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Segunda-feira, 4 de Junho de 2012
MARIA CRISTINA CASTILHO DE ANDRADE - VALENTIA E ABUSO SEXUAL

 

 

                                                 

 

 

 

 

 

A declaração da Xuxa, no Fantástico – TV Globo, de que, na adolescência, fora abusada sexualmente por três homens considerados íntegros, deu força às denúncias e ao debate sobre o tema. Comovi-me por saber que ela carrega esse acontecimento que machucou a sua história de menina. Era preciso abrir o cárcere para a claridade espantar a podridão que lhe impuseram e, no impacto do revelou, enxotar o uso de outras carnes tenras por transviados. Quantos anos de fortalecimento para conseguir dizer sobre o turbilhão de emoções amargas com o qual foi obrigada a conviver.

Ouço situações semelhantes à dela há quase trinta anos, desde o início de nosso trabalho junto às mulheres pobres em situação de prostituição.  Uma média de 75% das que tivemos contato foram abusadas na infância ou no início da adolescência por alguém próximo como o pai biológico, padrasto, avô, tio, irmão, primo, vizinho... A maioria não foi afastada do ambiente e nem tratada. Uma delas, aos nove anos, denunciou o pai. Os irmãos a espancaram e o pai permaneceu por apenas uma noite na delegacia. O abuso se repetiu. Aos dez anos, foi encaminhada para a prostituição por uma pessoa que fora informada da situação e fazia programa no centro da cidade. Se era necessário, para sobreviver, um homem pesando em sua estrutura frágil, seria menos cruel, na opinião da moça, um desconhecido. Nos relatos, nota-se, pelo abalo moral, a dúvida se a culpa de ser abusada não seria da vítima; a vergonha pelo despudor do outro que despiu suas vestes e abalou a sua inocência; a descrença da família; a sociedade que, inúmeras vezes, olha as meninas torturadas pela violência sexual como vadias; o medo pelas ameaças do violentador; a conivência dos próximos para que há não aja alteração na moradia; os julgamentos tantos.

A bravura não está somente na denúncia, mas também em lutar contra o estímulo: à pornografia, à banalização da sexualidade, às relações sexuais descompromissadas. O incentivo à promiscuidade sexual, através da mídia e de certas campanhas consideradas educativas como algumas de prevenção à gravidez na adolescência, aguçam os sentidos e podem facilitar a ação dos abusadores. A desagregação familiar, que fragiliza os filhos, é outro problema. Em 25 de maio, em São José do Rio Preto, a Delegacia de Defesa da Mulher abriu inquérito para investigar denúncias de mães de uma escola estadual contra um professor, por ter exibido um filme, com imagens de sexo explícito, violência e canibalismo, para estudantes da 6º ano. Em março, na Universidade Federal do Paraná, verificou-se um material produzido pelo Partido Democrático Universitário, que comandou o centro acadêmico até 2011, que dita “obrigações sexuais” para as alunas e declara que as pessoas não devem levar a sério casos de estupro, visto que a mulher colabora com o ato por usar uma roupa mais provocante ou estar dando atenção a um homem em uma festa.

Valentia na preservação da família, na valorização da castidade, na prevenção e na denúncia e maior investimento na saúde mental são caminhos seguros para diminuir o número de crianças e adolescentes golpeados por adultos pervertidos.

 

 

 

 

 

Maria Cristina Castilho de Andrade

É educadora e coordenadora diocesana da Pastoral da Mulher/ Magdala, Jundiaí, Brasil



publicado por Luso-brasileiro às 11:41
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CINTHYA NUNES VIEIRA DA SILVA - INSPIRAÇÃO

 

 

 

 

 

 

 

 

            Sempre tive um encantamento pela inspiração, essa musa que brinda algumas pessoas. Quando leio um texto diferente, inusitado, criativo, fico pensando em quão inspirado estava o autor, bem como, ao ouvir uma música, imagino a mente do compositor a ligar as palavras, as notas, a construir a melodia. Algumas criações humanas são tão admiráveis que me deixam sem palavras, que me dão a exata proporção de minha pequeneza, de quanto me falta daquilo que, para outros, transborda.

            Eu acredito na inspiração como um fogo divino, que queima, sem avisos ou antecedência. É uma chama que arde em poucos, mas que, ainda assim, não é aproveitada por todos. Fugaz, ela se vai assim como veio e, caso a ela não se dê o efetivo valor, apaga até mesmo os rastros que tenha deixado, como se por ali nunca estivesse estado.

            Engraçado é que a inspiração é ainda uma musa caprichosa. Não admite que a ela persigam e, quanto mais se tenta alcança-la, mais velocidade suas asas parecem ganhar. Nem adianta colocar todos os sentidos em prontidão, pois, se não quiser, ela simplesmente desaparece. Costuma, por outro lado, surgir quando menos se espera, quando não há papel a mão, quando não há ninguém por perto, quando sequer se consegue registrar a sua presença. A inspiração se faz agradecida quando ouvida, mas também sabe punir quem dela faz pouco.

