lhes pelo canto da boca e estragando com sal o doce da alegria.

Deixe entrar sem bater todos estes, sem temer que falte espaço, porque no coração de um cristão sempre cabe mais um - e até milhares! -, e depois que tiver a sala do seu peito lotada de infelizes, aleijados e famintos, você vai ter, amigo, a maior das surpresas: verá que a face torturada de tantos desgraçados se transforma, de repente, no rosto luminoso e sorridente de Jesus - Jesus falando assim só para você:

“Meu filho, agora é a sua vez; entre você também sem bater, a casa é sua. Um cantinho do céu é todinho seu!”

 

** Do programa ‘Acreditamos no Amor’, que vai ao ar em dois horários na Rádio Futura FM, 106,9 MHz: 6 h e 18 h – segunda a sexta.

Site para ouvir o programa ao vivo: www.futurafm.com.br

 

 

 

PAULO ROBERTO LABEGALINI -    Escritor católico, Professor Doutor da Universidade Federal de Itajubá-MG. Pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária da UNIFEI.

 



publicado por Luso-brasileiro às 15:42
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JOÃO BOSCO LEAL - A NOSSA GERAÇÃO

                       

 

 

 

 

Apesar de ainda faltarem dois longos anos para lá chegar, eu me identifiquei bastante lendo um texto de Regina de Castro Pompeu "De repente 60".

A amiga de juventude que o enviou dizia perceber que já possui bem mais passado do que futuro, já não possuía mais tempo a perder e que agora procurava dar mais carinho, amor, cumplicidade e amizade aos que mais quer, mas cobrava receber o mesmo, pois o tempo passava e amanhã poderia ser tarde. Já ouvira muitas coisas semelhantes, mas dito assim, ao lado do texto enviado, despertou-me atenção para os raciocínios.

Por termos presenciado tantas mudanças radicais pelas quais passou a humanidade no período, realmente somos de uma geração extremamente privilegiada. Nesse período fizeram história John F. Kennedy, Martin Luther King, Frank Sinatra, os Beatles, Elvis Presley, Michael Jackson, Juscelino Kubitschek, Vinicius de Morais, Tom Jobim e Elis Regina, citando somente os que já não estão entre nós.

Presenciamos o surgimento das eletrolas, vitrolas, dos gravadores com fitas de rolo, cartucho e cassete - que os adolescentes provavelmente já nem sabem do que se trata -, o início e a proximidade do fim dos CDs, DVDs e mp3, que deram lugar aos pen-drives e blu-rays.

As televisões com as imagens em preto e branco eram um luxo e durante muito tempo só eram encontradas nas residências das famílias com maior poder aquisitivo. Vieram as coloridas e muitas prefeituras dos municípios do interior colocavam um aparelho na principal praça da cidade, para que todos tivessem acesso.

As máquinas fotográficas eram enormes e mesmo quando se tornaram portáteis eram caras, não acessíveis para a grande maioria da população e gravavam as imagens em filmes de 35 mm que precisavam ser revelados.

Na década de cinquenta eram muito poucas as opções de transporte, realizado por jardineiras, trens ou bondes urbanos, pois os poucos modelos de automóveis existentes possuíam custo inimaginável para a população. Assistimos a tudo isso, mas também vimos o homem pisar na lua.

As comunicações evoluíram desde o telefone com manivela, passando pela chamada através da telefonista, aparelhos automáticos, os sem fio e celulares, chegando aos atuais smartphones.

Atualmente, as televisões e os telefones, fixos ou móveis, são de qualidade muito superior, de tamanhos de bolso a verdadeiras telas cinematográficas, acessíveis para toda a população e onde quer que ela esteja.

As opções são muitas, com canais abertos ou pay-per-view, analógicos ou digitais, celulares pré e pós-pagos, além de Skype, VOIP, etc., com todas as transmissões de imagem e som por cabos, antenas parabólicas, radio-frequência ou satélites.

Nas cidades estranhas, a cada trecho percorrido, parávamos para pedir informações, mas com os atuais aparelhos de GPS portáteis, não se erra mais qualquer endereço, pois uma voz eletrônica não silencia enquanto qualquer erro no trajeto não for corrigido.

A ciência e a medicina evoluíram de tal maneira nesse período que a expectativa média de vida dos brasileiros passou de quarenta para setenta e cinco anos.

Com os jovens, presenciamos o surgimento da geração i... Pod, Phone e Pad, dos diversos sistemas operacionais dos PCs, notebooks, smartphones e tablets, da "computação em nuvem", além da morte de um gênio visionário, que criou ou possibilitou a criação da maioria dessas invenções, Steve Jobs.

Os que já possuem mais de sessenta anos podem se orgulhar de terem vivido no período mais fértil de progresso que a humanidade já conheceu.

 

 

 

JOÃO BOSCO LEAL, é articulista político, produtor rural e palestrante sobre assuntos ligados ao agronegócio e conflitos agrários.

Campo Grande, Brasil.



publicado por Luso-brasileiro às 15:14
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Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2011
LAURENTINO SABROSA - O NATAL EXISTE?

