PAZ - Blogue luso-brasileiro
Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2016
JOSÉ RENATO NALINI - DEU CERTO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O Tribunal de Justiça de São Paulo celebrou há pouco os dez anos de funcionamento das Câmaras Reservadas ao Meio Ambiente. Experiência implementada em novembro de 2005, após longa luta de um grupo de magistrados liderados por Gilberto Passos de Freitas, foi a resposta paulista a uma tendência que o Brasil todo já adotara.
As questões ambientais são as mais sérias e urgentes de um mundo à deriva. Enquanto outros Tribunais preferiram criar Varas Ambientais, com juízes especializados no trato dos temas ecológicos, São Paulo optou por Câmaras Ambientais. Ou seja: desembargadores julgariam os feitos sentenciados no primeiro grau de jurisdição e procurariam imprimir uma diretriz, o quão possível homogênea, para orientar tanto os magistrados como os demais profissionais do direito, em relação ao assunto ambiente.
A experiência foi válida. Tanto assim, que foi criada uma segunda Câmara e o nome alterado para Câmara Reservada ao Meio Ambiente. Na primeira delas trabalhei desde a criação, até minha eleição ao cargo de Corregedor Geral da Justiça em 2011.
O que se pode dizer da experiência? Primeiro, constata-se a ainda insuficiente compreensão da relevância do bem da vida “ambiente saudável”, protegido pela Constituição Cidadã de 1988. Esse direito fundamental ao meio ambiente é transgeracional porque o constituinte teve coragem de titularizar o nascituro para a sua fruição. Ou seja: mesmo quem ainda não nasceu, tem esse direito ao ambiente assegurado na Constituição.
É de uma ousadia que reclamaria tratamento compatível por parte do Estado-juiz. Nem sempre isso ocorre. Prevalece a velha mentalidade processualista, procedimentalista e formalista, quanta vez! Segundo, a decepção de ver doutrinadores consagrados a defender os detratores da natureza. Como há muitos dendroclastas e infratores ambientais poderosos, o capital recruta as melhores inteligências para defendê-lo. E o ambiente leva a pior.
Mas seria ainda pior se não houvesse Câmara Ambiental. Uma terceira e última frustração: não consegui criar as Varas Ambientais, por resistência interna que é natural nos colegiados, mas atua contrariamente ao interesse da maioria. Um dia o ambiente ainda será tratado como merece nesta terra ameaçada e sofrida.

 

 


JOSÉ RENATO NALINI é presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo para o biênio 2014/2015. E-mail: jrenatonalini@uol.com.br.



publicado por Luso-brasileiro às 14:08
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SÔNIA CINTRA - REFÚGIO

 

 

 

 

 

 

 

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                                                                                    É tempo de

                                                  luz e amor

 

                                                  é tempo de

                                                  paz e perdão

 

                                                  é tempo de

                                                  bendizer

 

                                                  é  tempo de

                                                  consagrar

 

                                                  a vinda de

                                                  nosso irmão

 

                                                  venha de onde vier

                                                  viva na terra ou no céu

 

                                                  que seja acolhido

                                                  no afeto

 

                                                  debaixo de nosso teto

                                                  no canto do coração

 

 

 

                                                                                                 

   Dezembro de 2015

 

 

SONIA CINTRA - ESCRITORA E PROFESSORA UNIVERSITÁRIA .

 

 

 

 

                                                       



publicado por Luso-brasileiro às 12:49
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FELIPE AQUINO - O VALOR DO TEMPO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 



“Enquanto temos tempo …” (Gl 6,10)

 

O tempo é o dom básico que Deus nos dá, sem o qual não há outros dons. Sim, é no tempo que nos é dado praticar o bem, trabalhar, lutar, e ter méritos diante de Deus. O tempo pode parecer sem sabor e sem valor para quem o vive no dia-a-dia, há mesmo quem procure “matar” o tempo em vazios passatempos.

É muito rica é a conceituação de tempo que a Escritura Sagrada nos oferece. Ela o apresenta a nós como uma caminhada de peregrinos que “deixam o relativo em busca da pátria definitiva’ (1Pd 1,7; Hb 11,13-16; 1Cor 5,8s). É uma semeadura, cuja colheita ocorrerá no além, de modo que “quem semeia pouco, colherá pouco, e quem semeia muito, colherá muito” (Gl 6,7s; 2Cor 9,6). Cada segundo do nosso tempo tem seu eco na vida definitiva, é no tempo que construímos nossa eternidade.

O tempo é breve e fugidio (2Cor 7,1), passa e não volta, de modo que é preciso aproveitar o HOJE de Deus: “enquanto ainda se diz HOJE” (Hb 3,13). “HOJE” se ouvirdes a sua voz …” (Hb 3,7). O homem não sabe quantos HOJE ainda terá, pois o desfecho terrestre é de data incerta (1Ts5,1). O tempo quantitativo exige ser também tempo qualitativo, exige qualidades correspondentes; o cristão deve crescer não somente em número de anos passageiros, mas também em méritos e valores definitivos.

O passado não nos pertence mais, o futuro não está ao alcance de nossas mãos; apenas o Presente é nosso, está à nossa disposição.