            Particularmente, gosto muito de apreciar o que a inspiração faz quando une letra e música. Permito-me viajar por melodias que me transportam, sobre e entre linhas que não vejo, por lugares em que nunca estive, com pessoas que jamais conhecerei, em um tempo que não vivi. Tenho certeza de que a música, ao menos a boa música, tem raízes no divino, no que é inexplicável.

            Fico triste, assim, quando constato que muitos excelentes compositores, possuidores de uma centelha divina, escolhidos e enamorados pela inspiração, morrem à míngua, sem reconhecimento, sem aplausos. É que, penso, até mesmo para apreciar a beleza, é preciso ter um pouco dela em si, uma dose de beleza d’alma.

            Ainda que ninguém, creio, viva inspirado o tempo todo, até porque isso implicaria em um estado de êxtase quase mortal, é bom possuir certa de inspiração pela vida. Não vivemos apenas bons dias, mas, com certeza, todos os dias vividos são bons, ainda que ruins. Significa que a vida mantém por nós a inspiração de dias melhores, de que ainda há o que fazer, o que realizar.

            Penso que, por mais difícil que a vida ou que alguns momentos dela possam ser, sempre devemos estar abertos à visita da inspiração, que, em um dia qualquer, pode nos escolher para um beijo doce, repleto de música, desenhos, palavras ou simplesmente, de amor...

 

 

 

CINTHYA NUNES VIEIRA DA SILVA - Advogada, mestra em Direito, professora universitária e escritora - São Paulo.



publicado por Luso-brasileiro às 11:37
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JOÃO CARLOS JOSÉ MARTINELLI - TRÂNSITO SEGURO É UM DIREITO DO CIDADÃO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Enquanto todos esperavam que o Código Nacional de Trânsito, que faz aniversário em janeiro, modificasse o triste quadro do trânsito em nosso país, a situação continua pior em muitos setores e pelo jeito, permanecerá por muito tempo a prejudicial sensação de impunidade por falta de rigor penal aos infratores.

 

 

 

Inúmeras ocorrências de trânsito, muitas com vítimas fatais, são constantemente noticiadas inclusive com inúmeros registros no último final de semana, passagem de ano. A maioria provocada por motoristas embriagados ou por “rachas” entre adolescentes, o que desperta a indignação de grande parte da população. Infelizmente esses lamentáveis acidentes terminarão sem maiores conseqüências para os culpados, já que a nossa legislação é manifestamente branda em relação aos responsáveis por delitos desta natureza - uma das fortes razões pelas quais o Brasil já ocupa lugar de destaque mundial em acidentes mortais de trânsito, tanto com homens, como mulheres, segundo dados divulgados pelo Anuário das Estatísticas Mundiais de Saúde (OMS), que o classifica ainda, com um dos lugares mais perigosos para se dirigir.

            Realmente, o policiamento precário nas ruas e a certeza da impunidade fazem com que se cometam toda espécie de abusos, para desespero dos demais cidadãos. Alguns motoristas se acham até no direito de criar suas próprias leis. Diante dos semáforos, se não há carros vindo na direção contrária – nem fiscalização à vista – os mais apressados não pensam duas vezes na hora de cruzar o farol vermelho, mesmo durante o dia. Para outros, basta acender o amarelo na transversal que eles já estão dando a partida. Há os que não aceitam enfrentar mais um “round” de espera, fingem não perceber que o semáforo fechou na sua vez, avançam e atravancam os cruzamentos. Quando o sinal só serve para travessia de pedestres, a desobediência é ainda mais comum.

            Enquanto todos esperavam que o Código Nacional de Trânsito modificasse esse triste quadro, a situação continua pior em muitos setores e pelo jeito, permanecerá por muito tempo, a prejudicial sensação de impunidade por falta de rigor penal aos infratores,ao contrário de países como Japão e França que reduziram a violência dos acidentes automobilísticos com a adoção de uma legislação drástica, tramitação rápida dos processos de crimes no trânsito, investimento contínuo na preparação e maior rigidez na habilitação dos motoristas.

A mesma receita precisa ser aplicada em nosso país, o quanto antes. As constantes tragédias no trânsito brasileiro decorrem de um conjunto de fatores, entre os quais  a má-conservação de nossas estradas, a insegurança de nossos veículos, a falta de educação de motoristas e pedestres, mas, acima de tudo, a enorme ausência de sanções. Cita-se aqui, a título ilustrativo, que na Europa, inúmeras famílias já foram à ruína por terem que arcar com a subsistência vitalícia de vítimas de acidentes a que deram causa.

            Trânsito seguro é um direito do cidadão. O quadro constrangedor persistirá enquanto a Justiça no Brasil se mantiver insensível aos assassinatos que são cometidos por criminosos protegidos atrás dos volantes. Essa situação vexaminosa tem que ter um fim, algo que só uma legislação severa pode reverter e que de nada adiantará se não houver mecanismos eficientes que a aplique.