 

 

 

          Há já bastantes anos, uns certos iconoclastas pretenderam que “NATAL” fosse substituído por “FESTA DA FAMÍLIA”, o que estava tão fora dos sentimentos das pessoas que a ideia caiu no ridículo para depois cair no esquecimento.

          Na verdade, cada família tem variadas festas, em comemoração de aniversários, casamentos, e outras que já existem ou queira inventar. Os tais iconoclastas teriam sido mais inteligentes e mais psicólogos, se proposessem a designação “FESTA DAS FAMÍLIAS”, sugerindo uma colectivização, porque o NATAL para existir, tem der ser uma festa colectiva.

          Se alguém celebra essa festa em família e pensando só na sua família, seja anátema, porque o seu Natal não existe, esse Natal não é meu, não é teu, não é dele, não é de ninguém! – é apenas um convívio-encontro de ventos cruzados que feriram rostos sem saberem de quem; se uma família ao celebrar o Natal faz de sua casa uma ilha, tão vasta quanto lhe permite a sua carteira e sem pontes para as outras famílias, seja anátema, porque esse Natal não existe, não é dela, não é nosso! – a sua festa não é Festa, mas satisfação  de lobos que dizimaram ovelhas sem saberem de quem e quantas. O Natal só será verdadeiramente NATAL se, não só para a nossa família mas também para toda a família humana, e em comunhão com a família humana, for Festa, não festança, ágape mais que Ceia, Festa para que, simultaneamente, damos contributo, dela somos participantes e somos usufrutuários.

          Em virtude da situação de grave crise que atravessamos, este ano vai haver mais do que nunca gente que não pode, ou julga que não pode, contribuir, ser participante e usufrutuário. Há os doentes do corpo e da alma, e os que sendo amputados na sua carteira ficaram amputados nos seus projectos; há os que se relegam para uma vida inferior, incapazes de superar circunstâncias e modificar mentalidades – cada um deles, se lhe peguntarmos O Natal existe?, com um ricto de amargura, responderá Não, não existe!  É que, talvez só por nossa culpa em não dar os devidos exemplos e de não lhe modificar a mentalidade, ele pensa nas compras que não pode fazer, pensa no Pai Natal, não se lembra do Menino Jesus, pensa na Árvore de Natal e não se lembra do Presépio.

          Nós que, para além de podermos fazer algumas compras, e queremos manter aquele espírito do Natal que não permitiu que o doce nome de “Natal” fosse substituido por “Festa da Família”, que achamos que o Natal é a Festa das Famílias, em união com as Famílias e com as bençãos do Menino Jesus, temos de “ensinar” que boneco e árvore de Natal são arrebiques da imaginação humana, e que os melodiosos cânticos de Natal são eco do cântico de alegria da legião de anjos que anunciavam o nascimento de quem era, nada mais nada menos, que Deus Salvador. E depois, quando lhe tivermos dado uma cana para pescar e pão para comer enquanto não sabe pescar, podemos perguntar outra vez: O Natal existe? E ele responderá, com sorriso terno e suave: Sim, agora sei que sim. O Natal existe! Tal como eu desejo ao leitor, todos teremos um feliz, mas também santo Natal.

 

 

 

 LAURENTINO SABROSA   -   Economista, Senhora da Hora, Portugal



publicado por Luso-brasileiro às 16:04
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EUCLIDES CAVACO - NATAL DOS DOENTES

É mais um poema de Natal , hoje muito
peculiarmente  dedicado
aos mais carentes da maior preciosidade da vida que
é a saúde.
Se cada um de nós confortar um doente neste Natal ,
oferecerá
implicitamente o mais significativo presente de Natal.
Ouça e
veja esta récita  aqui neste link:
http://www.euclidescavaco.com/Recitas/Natal_dos_Doentes/index.htm
Saudações
Natalícias.
Euclides Cavaco
cavaco@sympatico.ca


publicado por Luso-brasileiro às 15:16
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Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011
HUMBERTO PINHO DA SILVA - A FESTA DE NATAL

                 

 

 

Em véspera de Natal, descia em companhia de jornalista do “L’Osservatore Romano”, que na época residia no convento anexo à Basílica de Santo António, a via Merulana, em direção à Praça Maria Maggiore.

Tinha ido a Roma visitar amigo, irmão do venerando Francisco.

Vínhamos animados, a conversar sobre o efeito nefasto de algumas seitas, que proliferam pelo Brasil, e provocam, nas mentes menos esclarecidas, verdadeiras lavagens cerebrais.

Dizia-me o meu interlocutor, que a expansão dessas “Igrejas”, ditas evangélicas, mas que muito pouco têm do Evangelho, deve-se aos líderes usarem linguagem chã, despretensiosa e quantas vezes astuciosa. Bem diferente das verdadeiras Igrejas Evangélicas.

Ao entrarmos na via Liberiana encaramos com grupo de estrangeiros: eram brasileiros e vinham acompanhados por padre franciscano, de ascendência alemã, conhecido de meu amigo.

