PAZ - Blogue luso-brasileiro
Quarta-feira, 5 de Novembro de 2014
PAULO ROBERTO LABEGALINI - AMOR E FÉ

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Leia a linda reflexão de Artur da Távola:

“Aos casados, aos que não casaram, aos que acabaram de se separar, aos que pensam em voltar... Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma ótima posição no ranking das virtudes, o amor ainda lidera com folga. Tudo o que todos querem é amar.

Encontrar alguém que faça bater forte o coração e justifique loucuras. Que nos faça entrar em transe, cair de quatro, babar na gravata. Que nos faça revirar os olhos, rir à toa, cantarolar dentro de um ônibus lotado... Depois que acaba esta paixão retumbante, sobra o que? O amor. Mas não o amor mistificado, que muitos julgam ter o poder de fazer levitar. O que sobra é o amor que todos conhecemos, o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho. É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo.

Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja. O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus. A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta. Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna.

Casaram. Te amo pra lá, te amo pra cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas. Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada, respeito. Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência...

Amor, só, não basta. Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades. Tem que saber levar. Amar, só, é pouco. Tem que haver inteligência. Tem que ter disciplina para educar os filhos, dar exemplo, não gritar. Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou.

É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão. E que amar ‘solamente’ não basta. Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia, falta discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado.

O amor é grande, mas não é dois. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência. O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta!”

Realmente, lindo texto, embora pareça difícil viver tudo o que o escritor nos coloca. Mas a vida, para ser vivida com sabedoria, precisa ser bem resolvida – espiritualmente inclusive. Muita gente diz que não se adaptou à condição de casado e prefere partir para outro relacionamento, porém, será que rezou e teve uma experiência verdadeira com Deus antes da separação? Veja esta história:

Um professor ateu falou durante uma hora e meia aos alunos, provando que a ressurreição de Jesus era falsa. Ele disse que leu muitos livros e concluiu que, a partir do momento que não havia provas materiais da ressurreição, a tradição religiosa da Igreja caía por terra.

Depois de ouvi-lo com atencão, um jovem se levantou, colocou a mão na sacola, pegou uma carambola e começou a comer. Em seguida, perguntou:

– Eu nunca li tantos livros como o senhor, mas gostaria que me dissesse : esta carambola está doce ou azeda?

– Eu não tenho como lhe responder isso, pois eu não a provei! – respondeu o mestre.

– Pois é, o senhor também nunca provou do meu bom Jesus. Então, como pode afirmar o que está dizendo? Posso lhe contar as vezes que Ele me tirou da cama de um hospital e outras tantas curas que minha família já recebeu Dele?

O professor, dissimulando, preferiu mudar de assunto.

E na linha de amor e fé, ouvi um relato maravilhoso antes de uma missa na Comunidade Nossa Senhora do Sagrado Coração. Eu estava me preparando para animar o canto quando o senhor José Raimundo Carneiro se aproximou e disse:

– Paulo, deixe-me contar um fato que ocorreu comigo há 41 anos. Eu estava na Basílica de Aparecida e, vendo tanta gente rezando a Nossa Senhora, fui até a sua imagem atrás do altar, olhei fixamente para ela e pensei: ‘Se a senhora é tão poderosa, faça aparecer um terço no meu bolso e rezarei esse terço o resto da minha vida’. Em seguida, uma mão tocou no bolso lateral do meu paletó e, para meu espanto, colocou um terço nele! Vi que foi minha tia que fez isso, mas, com certeza, por providência de Nossa Senhora Aparecida.

Sem comentários!

 

 

 

PAULO ROBERTO LABEGALINI - Escritor católico, Professor Doutor da Universidade Federal de Itajubá-MG. Pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária da UNIFEI.