 

 

 

JOÃO CARLOS JOSÉ MARTINELLI é advogado, jornalista, escritor, professor universitário, mestre em Direito Processual Civil pela PUCCamp e membro das Academias Jundiaienses de Letras e de Letras Jurídicas. Prêmio Quality Gold – Destaque em Direitos Humanos 2011



publicado por Luso-brasileiro às 11:30
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FILIPE AQUINO - UMA PALAVRA AOS JOVENS SOBRE SEXO

 

 

                   

 

 

 

 

 

 

 

A castidade é uma das maiores disciplinas, sem a qual a mente não pode alcançar a firmeza necessária

 

 

Tenho recebido muitos e-mails de jovens que me perguntam como viver a castidade no namoro; como vencer o vício da masturbação, etc.. Certamente para o jovem cristão hoje, no meio deste mundo erotizado, viver a castidade é uma conquista heroica; pois tudo o convida a viver a vida sexual antes do casamento. Os filmes pornôs são abundantes nas locadoras, nos canais de TV por assinatura; as músicas estão repletas de letras excitantes; os rebolados indecorosos de moças seminuas na tv , etc., lançam pólvora no sangue dos jovens.

Então, para se viver na castidade hoje, como Deus manda no sexto Mandamento (Não pecar contra a castidade), o jovem precisa ter muito amor a Deus. Só trocamos um amor por outro maior, diz o ditado. Só o amor a Jesus crucificado por nós poderá ser para o jovem de hoje um forte motivo para ser casto e aceitar o que o Papa Bento XVI tem chamado de “martírio da ridicularização”, diante dos que zombam de nossa fé.

A gravidade do pecado da impureza, luxúria, é que com ele, se mancha o Corpo de Cristo. “Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um de sua parte, é um dos seus membros” (1Cor 12,27). “Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo?” (1Cor 6,15). “Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo”. (1 Cor 6,18). São Paulo ensina que devemos dar glória a Deus com o nosso corpo: “O corpo, porém não é para a impureza, mas para o Senhor e o Senhor para o Corpo”. (1 Cor 6,20)

Se você jovem, quer viver a castidade, então, antes de tudo precisa saber o seu valor; para isso escrevi um livro O BRILHO DA CASTIDADE, mostrando toda a sua importância e beleza. Quanto mais for difícil vivê-la, mais bela e mais importante ela será. Vejo o jovem casto hoje como aquele lírio branco que nasce no meio da podridão do lodo. Serão esses jovens que sustentarão a civilização que hoje desliza para o abismo. Para haver a castidade nos nossos atos, é preciso que antes ela exista em nossos pensamentos e palavras. Jamais será casto aquele que permitir que os seus pensamentos, olhos, ouvidos, vagueiem pelo mundo do erotismo. É por não observar esta regra que a maioria pensa ser impossível viver a castidade. Não se iluda. Não brinque com fogo.

“A castidade é a virtude que nos eleva da natureza humana à natureza angélica”, disse o Santo Padre Pio de Pietrelcina. Victor Hugo disse que “A mais forte de todas as forças é o coração puro”.

O Papa Bento XVI no Campo de Marte, São Paulo, em 11/05/2005, disse aos jovens: “É preciso dizer não àqueles meios de comunicação social que ridicularizam a santidade do matrimônio e a virgindade antes do casamento”.

Jesus proclamou no Sermão da Montanha: “Bem aventurados os de coração puro porque verão a Deus”. “Para o homem de coração puro, tudo se transforma em mensagem divina”, disse São João da Cruz, doutor da Igreja espanhol. Santo Efrém, também doutor da Igreja ensinava que a castidade nos faz semelhantes aos anjos. Enfim, a castidade é uma virtude dos fortes que se dominam. Paul Claudel disse que “a juventude não foi feita para o prazer, mas para o desafio”.

O Mahatma Ghandi, libertador da Índia, que não era católico, disse que: “A castidade não é uma cultura de estufa… A castidade é uma das maiores disciplinas, sem a qual a mente não pode alcançar a firmeza necessária. A vida sem castidade parece-me vazia e animalesca. Um homem entregue aos prazeres perde o seu vigor e vive cheio de medo. A mente daquele que segue as paixões baixas é incapaz de qualquer grande esforço. Deus não pode ser compreendido por quem não é puro de coração”. (Toschi Tomás, “Gandhi, mensagem para hoje”, Ed. Mundo três, SP, 1977, pg. 105s).

Uma vida lutando pela castidade dá ao jovem o autodomínio sobre as paixões e as más inclinações do coração e o prepara, com têmpera de aço, para ser um verdadeiro homem, e não um frangalho humano que se verga ao sabor dos ventos das paixões, da influência da mídia e dos cantos das sereias deste mundo. Eu entendi que a castidade é o esteio que sustenta o equilíbrio de um homem. Os homens e mulheres casados traem seus cônjuges porque não souberam exercitar a força de vontade na luta da castidade. Um casamento forte só pode existir quando ambos aprenderam a se dominar no namoro e no noivado. Mais importante que dominar uma cidade é dominar-se a si mesmo, diz o livro dos Provérbios.

Por tudo isso, jovem cristão, não desanime e nem desista de lutar; cada um de nós tem a sua cruz nesta vida; mas com a graça de Deus é possível carregá-la até onde Deus quer. Tenha uma vida de “vigilância e oração”, como Jesus mandou; esse é o grande remédio para não pecar. Não se entregue a maus pensamentos eróticos e nem aos filmes, revistas e coisas do tipo; fuja disso heroicamente. Suplique sempre a graça de Deus. Consagre-se todos os dias a Nossa Senhora e peça sua ajuda. Participe da Missa e da comunhão sempre que puder, e se confesse sempre que pecar, para ter forças de não cair novamente.

