PAZ - Blogue luso-brasileiro
Quarta-feira, 5 de Setembro de 2012
CINTHYA NUNES VIEIRA DA SILVA - AMOR DE SEXTA-FEIRA

 

 

 

 

 

 

 

            Eu acho até engraçado, mas comungo da sensação de que as sextas-feiras são os melhores dias da semana. Creio até, pelo que vejo nas mídias sociais, que a maior parte das pessoas pense dessa forma.

            Não creio que seja porque as sextas sejam efetivamente melhores em termos absolutos. Aliás, algumas delas, na vida de que qualquer pessoa, são bem pesadas, repletas de momentos difíceis, de chateações e de trabalho em excesso.

            Em geral, é a ideia da sexta-feira que agrada. Precede o fim de semana e, para muita gente, além de ser um prenúncio dele, é também o seu início. Quando vai chegando o final da tarde, para quem não trabalha ou estuda na sexta à noite, ou até mesmo para esses, o corpo começa a relaxar, a mente a se desligar das ocupações, das “pré-ocupações” e já se iniciam alguns preparativos para o descanso merecido.

            Para constatar isso basta passar pelos barzinhos no fim de tarde da sexta e ver a alegria das mesas de estudantes, de amigos, de gravatas afrouxadas, de gente rindo a valer, entre petiscos, paqueras, papo jogado fora sem remorso. A aparência é de uma tarde que nunca vai virar noite e de uma noite que nunca vai virar dia. É quase como uma licença para deixar de ser um monte de coisas e ser um pouco mais do que se é ou do que se gostaria de ser...

            Ordinariamente, na sexta-feira, as pessoas fazem planos para o sábado, como um cinema entre amigos, uma balada, um churrasquinho entre amigos e família, uma caminhada, uma pedalada, uma dormida de horas a fio na frente da televisão e mais mil possibilidades que os sábados parecem destinados a oferecer.

            Às vezes os sábados servem para arrumar armários, para fazer compras, para ajeitar a vida, mas, ainda assim, penso, os sábados tem um gosto especial. O problema é que eles morrem cedo e, ao contrário da sexta, não trazem o embrião de um fim de semana, eis que guardam em si o domingo.

            O domingo é outro dia engraçado. Quase todos o amam até o meio dia, até enquanto se almoça tranquilo, enquanto é tempo de passear com os filhos, com os cães, de ficar lendo jornal de pijamas, na ilusão de que, se respirarmos devagar, o dia poderá se tornar mais longo. Basta, porém, pouco piscar os olhos e a estamos diante da expectativa do início de uma nova semana. Costuma ser essa uma hora de certo desespero, pois damos conta de que tudo aquilo que iríamos deixar pronto no fim de semana, ficou esquecido soterrado sob coisas mais legais que nos encontraram pelo caminho.

            Por tudo, é que as sextas-feiras são as namoradinhas da semana. Elas prometem, mas de forma velada, misteriosa, as mil alegrias que poderão ser encontradas mais a frente. Mesmo que não se concretizem, ainda assim a expectativa é arrebatadora, é a preparação que mais anima do que a viagem, o toque que precede o beijo...

            E nem adiante dizer que muitas das melhores coisas da vida acontecem durante a semana e que todos os dias são iguais, porque, ainda assim, a preferência nacional será para as sextas-feiras. No fundo, creio, o que todos desejamos, é a esperança de sermos mais felizes, menos cansados, mais disponíveis para o que de fato gostamos de fazer, mesmo que não nos sustente. Sem esperança, pouco fica. Viva a sexta-feira!!!

 

 

 

 

CINTHYA NUNES VIEIRA DA SILVA - Advogada, mestra em Direito, professora universitária e escritora - São Paulo



publicado por Luso-brasileiro às 11:47
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PAULO ROBERTO LABEGALINI - A FELICIDADE EXISTE ?

 

                                              

 

 

 

 

 

 

Eu digo que a felicidade perfeita não existe; aliás, só a experimentaremos no Céu! E sei que esta afirmação pode contrariar a opinião de quem se julga imensamente feliz, mas eu ainda diria que, vivendo muitos momentos de alegria, pensamos ser felizes a toda prova. Será que isso é mesmo verdade?