 



publicado por Luso-brasileiro às 11:51
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ANTÔNIO JOAQUIM COELHO DA CUNHA - HOMENAGEM PÓSTUMA AO ALMIRANTE BENJAMIN SODRÉ - RIO DE JANEIRO ,10 DE ABRIL DE 2006

 

 

 

 

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Nascido em 10 de abril de 1892, próximo à Lagoa de Maraponga, em Messejana, no Estado do Ceará, faleceu no dia primeiro de fevereiro de 1982. Foram quase 90 anos vividos. Completam-se hoje 114 anos da sua imortalidade. Seu corpo não está mais entre nós. Todavia, seus exemplos permanecerão, mostrando os caminhos para a dignidade, para a honradez, para a cidadania, para a moral e civismo, para o amor ao próximo e o verdadeiro significado da família.

 

 

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Muitos títulos lhe foram outorgados. Mais de 60 condecorações são mencionadas no livro “A Educação Pelo Exemplo”, que sua filha Dora lhe dedicou, contando parte da sua vida. Seus méritos foram mencionados pela Marinha Brasileira; por Lojas Maçônicas; por inúmeras prefeituras e Câmaras Municipais; por Associações e Clubes; por Academias; por Ministérios e pela Presidência da República. Seu nome figura em centenas de diplomas e placas. Denomina Escolas e bibliotecas; Grupos de Escoteiros e Lojas Maçônicas. Dá nome a obras públicas: como ruas, praças, viadutos e instituições esportivas. A Universidade Gama Filho prestou-lhe homenagem dando o seu nome ao belíssimo Parque Desportivo. Foi reconhecido como Cidadão Honorário por vários Municípios e Estados, inclusive o Estado do Rio de Janeiro.

Foi um dos fundadores e o primeiro presidente da ADESG - Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra

Foi Presidente por vários anos da COMISSÃO NACIONAL DE MORAL E CIVISMO do Ministério da Educação E Cultura.

Conheci-o em julho de 1968 quando Felipe Tiago Gomes, criador da Campanha Nacional de Educandários Gratuitos o descobriu para ser presidente nacional da instituição. Foi eleito Presidente da Direção Nacional no Congresso de Miguel Pereira, na oportunidade em que a instituição teve alterada a denominação para Campanha Nacional de Escolas da Comunidade. Eram mais de mil unidades educacionais que se espalhavam por quase todo o território nacional. Mais de 500 mil alunos e mais de 30 mil professores passaram a depender de sua ação e do seu prestígio junto às autoridades governamentais dos Estados e da Federação. Ao aceitar a indicação e a sua eleição, uma exigência apresentou de pronto: que em todos os atos e momentos, incluindo as viagens pelos Estados brasileiros, Dna. Alzira Sodré, sua esposa – “ZI” como ele a chamava –, deveria estar junto dele, tamanho era seu amor pela eterna namorada.

E foi assim que no mês de setembro de 1968, viajamos por 18 Estados brasileiros, do Rio Grande do Sul ao Pará, visitando escolas, comparecendo a reuniões e sendo recebidos pelas mais altas autoridades, incluindo-se Governadores de Estados, Presidentes de Câmaras Estaduais e Secretários de Educação. Todos lhe prestavam as maiores homenagens. Onde houvesse uma Capitania de Portos e uma loja Maçônica, ao saberem de sua presença, o tornavam alvo de sensacionais e emocionantes homenagens, tamanho era o carisma inspirado pelo casal Alzira e Benjamin Sodré !.

Nas Capitanias da Marinha, mesmo depois de reformado, continuava a ser recebido com as tropas formadas e bandas de música. Na Maçonaria era aplaudido efusivamente com celebrações que voltavam no tempo e se estendiam ao nome de seu pai – o General Lauro Sodré , Ex-Governador do Pará - que também fora Maçom.

Nos esportes, destacou-se como excelente jogador de futebol, ponta esquerda do América, do Botafogo e da Seleção Brasileira, entre 1910 e 1916. Era conhecido como “Mimi Sodré”.

Os escoteiros o viam como um grande ídolo.