Jamais dê ouvidos a quem lhe disser que “a masturbação não é pecado”, e que o sexo no namoro também não é; pois o Catecismo da Igreja afirma sua desordem. Ainda que você caia, se continuar a lutar, se continuar a dizer não ao pecado no seu coração, levante-se, se Confesse com um sacerdote e continue sua luta e sua caminhada. Não importa quantas vezes você cai; importa que se levante. Jesus sabe que você está numa guerra e que numa guerra às vezes o soldado pode cair e ser até baleado, mas nem por isso deve desistir de lutar.

Muitos são os psicólogos não cristãos, e também outros “orientadores”, e a mídia de modo geral, que induzem o jovem à masturbação, ao relacionamento sexual no namoro e fora dele, etc.

O namoro não existe para que vocês conheçam os seus corpos, mas as suas almas. Alguns querem se permitir um grau de intimidade “seguro”, isto é, até que o “sinal vermelho seja aceso”; aí está um grave engano. Quase sempre o sinal vermelho é ultrapassado, e muitas vezes acontece o que não deve. Quantas namoradas grávidas…

Um namoro puro só será possível com a graça de Deus, com a oração, com a vigilância e, sobretudo quando os dois querem se preservar um para o outro. Será preciso então, evitar todas as ocasiões que possam facilitar um relacionamento mais íntimo. O provérbio diz que “a ocasião faz o ladrão”, e que, “quem brinca com o perigo nele perecerá”. É você quem decide o que quer.

O jovem casto é hoje a esperança de Deus e da Igreja para renovar esse mundo apodrecido pelo pecado do sexo que profana a mais sagrada criatura que é templo do Espírito Santo. São Paulo diz que: “de Deus não se zomba. O que o homem semeia, isto mesmo colherá” (Gl 6,7); a castidade que o jovem semear na juventude será transformada em frutos doces na sua futura vida familiar.

 

 

 

 

FILIPE AQUINO   -   Escritor católico. Prof. Doutor da Universidade de Lorena. Membro da Renovação Carismática Católica.



publicado por Luso-brasileiro às 11:24
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LAURENTINO SABROSA - O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO E ALGUMAS DIVAGAÇÕES A PROPÓSITO - ll

 

 

 

 

 

 

O Português, a língua que em qualquer parte do mundo ostente esse nome, deverá ser o que foi caldeado aqui, em Portugal, ao longo dos séculos, embora cada povo, sem ficar ensimesmado na sua própria cultura, enriqueça a língua que também lhe serviu de berço com os vocábulos populares, técnicos e outros que façam parte da sua geografia e história. Mas, na verdade, quem tem (ou devia ter…) o dever de preservar a correcção e a beleza da língua são os portugueses do rincão europeu. Foi isso que se entendeu na referida Reforma de 1911, realizada por intelectuais de incontestável valor. Os povos lusófonos têm toda a liberdade de usar e até de “abusar” da sua independência e fazer evoluir a sua linguagem, por tendências sociais e culturais próprias, mas que não chamem “português” ao que vierem a escrever e falar, se for de tal maneira que venha a ser preciso um intérprete. 

Edite Estrela, mais conhecida agora como euro-deputada que como professora de Português que já foi, muito entusiasta deste Acordo, concorda plenamente com que o Brasil não tenha aceitado a nossa Reforma de 1911. E então, ela exclama :”Como se o Brasil não fosse, também ele, condómino do idioma de Camões!” (in A QUESTÃO ORTOGRÁFICA .- Editorial Notícias) . O Brasil e os outros países chamados lusófonos, não são condóminos da língua, são usufrutuários da língua, porque a quem compete pontificar nela são os portugueses da “ocidental praia lusitana”. Os outros, o que devem fazer, é oferecer a colaboração dos seus intelectuais devidamente abalizados, para, juntamente com os nossos, sem facciosismos, chegarem à solução inteligente e correcta e, depois, aceitarem sem politiquices, sem sentimentos de superioridade ou de inferioridade mas com satisfação. Ora, na “solução inteligente e correcta” é que está a  grande dificuldade.