Leitor, reflita nestas questões: ‘É possível rir da miséria que tira a dignidade de milhões de famílias no mundo? É bom viver num país com mais de 90% de cristãos e ver cerca de 20 milhões de irmãos flagelados? Sabendo que Jesus sofre no pobre desfigurado – Mt 25, 31-45 –, é possível ser feliz sem partilhar o que Ele nos deu?’.

Não é fácil falar sobre isso porque constrange muita gente, mas, felizmente, chegou a hora de pararmos de brincar de fazer caridade. Quem pensa que dando um trocado a um pedinte na porta de casa vai ajudar a resolver os nossos problemas sociais, está tentando enganar a si próprio. E quem vive rindo à toa porque se envolve em tudo o que lhe dá prazer e não tem tempo para Deus, está se afundando cada vez mais nos seus pecados.

Sei que uma dose de felicidade diária também é necessária à nossa caminhada cristã eu sempre me proponho a levar paz e alegria aos corações dos ouvintes, contudo, de vez em quando, preciso enfocar um assunto meio triste para orientar os passos de algumas pessoas e fazê-las conhecer, um dia, a verdadeira felicidade.

Eu também já disse– e continuo dizendo! – que vivo feliz, mas estou consciente que apenas experimento momentos de alegria – quando tenho paz de espírito e estou em comunhão com Deus.

Pois bem, o importante nisso tudo é sabermos que a miséria do nosso vizinho nos afeta profundamente. Precisamos nos comprometer com o combate à fome, porque a falta de alimentos na mesa das famílias causa doenças, retarda o desenvolvimento mental das crianças, gera incapacidade para o trabalho, faz crescer a violência e desestrutura o lar.

A ganância em promover somente a própria felicidade nos afasta de Deus e, para diminuir essa distância, precisamos programar ações comunitárias libertadoras em todos os níveis. A vida deve estar sempre acima dos interesses materiais! Disse Jesus: “Dai-lhes vós mesmos de comer” (Lc 9, 13).

Portanto, vamos fazer tudo o que está ao nosso alcance: cortando gastos desnecessários, educando os nossos filhos para o baixo consumismo, participando de Mutirões de Combate à Fome, rezando e lutando ao lado da Igreja pelos direitos sagrados dos mais humildes, amparando o pobre com alegria... repartindo!

Você tem outras idéias? Com certeza, se quiser, será inspirado pelo Espírito Santo e poderá ajudar a formar novas gerações para o exercício pleno da cidadania!

 

 

 

 

PAULO ROBERTO LABEGALINI -    Escritor católico, Professor Doutor da Universidade Federal de Itajubá-MG. Pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária da UNIFEI



publicado por Luso-brasileiro às 11:41
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JAVIER TOVAR - para a AFP - O BRASILEIRO É UM OBCECADO PELO CORPO, MAS ESTÁ CADA VEZ MAIS GORDO - TRADUÇÃO DE FRANCISCO VIANNA

 

 

http://www.elnuevoherald.com/2012/08/30/1289784/brasil-un-pais-obsesionado-con.html#storylink=cpy

 

 

         Mulheres esculturais em biquínis mínimos tomam sol enquanto adonises de sunga jogam futebol e futevôlei de praia: esta imagem clássica do Brasil, um país obcecado com a beleza do corpo, se vê ameaçada pelo sobrepeso, pela obesidade, que afetam a metade da população, com repercussões de saúde pública que preocupam as autoridades sanitárias do país.

 

            Na avenida que bordeja o mar e nas praias do Rio de Janeiro, gordos e flácidos exibem democraticamente seus corpos rotundos num país que nos últimos anos “conseguiu tirar da miséria” 30 milhões de pessoas, e onde a dieta diária tradicional inclui arroz, feijão e carne de porco.

            Mas, de modo crescente, os gordinhos começam a tomar conta do cenário, ofuscando as musas que certa vez inspiraram canções como a popular ‘Garota de Ipanema’. Um relatório do Ministério da Saúde, divulgado em abril, mostrou que a percentagem de pessoas com sobrepeso passou de 42,7 por cento em 2006 para 48,5 por cento em 2011; ao mesmo tempo em que o número de obesos aumentou quase 5 por cento nesse mesmo período e, dos 11,4 por cento, são hoje 15,8 por cento. “Estamos na hora de dar a volta por cima dessa situação para não chegarmos a ser um país como os Estados Unidos da América, onde 35,7 por cento da população é obesa”, disse então o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

            O brasileiro “come mal, poderia comer verduras, legumes, mas não, prefere carboidratos, gorduras, que é mais barato”, disse Solange Gonçalves, uma carioca de 38 anos que pesa 123 kg e está entre os 30 milhões de obesos do país.