Seguidor dos ideais de Baden-Powell, contribuindo com a formação moral da juventude brasileira, participou da fundação e organização dos Escoteiros do Mar, da Federação de Escoteiros Paranaenses e outros importantes grupos.

Em 1925 escreveu o “Guia do Escoteiro”, uma importante obra do escotismo que ainda hoje é referência.

Fora denominado e até hoje é conhecido pelos mais antigos, como “O Velho Lobo”.

Sendo ele o portador da matrícula Nº 01 dos Escoteiros do Mar, ajudou Dna. Alzira a desenvolver o Bandeirantismo, um movimento semelhante ao escotismo, voltado para as meninas e moças. No escotismo, tornou-se Presidente da Ordem do Tapir de Prata, a mais importante condecoração escoteira do Brasil.

Na Maçonaria, filiado à Loja “Regeneração Catarinense”, era conhecido como o “IMPOLUTO MAÇOM” pelas suas qualidades de caráter e de coração, Foi eleito membro honorário e escolhido Deputado da Assembléia Legislativa do Grande Oriente do Brasil, chegando a exercer o cargo de Grão-Mestre.

Foi professor de Astronomia; Professor de Navegação e História na Escola Naval, com vários trabalhos publicados.

Assim passei a perceber a importância do Almirante Benjamim.

Interessei-me por sua história e pude conhecê-lo com profundidade, apaixonando-me por sua forma de ser.

Para encerrar a minha participação neste ato de veneração póstuma ao grande vulto da história, colhi no livro de Dora Sodré, o seguinte depoimento:

Quando seu estado começou a piorar e percebeu que o fim se aproximava, Papai, olhando carinhosamente para a Mamãe, disse-lhe:

“Energia e coragem !”

E assim ela se manteve o resto de sua vida, que foi efêmero, como todos nós sabíamos que seria, pois tínhamos certeza de que um não suportaria viver sem o outro.

Ao enterro de Papai alguns de nós não comparecemos, preocupados em acompanhar a Mamãe. Seu filho Ruy - médico dedicado), sobre a escrivaninha do Papai, deixou-lhe esta mensagem:

“Querida Mamãe: Transcrevo pensamentos que tive durante o velório do Papai e que pretendia externá-los ao pé do túmulo, por ocasião do sepultamento, não fora a missão mais importante de ficar com a Mamãe e que me frustrou a ida ao cemitério”:

“Acorda Terra! ........ Deitado eternamente em berço esplêndido! ...

É contigo mesmo Brasil, que estou falando.

Levanta, pois, e vê se te dás conta do que se passa em tua superfície”.

Acorda Terra ! ... e te dispõe a receber esse filho especial.

Esse que tanto fez por ti em teu enorme território: plantando escolas, ministrando lições sem conta, plasmando gerações morais, verdadeiro agricultor em semeadura do bem.

Do Amazonas ao Chuí, se colhe o seu amor plantado.

“Privilegiado este teu pedacinho de terra, Brasil, que ele escolheu por definitiva morada nas Charitas, que melhor seria dizer-se Cáritas, sagrado que passa a ser.”

“Te cuida, Terra, e te faz em aconchego a recebê-lo, posto que esse teu filho anda sempre alerta por fazer o melhor possível.

Servir bem a quem sempre te serviu, é dever”.

“Treme, Terra; treme, porque morreu um imortal diferente e que hás de abrigar em tuas entranhas. Sua vida marcou quantos com que privou, na certeza de que em se querendo, se é.

Que não se espantem os homens do que vier a brotar dessa cova purificada.

Que os mais dotados consigam perceber, nem que apenas vibrações em sintonia cósmica que anulem tanto mal que paira”.

É o que preparei para lhes dizer neste ato cívico do mais elevado significado .

Agradeço por tamanha emoção que me fora concedida em poder confessar-lhes o que me vai na alma reavivando com alegria suas energias e iniciativas nobres.