Em primeiro lugar, temos de convir que este panorama que acabo de esboçar é bastante irrealista. Os povos têm todos as suas características, que os diferenciam uns dos outros. É impossível haver um consenso e uniformização de hábitos e mentalidades. E em assunto de linguagem, isso ainda é talvez mais flagrante, porque o simples linguajar popular faz parte da alma nacional de cada povo. Comparemos Brasil com Portugal. A diferença é muito maior do que à primeira vista parece. O Brasil é um país rico e imenso, de massa demográfica muito grande e jovem que faz do seu país o país do PENSAMENTO POSITIVO, um país com várias latitudes, que tem sobre si o Cruzeiro do Sul  - tudo isso confere-lhe, por assim dizer, um astral diferente, que se revela na fogosidade e estilo de vida, na linguagem e até nos cultos religiosos. Para se compreender bem a diferença entre portugueses e brasileiros, basta comparar o fado com o samba. Não admira que no Brasil, ao longo de já mais de cinco séculos, o Português lusitano tenha adquirido novas iluminuras, muito enriquecedoras pelo sotaque e por variadíssimas expressões, principalmente populares. Mas, é evidente, a bem do Português que se pretende falar no Brasil, tudo tem um limite. Assim, que lá se ponha o tratamento por “você” com a mesma ternura que aqui se põe no “tu”, conforme se observa nas telenovelas, é perfeitamente legítimo e até, talvez, enternecedor; dizer “minino” em vez de “menino” é aceitável e, talvez, engraçado; dizer “estrada de ferro” em vez de “caminho de ferro”, sàfàdo em vez de safádo, bèsteira em vez de besteira, não ofende ninguém nem é nenhuma bestialidade. Mas se o Brasil tiver muitos professores de Português como um tal Pascoal Cipro Neto, de quem já falei nestes artigos, que, conforme circulou na internet, ensina coisas verdadeiramente estrábicas; se o seu próprio Chefe de Estado, uma Senhora D. Dilma, que, segundo muito propalado na internet, julgando-se muito importanta, muito inteligenta e muito independenta, quer ser tratada por Presidenta  – então temos tudo em perigo, não há, acordos que obstem a que, a longo prazo, o Brasil acabe por falar não Português mas uma certa coisa a que se poderá chamar Brasileirês. Esperemos que a alacridade da Natureza e a exuberância da juventude brasileira, que geraram a fogosidade do samba, não deixem as coisas chegarem a esse ponto.

Será que os Acordos entre os povos impedem a evolução espontânea da língua? Não me parece. Quanto a mim, poderão apenas retardar essa evolução, principalmente nos meios intelectuais. Cada Acordo, após anos, terá de ser actualizado por novo Acordo. Mas, dadas as diferenças entre os nossos países, portugueses, africanos e brasileiros, não admira a relutância em aceitar em cada Acordo as reformas que sejam genuinamente portuguesas. Em Angola, por exemplo, o Acordo ainda não foi oficializado e, segundo o que se vai lendo na internet, as coisas estão mal paradas.

 

(continua) 

 

                                                                                                

 LAURENTINO SABROSA    -    Senhora da Hora, Portugal.

 laurindo.barbosa@gmail.com   

 

 



publicado por Luso-brasileiro às 11:16
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FRANCISCO VIANNA - O CÂNCER DE HUGO CHÁVEZ É RARO EM ADULTOS E JÁ SE ACHA EM FASE TERMINAL

 

 

                                                        

 

 

 

                                                                     (com base na imprensa internacional)

 

 

 

O autoritário caudilho venezuelano, Hugo Chávez Frías, sofre de um tipo de neoplasia do tecido conjuntivo extremamente raro em adultos, segundo a mídia médica especializada: um rabdomiossarcoma. Pacientes com este tipo de câncer, na fase inicial da doença, não se sentem doentes e quase não têm sintomas dolorosos ou de desconforto, até que a massa cresça e comece a comprimir estruturas vizinhas. Não consideram, de fato, que o tumor represente uma doença muito mortal. Isso leva muitos a só procurar ajuda médica depois que o tumor já está em grau avançado e perigoso. A cirurgia, por si faz com que a doença exploda em metástases, como aconteceu com Chávez ao ser inadvertidamente operado em Havana.

A expectativa de sobrevida do caudilho venezuelano "não passa de mais alguns meses", disse uma fonte não divulgada ao antigo âncora da CBS, Dan Rather, que agora trabalha para a TV HDNet.

Os rabdomiossarcomas são relativamente raros até mesmo em crianças e na maioria dos casos incidem entre um e cinco anos de idade. Pode surgir em qualquer parte do corpo, incluindo cabeça, pescoço, tórax e abdome. Chávez viajou para Cuba pelo menos umas três vezes em função do tratamento a que se submete, inicialmente por quimioterapia e, em seguida, por radioterapia. A remoção cirúrgica do tumor às vezes se impõe em função de estruturas importantes que ele comprime, quando o local assim o permite.

A sobrevida em mais de 70% das crianças é longa, conforme os números do Hospital São Judas de Pesquisa Infantil. Entretanto, o tumor de Chávez como tem sido relatado por autoridades médicas "já entrou em estágio terminal", com metástases para o fígado, pulmão e ossos da pelve, segundo a fonte de Rather, que a descreveu como alguém do círculo íntimo do mandatário venezuelano.

Chávez está concorrendo à reeleição na votação presidencial do próximo dia 7 de outubro. Rather relatou que "infelizmente, é muito duvidoso que o ditador viva o suficiente para saber o resultado das urnas".

 

 

 

FRANCISCO VIANNA   -    Médico, comentador político e jornalista  - Jacarei, Brasil.



publicado por Luso-brasileiro às 11:10
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JOÃO BOSCO LEAL - APRENDIZADO EM TRÊS GERAÇÕES

 

                                              

 

 

 

 

 

A maioria das pessoas, quando ainda muito jovens já se sentem no direito de discordar de seus pais, de adultos e até de idosos bem mais vividos e experientes do que eles.

É aquela fase do jovem “aborrecente”, que pensa já saber de tudo e bem mais do que os outros “velhos, quadrados e ultrapassados”, que não sabem de nada, que nasceram no “tempo da onça”, quando nem computadores, celulares ou internet existiam.