            A vida do obeso no Brasil não é fácil, sempre apontado, gozado, e discriminado, e que nunca consegue emprego, relata Solange. “Na rua as pessoas ficam olhando para os obesos com uma expressão ora de desaprovação oura de menosprezo, e não conseguem comprar roupa com facilidade, e, nos ônibus, quase não conseguem se sentar ou passar na catraca onde ficam presos. E ainda, o cobrador, quando os vê, às vezes fazem-nos entrar pela porta de trás de modo a não precisarem passar pela catraca. Ninguém quer sentar ao lado de um obeso, uma situação realmente triste”, descreveu a obesa. Solange vê com inveja as artistas, lindas e esguias, que ocupam todos os dias os espaços na TV.

            São os corpos de fantasia que, por exemplo, tem Suede Junior, um mulato modelo que, na praia de Ipanema, exibe uma tatuagem no seu peitoral onde se lê “Made in Brazil”, para não deixar dúvida sobre a sua origem. “Ir à academia, exercitar-se e cuidar do corpo, é quase um hábito carioca. Não é difícil estar em forma”, comentou, desafiando a condição da metade da população.

            Em julho, depois de 12 anos na lista de espera, Solange conseguiu se submeter sem custo, através da rede de saúde pública, a uma cirurgia bariátrica, um procedimento pelo qual se reduz drasticamente o tamanho do estômago, cuja capacidade passou de 1,2 litros para 30 mililitros. “Estou feliz, pois já perdi 15 kg e me garantiram que posso chegar a perder uns 50 kg no total”, disse a mulher, que, por sua condição é já hipertensa e diabética.

O tratamento cirúrgico bariátrico da obesidade grave o paciente pode perder até 80 por cento do excesso de peso, mas o procedimento é apenas um pequeno passo de um tratamento que, além do cirurgião gastrenterologista, inclui um endocrinologista, um psicólogo, um nutricionista e, mais tarde, um cirurgião plástico, além de, provavelmente se estender pelo resto da vida do paciente.

 

            “O segredo do tratamento é seguir a dieta com rigor. A cirurgia funciona como uma ferramenta para ajudar o paciente, mas se ele não seguir a dieta prescrita pelo nutricionista — voltar a comer doces, refrigerantes, bebidas alcoólicas e gorduras — a tendência é que volte todo o excesso de peso perdido como ocorre com qualquer pessoa que ingere mais energia do que é capaz de utilizar”, explicou o cirurgião Octávio Falcão, especialista em operação de obesos.

            O número de cirurgias bariátricas aumentou 275 por cento no Brasil entre 2003 e 2010, chegando a 60 mil intervenções por ano, conforme os números da AMB (Associação Médica Brasileira).

            A redução gástrica é um procedimento muito caro, mas que hoje é coberto por todos os planos de saúde do país. Mas casos como o de Solange, sem plano de saúde e sem dinheiro, lhes restam esperar pelo SUS, Sistema Único de Saúde, que atende em tese a qualquer brasileiro, mas que, justamente pelo período de espera, fica relegado ao mais pobres e desassistidos.

            Após 10 anos de obesidade, Jederson Edealdo das Dores decidiu se submeter à operação, que dura uns 45 minutos se for por vídeo laparoscopia — técnica privilegiada pela maioria dos médicos particulares — ou seis horas caso seja uma operação “a céu aberto” por via laparoscópica, como ocorreu com Solange, que exibe uma ampla cicatriz na barriga. “Antes eu era flácido, mas uma pessoa normal”, disse cabisbaixo Jederson, que não soube precisar seu peso anterior. “Quero viver diferente, ser saudável, normal”, insistiu.

            A sociedade, enquanto isso, vai se adaptando pouco a pouco às mudanças na balança de seus membros. No ano passado, pela primeira vez na história, a prestigiosa escola de samba do Salgueiro do Rio de Janeiro elegeu como musa Vânia Flor, uma grande bailarina de 27 anos e com 104 kg de peso corporal.