Após as saudações e o contentamento de toparmos, no centro da Cidade Eterna, com a nossa gente, gente que fala a nossa língua, alguém, aproveitou para contar história, que ouvira numa assembleia cristã, já que estávamos em plena quadra natalícia.

Considerei-a bastante oportuna e merecedora de profunda reflexão. Por isso apresento-a, mais ou menos como a ouvi:

 

Numa paróquia de povoazinha do interior do Estado de Santa Catarina, andavam todos em lufa-lufa, na preparação da festa natalícia. As catequistas e grupo de jovens, haviam preparado pequena peça teatral, intercalada com leituras bíblicas e muitas canções apropriadas à época.

O salão, que era amplo, foi alegrado com brilhos, flores purpurizadas, e vistosas bolas, de variegadas cores, e no proscénio havia lindas avencas e sambambaias, em cascata.

Encantoado, entre panos brancos e azuis, estava um presépio em cascata, e ao centro, dormia o Menino, nu, de madeira pintada, bem agasalhado em mantilha branca.

Tanto o salão como o presépio estavam mergulhados em penumbra, que mal permitia divisar o grupo de crianças, que sentadas no chão, tagarelavam em ruidoso murmúrio.

Para espanto dos petizes, destacou-se do negrume, uma figura quase translúcida, que lentamente aproximou-se das crianças.

Assombradas com a súbita aparição, emudeceram.

Tony, o mocinho mais espigadote e reguila, ganhando coragem balbuciou:

- É Jesus! …É Jesus! …É Jesus! …

 

Foi então que a Gé, ousou falar:

 

- O que queres!? Vens trazer-nos brinquedos?!

 

Erguendo-se num ápice, a sapeca Lili, dispara:

 

- Eu queria a boneca que vi na rua do Conselheiro Mafra e a consola que o bazar do Centro Comercial, vende.

 

Jesus, atento, mas silencioso, toma expressão de bondade.

Tomé, vendo que Jesus nada trazia, declara irado:

 

-Não Te quero! …Não Te quero! …Vens visitar-nos no Natal e não trazes nada!? - E rematou com a frase que ouvira ao pai: - “A religião é o ópio do povo!”

 

O semblante de Jesus apagou-se de tristeza, e carinhosamente, abrindo os braços num gesto de ternura, sussurra:

 

- Eu sou o “presente”! Trago-vos a Minha paz! Dou-vos o Meu Amor!

 

Mal tinha acabado de falar, iluminou-se o salão e o leitor de Cds, que estava dissimulado por cortina de veludo, jorrou canções natalícias.

Em alegre procissão, a multidão entra na sala e apressasse a buscar os melhores lugares.

Adiante, rodeado de crianças que tangem palminhas de felicidade vinha o Papai Noel, vestido de encarnado, com longas e falsas barbas brancas, que escorriam-lhe para o peito; falsas como a neve do presépio.

Sobre os ombros trazia agigantado saco, repleto de brinquedos e guloseimas.

Explodem as palmas e sorriem os rostos. A festa de Natal vai começar.

 

 

HUMBERTO PINHO DA SILVA   -   Porto, Portugal



publicado por Luso-brasileiro às 14:56
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MARIA DA LUZ PORTUGAL WERNECK - POETAR

 

 

 

 

 

O poetar, dádiva preciosa

E arte de enlevar e de encantar,

De conduzir à pátria luminosa

Aqueles que sem asas, vão voar.

 

 

 

 

Fazendo jus à lira milagrosa

Que só poetas podem escutar.

Na doce inspiração miraculosa,

Mesmo acordados saberão sonhar.

 

 

 

 

Ouvindo então, a voz do coração,

Na paz divina que lhes vai na alma,

Buscam o belo e avivam a emoção.

 

 

 

Na dimensão da luz e intensa calma,

Do amor, sentindo a força e a vibração,

Merecerão a pena, a lira e a palma.

 

 

 

Natal/ 2011

 

 

MARIA DA LUZ PORTUGAL WERNECK  - Curitiba, Brasil



publicado por Luso-brasileiro às 14:35
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PINHO DA SILVA - BRINCANDO...SE DIZEM AS VERDADES

 

 

 

 

Eu, não tenho pensamentos engenhosos,

nem sou filho de helénica parteira;

é-me estranha a maiêtica maneira

"d'accoucher les esprits", aos curiosos.

 

 

Só sei que nada sei, ó meus bondosos,

pacientes leitores!...Minha bandeira,

que ponho a tremular ( e bem cimeira!),

é o desprezo dos sábios duvidosos.

 

 

Disse Nietasche ( e não só!), que certa gente,

no fito de fingir-se inteligente,

"turba a água, p'ra parecer que é mais profunda";

 

 

mas... esquece que, assim, sem limpidez,

não interessa a ninguém!

                                        Que estupidez,

fazer dum lago limpo a fossa imunda!!!...

 

 

PINHO DA SILVA   -   VILA NOVA DE GAIA, PORTUGAL

 



publicado por Luso-brasileiro às 13:48
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