Que pensa ser muito superior aos mais velhos, simplesmente porque sabe utilizar vários programas de informática ou manusear com facilidade os controles remotos e os novos jogos eletrônicos que seus pais não sabiam sequer que existiam.

Muitas vezes julgam até as atitudes profissionais e comerciais de seus pais, dizendo-lhes como deveriam agir para trabalhar menos e ganhar mais, pois com aquela idade certamente já estariam muito ricos.

Durante essa fase esses jovens sabidos, revoltados por ainda terem de se submeter à determinação dos pais, erram bastante e desnecessariamente, simplesmente por não conseguirem entender que os mais velhos os orientam com amor, exatamente tentando evitar que tropecem ou caiam nos caminhos já conhecidos ou até já experimentados pelos próprios.

Normalmente esse entendimento só ocorre após o nascimento de seu próprio filho, quando sentem por ele o que seus pais sentiram desde a primeira vez que o viram, das noites em claro que passaram sem entender o motivo de seus choros, cuidando de suas dores, febres, inflamações e infecções, até que seu pequeno corpo fosse mais forte e capaz de criar as próprias defesas imunológicas.

A partir desse momento, passam a entender os motivos de certos comportamentos de seus pais que os revoltavam, mas agora fazem o mesmo com seus filhos, insistindo nas orientações sobre a importância dos estudos, das boas companhias, dos motivos para que se mantenham afastado de outras, do risco das drogas e tantas outras recomendações que frequentemente ouviam de seus pais.

Assumindo as responsabilidades de um lar, por vezes se lembram de quantas vezes reclamaram de suas roupas, calçados ou do tempero da comida, sem jamais questionarem quanto custou a seus pais colocar tudo isso à sua disposição.

Começam a entender os motivos pelos quais seus pais tanto pensavam no futuro, no plano de saúde, na escolha das escolas onde estudariam, nas economias para o pagamento de sua faculdade particular e na preocupação com a escolha que faria de sua futura profissão.

Esses jovens – como a maioria de nós -, passaram todo o tempo que viveram junto de seus pais sem entendê-los e discordando deles, perdendo assim a oportunidade de aprender com quem lhes ensinaria com amor, mas só percebem isso quando passam pela mesma experiência, sentindo agora que a discordância dos seus próprios filhos e o fato deles não seguirem muitas de suas recomendações, o que faz com que errem onde não seria necessário.

Tentando fazê-lo entender que no futuro também se arrependerá, o agora pai conta então a seu filho como atualmente se arrepende, de não ter ouvido os mais velhos.

A história se repete geração após geração, com os mais jovens pensando saber mais que os mais velhos, até que sejam eles próprios os mais velhos.

 

 

 

JOÃO BOSCO LEAL, é articulista político, produtor rural e palestrante sobre assuntos ligados ao agronegócio e conflitos agrários. Campo Grande, Brasil



publicado por Luso-brasileiro às 11:05
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PAULO ROBERTO LABEGALINI - QUAL SEU MELHOR GESTO NA VIDA ?

 

                                              

 

 

 

Se eu fosse responder a esta pergunta, confesso que, no momento, muitas coisas me viriam à cabeça. Pensei nisto e conclui que meu grande gesto não me beneficiou financeiramente, nem agradou somente a mim e também foi algo muito abençoado... Contarei um caso que sempre lembro e agradeço aos céus.

Numa sexta-feira de 1998, logo que comecei a minha caminhada de vicentino, fui visitar uma família no Bairro Santa Rosa e fiquei impressionado com o que vi. O casal e seis filhos pequenos viviam num local fedido, sem luz, banheiro entupido, fogueira no meio da sala – não tinham gás para cozinhar o restinho de alimento que sobrou–, vidros das janelas quebrados, roupas sujas, enfim, viviam abaixo do limite da miséria.

Impulsionado pelo espírito de caridade de São Vicente de Paulo, fui buscar o Secretário da Ação Social do Município e o levei para ver de perto a situação. Como ele também não dispunha de recursos para resolver tudo, corri atrás de gás, de encanador, de vidros na Casa Sulina, de alimentos e roupas limpas. Consegui também ajuda para pagar as contas de luz em atraso e para comprar um pouco de material de limpeza.

Passei o tempo todo correndo, mas bastou eu doar um único dia da minha vida para dar um pouco de dignidade humana àquela família. Acabou até sendo muito pouca dedicação para tantas melhorias, não? É por isso que eu agradeço a Deus por tudo quanto acabei fazendo – iluminado pelo Espírito Santo.

E na segunda-feira, com outros membros da nossa Conferência, conseguimos creche para as crianças, alguns remédios e, após mais algum tempo, quando um emprego para a esposa do casal já estava quase certo na AFL, eles se envolveram numa confusão e saíram às pressas da cidade.

Você, leitor, deve estar pensando que de nada adiantou tudo o que fizemos porque a história começou e terminou muito triste, é isso? Eu não penso assim. Tanto é verdade que estou contando o caso como ‘um feliz exemplo de algo importante que pratiquei na vida’! E se pensarmos em ajudar o próximo somente na certeza que tudo terminará bem, as barreiras serão muito maiores.