 

Transcrito do:

05/09/12

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publicado por Luso-brasileiro às 11:31
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JOÃO BOSCO LEAL - AS MÃES E SUAS CRIAS

 

                                            

 

 

 

 

 

 

 

 

Tanto entre os humanos quanto entre os animais, existem mães e mães. Entre nós há as que trabalham e as que não, as que bebem, usam drogas, são prostitutas, não se respeitam, mas mesmo estas merecem e normalmente são respeitadas por seus filhos.

No mundo animal, há vacas que protegem suas crias de qualquer um, que lutam desesperadamente contra quaisquer predadores para não perder sua cria, e as que simplesmente observam a mesma ser devorada por outros animais.

Outras que abandonam seus bezerros logo ao nascer, deixando-os à própria sorte, os chamados “guachos”, que, se encontrados a tempo por um humano, muitas vezes tornam-se mais fortes do que seus contemporâneos, mesmo tendo crescido sem nenhum “afago” materno.

As galinhas cobrem com as asas os pintinhos recém-nascidos, para que não sejam devorados por gaviões e para que não sofram com a chuva e o frio. Existem, porém, aves que raramente chocam o próprio ovo, como as galinhas d’angola, os marrecos e outras, que por esse motivo, são de difícil procriação.

Entre os suínos e caninos, o filhote que, desde os primeiros momentos de vida, tendo que disputar as tetas com os irmãos, se esforça para mamar mais e fica cada dia mais forte que seus irmãos, que não se esforçaram, e por isso ficam cada vez mais fracos.

Algumas mães, entretanto, suprem seus filhos de todas as necessidades que estejam ao seu alcance, mesmo quando o “filhinho” ou a “filhinha” já são adultos, mas assim como nos animais, essa superproteção cria um ser fraco, que por nunca haver lutado por nada, quando essa mãe não estiver mais presente, terá muitas dificuldades para sobreviver num mundo onde há disputas por tudo.

Ao contrário de ajudar, elas proporcionaram um enorme prejuízo a esses filhos, que sempre perderão, em todos os sentidos, para os que cresceram fortes por terem tido de buscar, sem ajuda, o que necessitavam.

No entanto, sem sua proteção e tendo que buscar seu próprio sustento e programar seu futuro sabendo que nada mais será ganho, aprenderá, ainda que tardiamente, assim como aquele filho ou filha que foi desamparado, mal tratado, abandonado e até mesmo desprezado por essa mãe, que por ter lutado sozinho por sua sobrevivência e aprendizado, tornou-se um adulto mais forte e para ele nada mudará quando essa mãe partir.

Por isso e por mais que seja dolorido, assim como ocorre em todo o reino animal, em determinado momento as mães necessitam desmamar seus filhos, pois aquelas que contrariando a natureza, escolhem dar proteção a um filho normalmente fracassam em seu sonho, e fazem fracassar o filho protegido.

Perceber esse erro, certamente gera uma enorme sensação de fracasso na mãe para a qual seu filho protegido obteria somente sucessos, e essa descoberta normalmente provoca um distanciamento cada vez maior desta mãe com o filho que ela desprezou e que hoje é um forte.

Os que lutaram com suas próprias mãos, certamente criarão seus filhos assim, dando-lhes amor, carinho e apoio, mas ensinando-lhes a buscar seu lugar ao sol com seu próprio esforço, pois o mundo não passará a mão na cabeça de ninguém, quando não tiverem mais a retaguarda dos pais.

E quando a grande maioria fizer o mesmo, nascerá uma nova geração de homens e mulheres fortes, que construirão o futuro de um grande país, deixando de lado e para trás os fracos que criaram filhos e nações fracas.

 

As nações são o resultado de como as mães criaram seus filhos nas décadas anteriores.

 

 

 

 

JOÃO BOSCO LEAL, é articulista político, produtor rural e palestrante sobre assuntos ligados ao agronegócio e conflitos agrários. Campo Grande, Brasil



publicado por Luso-brasileiro às 11:22
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HUMBERTO PINHO DA SILVA - O MEDO DE SER CRISTÃO

 

    

                                                  

 

 

 

 

 

 

Apesar da maioria das pessoas que vivem no nosso País serem crentes, e muitas católicas praticantes, não se ouve a sua voz nem se deslumbra a influência na sociedade.

 

A razão desse silêncio é facílimo de explicar: os católicos envergonham-se da sua Fé.

 

Envergonham-se, porque não há - ou poucos são, - os jornalistas, escritores, artistas plásticos, cançonetistas e políticos, que se declarem crentes; e sabemos o motivo dessa insólita atitude: sempre que o fazem, são taxados de retrógrados ou piegas.