O futuro é a força do que vivemos em nosso presente. Temos que dar importância a cada momento vivido. O futuro de cada um de nós será o reflexo do que semeamos.

Benjamin Sodré viveu com qualidade e abnegação, germinando para as futuras gerações a semente do amor e da dedicação ao ser humano. Os nossos olhos, hoje e sempre, com muita emoção estarão voltados para BENJAMIN SODRÉ como um belo retrato da MARINHA DO BRASIL

 

 

Rio de Janeiro, 10 de abril de 2006.

 

 

 

 

ANTÔNIO JOAQUIM COELHO DA CUNHA   -   Secretário do Rotary Club Duque de Caxias. Presidente no Ano do Centenário de Rotary Internacional. Governador Assistente 2006-07 - Grupo VI do Distrito 4.57 Governador Assistente 2013-14 – Área IV do Distrito 4570 Governador Assistente 2014-15 – Área IV do Distrito 4570 Governador Assistente (Indicado) 2015-16 – Distrito 4570 .Associado Representativo da CNEC/RJ



publicado por Luso-brasileiro às 11:18
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HUMBERTO PINHO DA SILVA - NÃO ENTENDO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Acabo de ver na SIC, reportagem sobre a vida de pequeno circo familiar, onde todos ou quase – artistas e empregados, – são parentes.

Adquiriram um tigre, ainda bebé. Trataram-no com carinho. Chegaram a leva-lo, em passeio, pela trela, como fosse um gato, mas o animal cresceu em tamanho e força, e tiveram que o manter numa jaula.

 Enquanto assim contavam, a dona acarinhava a fera, que se mostrava grata pela companhia e pelas festas.

Dentro de anos, devido à lei que proíbe os circos possuírem animais, as crianças e adultos, apreciadores de espetáculos circenses, deixarão de ver animais a trabalhar.

Dizem que é barbaridade domesticá-los e obriga-los a trabalhar na arena.

É natural que para aprenderem habilidades, que tanto encanta as crianças, seja necessário usar a violência. Depois é uma crueldade manter animais de grande porte, em pequenas jaulas.

Mas não compreendo porque a lei é tão severa para os trabalhadores circenses, e tão branda para as touradas, onde o touro é lançado para a arena, atordoado pelos gritos e música, e depois transformado em “ paliteiro”.

Digam-me agora: Será mais cruel exibir animais, bem tratados e acarinhados, num circo, ou picá-los, com rojão numa tourada?

- É tradição! … - Dizem-me. E em certas terras, a tradição, manda até matar o boi, na praça.

Houve épocas, em que a lei, que proíbe sacrificar o touro, na arena, para se fazer cumprir, enviou a guarda.

Esta, nunca detectou nem viu o que sabíamos e víamos na TV. Talvez porque se esqueceram de levar cães, que julgo serem menos míopes que soldados…

No circo é crime hediondo… na arena, é divertimento…. Confesso que não compreendo…

Ou será que os artistas de circo, em regra, são pessoas modestas, e os toureiros e ganadeiros, normalmente, abastados? Não sei.

Sei apenas que não entendo.

 

 

 

 

HUMBERTO PINHO DA SILVA   -   Porto, Portugal



publicado por Luso-brasileiro às 10:59
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EUCLIDES CAVACO - PORTUGAL

 

 

 

 

 

 

PORTUGAL
Mais um tema a exaltar Portugal e a Lusitanidade daqueles que dentro
ou fora do chão pátrio sabem sentir na alma o verdadeiro sentido de portugalidade , a que o talentoso intérprete João Pimentel empresta a sua melodiosa voz.
Veja e ouça este tema feito canção  aqui neste link:



                       http://www.euclidescavaco.com/Poemas_Ilustrados/Portugal/index.htm

 

 

Desejos duma excelente semana

EUCLIDES CAVACO - Director da Rádio Voz da Amizade , Canadá.
cavaco@sympatico.ca

 



publicado por Luso-brasileiro às 10:47
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