Pense agora na vida de Jesus... Mesmo Ele sabendo do seu caminho à Cruz, teve pressa? Desanimou em algum momento? Anunciou o Reino com má vontade? E não considere que usou de forças sobrenaturais para resistir o sofrimento e a humilhação que passou, pois não foi isso que aconteceu. Jesus aceitou a vontade do Pai, amou e perdoou os irmãos – incondicionalmente!

Que Ele nos ajude a perseverar nos grandes gestos de caridade a cada dia. Amém!

 

 

PAULO ROBERTO LABEGALINI -    Escritor católico, Professor Doutor da Universidade Federal de Itajubá-MG. Pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária da UNIFEI.

 



publicado por Luso-brasileiro às 11:00
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Domingo, 3 de Junho de 2012
HUMBERTO PINHO DA SILVA - TODO O CIDADO É POUCO COM A INTERNET

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em meados dos anos noventa alertei para o perigo da Internet, e um leitor apelidou-me de retrógrado, declarando que pretendia vedar o aceso, à autoestrada do conhecimento, às crianças.

Nessa época, a Internet, era pouco conhecida e poucos tinham acesso ao computador. Mas se então podia ser nefasta para menores, agora o perigo é  muito maior, já que rara é a criança que não a utiliza em casa ou na escola.

Na infância o interesse do jovem inclina-se, principalmente, para jogos e Messenger, mas ao entrar na puberdade, muda de atitude.

Antes gostava de compartilhar as informações enviadas por coleguinhas; agora, adolescente, recusa revelar com quem troca opiniões.

Normalmente inicia-se por essa idade visita a sites impróprios, quer sob ponto de vista moral, quer por conterem incitamentos à revolta e racismo.

Nesses contactos, mesmo esporádicos, expõem-se, deixam rastos que permitem roubo de identidade e informações preciosas para envio de spans e actos ilícitos.

As redes sociais são, também – para os descuidados, – perigo permanente, pois permite contacto com “ amigos” desconhecidos, e troca de textos e imagens que nem sempre são desejáveis.

Diálogos com internautas, podem ser inconvenientes. Mal-intencionados, insinuam-se, mostrando-se compreensivos e conselheiros, para conquistarem a confiança e amizade dos jovens.

Em regras são descomplexados e abordam, com naturalidade, temas sexuais, descobrindo assim, tendências, hábitos, e ambiente familiar.

Se o adolescente fornece fotografia, número de telemóvel (celular), estabelecimento de ensino e locais que costuma frequentar, fica à mercê do interlocutor e torna-se presa fácil.

Estes cuidados, que recomendo a jovens, devem ser seguidos pela generalidade das pessoas, já que, sem excepção, todos somos mais expansivos nas relações pela Internet que nos encontros pessoais.

 

 

 

HUMBERTO PINHO DA SILVA   -   Porto, Portugal



publicado por Luso-brasileiro às 19:00
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ARMANDO C. SOUSA - SEM PAI...

 

 

                                         

 

 

 

 

 

 

 

Era eu pequenino quando meu pai  morreu
Logo me diziam que o pai fugiu para o céu
Eu não sabia onde era, e então perguntava
Respondiam-me, é de quem morre morada.

 

 

 

 

Fiquei sem pai então odiava, morada e céu
Minha mãe chorava quando eu pedia Pão
Irmãos na escola pouco mais velhos que eu
Ela não me dava nada apertava-me ao coração.

 

 

 

 

O pai deixou de ser pai, vida é de quem ficar
Minha mãe definhava, noite e dia a trabalhar
Seus cabelos embranqueciam, e olhos de chorar
Sentia seu sofrimento para ela nos poder criar.

 

 

 

 

Com toda esta pobreza cresci, amei e casei
Os filhos foram nossa primeira e grande fortuna
Como pai não queria que falta-se coisa alguma
A pobreza na terra era grande, então imigrei.

 

 

 

 

Trabalhava duro, a meus filhos nunca faltou pão

Carinhos,brinquedos lições, dois seres os amou

O ser pai traz no seio amor respeito e educação

Sentimento tão grande pelos filhos, é adoração.

 

 

 

 

Ser pai é dar aos filhos, bicicleta chuteiras e bola
Dar-lhe livros e cadernos, uma palmada na tola
Sentar-se conversando pondo mentiras de lado
Para seguirem verdades em sua vida de casado.

 

 

 

 

Sou criança, estou crescendo um dia cada ano
Assim meus filhos quer que eu seja ainda menino
Tanto ter feito como pai, seguindo nosso plano
Desenhado por alguém que traçou nosso destino.

 

 

 

ARMANDO C. SOUSA   -   Poeta. Natural de Ruivãis, V. N. de Famalição, Portugal. Toronto, Canadá.

 

 

 

SXSXSXSX

 

 

 

 

Convite para a posse do Denílson Cardoso de Sá como presidente do Conselho Metropolitano de Jundiaí/SP

 

 

Os Vicentinos são pioneiros em projetos de Responsabilidade Social em Jundiaí. Há 115 anos (05.10.1897) foi fundada a primeira Conferência (N.S.do Desterro) Vicentina, em Jundiaí. Em 2013 a SSVP estará comemorando o Bicentenário do nascimento de um de seus fundadores – Beato Frederico Ozanam.