 

Vivemos numa época em que os valores morais, os bons costumes, a religiosidade, são considerados preconceitos, próprios de mentalidades tacanhas, de ignorantes e analfabetos.

 

Quem se indigna, levante a voz contra desvarios, maus exemplos de novelas televisivas, infâmias que certa imprensa difunde, quem não pensar como a maioria, é execrado, marginalizado, varrido da elite bem falante, que possui acesso à mass-media.

 

Ortega y Gasset afirma in “ Revolta das Massas”:” Quem não pensa como toda a gente, corre o risco de ser eliminado.”

 

E como ninguém aceita ser riscado do convívio dos iluminados, dos que têm poder e conseguem construir ou destruir carreiras promissoras, refugia-se no silêncio, escondendo valores e Fé que professa.

 

Isso é mau. É mau, porque se os católicos não falarem, não divulgarem a Fé, aos poucos esta extingue-se.

 

É a minoria, como se sabe, que forma a opinião da maioria. Esta apenas repete o que ouve e vê.

 

As ideias, tanto boas como más, “ enchem o ar”, como ondas de rádio. Ninguém as vê, ninguém sabe por onde andam, mas entram sorrateiramente na alma de cada um.

 

Os receptores, aos milhares, encontram-se prontos a receber a mensagem e a difundi-la, mas se não houver emissor, se não houver quem difunde, quem a pode escutar?

 

Gabriel Marcel em: “ Os Homens Contra o Homem”, assegura: que a opinião pública é coisa mais maleável do mundo. A publicidade sabe que isso é verdade, e também os enganadores, que procuram aniquilar valores que sempre orientam o nosso povo, sabem, que paulatinamente, tudo de santo, de honesto, que o coração conserva, será destruído.

 

Mas se a calamidade que desabou, minando a juventude, retirando  pudor e dignidade à mulher, persiste, é devido aos crentes envergonharem-se de a rebater; e não a rebatem, porque se encontram desunidos e amam mais os homens que a Deus.

 

Urgente é levar Cristo aos cristãos. Urgente é sair a terreiro, pelejar os desacertos que querem impingir, em nome da liberdade e direitos da mulher. È urgente levantar bem alto, em unicíssimo, a voz contra os atentados à dignidade humana.

 

Está na hora dos crentes, que o são: professores, artistas, escritores, jornalistas, políticos, se unirem e clamarem bem alto: BASTA!

 

Basta de ter medo! Basta o receio de ser diferente! Basta de ser duplo: cristão no templo, no resguardo da comunidade, e agnóstico no mundo! Basta de ter medo dos que querem destruir os nobres valores do nosso povo!

 

Basta!

 

 

 

 

 

HUMBERTO PINHO DA SILVA   - Porto, Portugal



publicado por Luso-brasileiro às 11:06
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CLARISSE BARATA SANCHE - FACE A FACE

 

 

                                             

 

 

 

 

 

 

 

                          Mote  

 

 

            

Quando chegar a minha vez, Senhor!

De me ir embora, a vez do meu traspasse,

Espero não sentir nenhum temor

De me encontrar contigo face a face.

 

               Dr. João de Castro Nunes

    Do seu belo livro: ”Falar com Deus”

 

 

 

                              Glosa

 

 

“Quando chegar a minha vez, Senhor!”

De abandonar a Terra onde nasci,

Na missão que me deste, por favor,

Perdoa se melhor não Te servi.

 

 

Quando vier o dia de embarcar...

“De me ir embora, a vez do meu traspasse,”

Manda-me um Anjo para me ensinar

A maneira ideal do desenlace!

 

 

No caminho da Luz, no Lar de Amor,

Onde tenho a família,  gente à barda...

“Espero não sentir nenhum temor”

Sei que todos estão à Tua guarda!

 

 

No Céu,  naquela Paz tão doce e linda,

Estou ansiosa para que os abrace.

Mas a grande alegria será  inda

"De me encontrar CONTIGO face a face"

 

  

 

 

CLARISSE BARATA SANCHE   -   Goís, Portugal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ACABA  DE SAIR  O NÚMERO 01 DA PUBLICAÇÃO DA CONFRARIA JAPI DE HAICAI 

 

 

 

   



publicado por Luso-brasileiro às 11:01
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