 

 

 

  

 

 

 

 

 

XSXSXSXSX

 

 

 

 

 

ASSOCIAÇÃO “MARIA DE MAGDALA”

C.G.C
01217945/0001-22

Declarada de Utilidade
Pública – Lei 4.906/96

Rua Senador Fonseca, 517 –
Fone (011) 4522-4970

13201-789 – JUNDIAÍ-SP

                                                                                       http://associacaomagdala.wordpress.com

 

 

Prezado (a) Senhor (a):

 

Paz e bem!

 

Agradecendo a divulgação,
informamos que o Bazar de Seminovos, realizado nos dias 24 e 25 de maio, teve como resultado R$ 892,00.

 

Informamos ainda que:

 

1. O próximo Bazar de Seminovos “Tudo por R$ 2,00” será nos dias 21 e 22 de junho. Continuamos recebendo doação de roupas, sapatos e acessórios que, comercializados nos bazares, ajudam na manutenção da entidade.

 

2.   No dia 22 de julho, no salão paroquial da Catedral NSD, acontecerá nosso tradicional almoço beneficente, tendo como cardápio: PUCHERO,
ARROZ e FAROFA
. Sobremesa: doce de abóbora. Valor do convite: Adultos: R$ 15,00; Crianças de 05 a 10 anos: R$ 8,00 e menores de 05 anos não pagam.Bebidas à parte.

3. Prossegue o trabalho da cozinha semi-industrial, que fornece, por encomenda, pães e bolos caseiros de vários sabores, tortas salgadas, salgadinhos, Sugar Cookies. Nos quitutes não há conservantes.  O lucro é partilhado dentre as quituteiras.

 

Contando sempre com seu coração solidário na divulgação de nossas atividades, receba o abraço amigo e as preces de todos da Casa Maria de Magdala.

 

 

                                Maria Cristina Castilho de Andrade

                       
                       Coordenadora da Pastoral da Mulher – S. Maria Madalena/Magdala     

 

 

“Não importa o que você faz, mas o quanto de amor você coloca em suas ações”.

(Beata Madre Teresa de Calcutá)

 

 

XSXSXSXSX

 

 

 

EUCLIDES CAVACO

 

Tem o grato prazer de informar os seus amigos e leitores

que editou e vai lançar o seu novo livro

 

TERRAS DA NOSSA TERRA

 

em Portugal, nos locais e datas a seguir indicados:

 

Junho

 

1 – LISBOA 20:00 - Hotel Real Palácio

 

2 – CORROIOS 16:00 - Centro Cultural do Alto do Moinho

 

3 – AMORA 15:00 - Auditório da Junta Freguesia

 

6 – LISBOA 15:00 - Sporting Clube de Portugal Salão VIP – Estádio José Alvalade

 

7 ou 8 – COSTA CAPARICA – A ser confirmado

 

9 – ALCOCHETE 16:00 - Galeria Paços do Concelho , organização Casa da Malta – com fados

 

16 – LISBOA 18:00 - Movimento Internacional Lusófono – na sede do MIL

 

Julho

 

8 – MONTE GORDO / VRSA Local e hora a confirmar

 

Livros à venda on line:

 

http://www.bertrand.pt/ficha/terras-da-nossa-terra?id=12851435

 

http://www.wook.pt/ficha/terras-da-nossa-terra/a/id/12851435

 

Livrarias:

 

Bertrand – Wook – Alêtheia – Pó dos Livros - Lofersil

Mais informações ou endereços através do email de Portugal:

ecosdapoesia@hotmail.com

 

Euclides Cavaco
cavaco@sympatico.ca
email de Portugal a partir de 12 de Maio:
ecosdapoesia@hotmail.com

 

 

 

 

                
  

 

 

 

 

                        

CINEMA GRATUITO NA CIDADE DE JUNDIAÍ

O cinema
está de volta ao centro da cidade!
A Prefeitura de Jundiaí por meio da Secretaria Municipal de Cultura, com apoio do Cineclube Consciência, promove o projeto Cineclube na Cidade, proporcionado mais uma opção de cultura à cidade, com sessões de cinema gratuitas às quartas-feiras de agosto a novembro na Sala Glória Rocha, á partir de 25/08.
O projeto Cineclube na Cidade
cria um espaço alternativo de cinema com debates e convidados, oferecendo
reflexão e difusão cultural.



Local: Sala Glória
Rocha (Rua Barão de Jundiaí, 1093, Centro) (11) 4521-0971


Realização:
Prefeitura Municipal de Jundiaí- Secretaria Municipal de Cultura e Cineclube Consciência

Apoio cultural:
Centro Cineclubista de São Paulo

Produção: Vânia
Feitosa- Cine a Vapor Produções



Contato com a
produção

Vânia Feitosa
cineclubenacidade@yahoo.com.br
(11) 9700-3120 ou (11)
8029-3780
             

 

 

 

Museu do Trabalho Michel Giacometti

Largo Defensores da República

2900-470 Setúbal - Portugal

265537880

 

 




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