O tempo é como uma antessala da vida plena, de tal modo que na terra aprontamos nossa veste nupcial para a ceia da vida eterna (cf. Ap 21,2). É um se preparar suado e trabalhoso, atribulado, pois nada de grande se faz sem fadiga. Mas, lembra-nos o Apóstolo: “as passageiras tribulações desta vida não têm proporção com o peso de glória que elas nos preparam para a pátria definitiva” (Ef. 5,16, Rm 8,11; 2Cor 4,17).

 


Leia também: Que tal fazer um balanço de sua própria vida?

O bom uso do tempo

Motivações para um Ano Novo

 

 

O tempo lembra-nos que estamos no exílio, que deve despertar no cristão o anseio da mansão definitiva, pois vivemos da fé, e não da visão face-a-face da Beleza Infinita (2Cor 5,6s). A paciência de Deus nos concede tempo para uma conversão sempre mais perfeita (Rm 2,4; 2Pd 3,9). Deus conhece a nossa fragilidade humana e diariamente nos renova a sua graça e misericórdia, a fim de que hoje possamos viver melhor ainda do que ontem.

Estas ideias voltam à mente dos cristãos especialmente no início de um Ano Novo. É o Apóstolo quem escreve: “Exortamo-vos a que não recebais a graça de Deus em vão…” (2 Cor 6,1s). Um Ano novo é um tempo novo, na graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, como dizia-se antigamente. O cristão deve saber aproveitar, cada vez mais conscientemente, o chamado de Deus, lembrando-se de que o Senhor não quer corações tristes e constrangidos.

Fim e começo de Ano lembram sempre a passagem do tempo. “Como voa!”, costuma-se dizer. Segundo Ap 10, 6, um anjo proclamará certa vez: “Já não haverá mais tempo!” – Estes dizeres poderão trazer alegria a quem, lutando sem cessar, preencheu santamente os seus dias. Mas poderá despertar com susto e dissabor quem for colhido de surpresa e despreparado.

Muitas vezes só apreciamos os valores que temos, depois que desaparecem, e tomamos consciência de haver lidado com grandes bens sem se dar plena conta disto. Assim também é o tempo; pode parecer insignificante, mas, uma vez perdido, aparece com todo o seu valor.

O começo de novo Ano sugere uma reflexão sobre estes fatos, a fim de que não se repitam. O tempo vale no plano da fé; sim, é o tempo resgatado pelo sangue de Cristo, “o tempo oportuno, os dias da salvação” (2Cor 6, 2). E por que tão importante? Porque nas 24 horas de cada dia já se iniciou o Reino de Deus. Consciente disto, dizia São Paulo: “O tempo se fez breve” (1Cor 8, 29). O tempo do cristão é enriquecido pela presença do Eterno dentro da fragilidade do mundo. Aliás, “passa a figura deste mundo”
 (1Cor 7,31).
                                                                    

                        paraserfeliz

 

 

 

Estas verdades se tornam ainda mais significativas no começo de novo Ano. Com efeito; ressoa então mais vivamente a advertência do Apóstolo: “A nossa salvação está agora mais próxima do que quando começamos a acreditar ou a viver a nossa fé” (Rm 13, 11). E continua o Apóstolo: “A noite vai adiantada, o dia se aproxima”; na verdade, para quem sofre de insônia, a noite é tanto mais penosa quanto mais adiantada: mas este sofrimento especial é garantia de término próximo.

Assim é a vida do cristão: passada na penumbra ou mesmo na noite da fé, quanto mais avançada em anos ela é, tanto mais penosa pode ser, mas também tanto mais penetrada pelos raios do dia que vai despontando e aos poucos dissipará as trevas.

Importa, pois, a todo discípulo de Cristo levar cada vez mais a sério a exortação do Senhor: “Vigiai, pois não sabeis nem o dia nem a hora” (Lc 12, 35-40). Qualquer momento pode ser o último e há de ser intensamente vivido na presença do Eterno.

Que o novo Ano signifique para todos os nossos leitores uma aproximação ainda mais consciente da luz do Dia sem ocaso!

 

 

 

FELIPE AQUINO - Escritor católico. Prof. Doutor da Universidade de Lorena. Membro da Renovação Carismática Católica.

 

 



publicado por Luso-brasileiro às 12:05
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PAULO R. LABEGALINI - MAIS UMA LINDA HISTÓRIA DE FÉ

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma história comovente e de profundo amor da Mãe de Deus por seus filhos ocorreu no ano de 1917, em Portugal. Começa em 1916, quando o mundo passava pela I Guerra Mundial e por todas as desgraças que ela trazia às famílias – destruídas pela morte, pobreza e descrença. Naquela época, num vilarejo de Fátima, viviam três crianças: os irmãos Francisco e Jacinta – 9 e 7 anos – e a prima Lúcia de Jesus – 10 anos. Felizes, eles tomavam conta de ovelhas, brincavam e, principalmente, rezavam o Terço.

Um dia, tocando o rebanho, descobriram uma gruta. Entraram para descansar e, de repente, apareceu-lhes um anjo convidando-os para rezar a seguinte oração: “Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos perdão pelos que não creem, não adoram, não esperam e não vos amam. Amém”.

A partir daquele dia, os pastorzinhos passaram a rezar constantemente, preparando seus corações para as próximas visitas do anjo; e, na sua última visita, ele deu às crianças três Hóstias pingando o Preciosíssimo Sangue de Jesus – a Primeira Comunhão! Assim, os pequenos foram perfeitamente preparados para as revelações futuras em suas vidas.

Os videntes receberam a primeira aparição de Nossa Senhora de Fátima ao meio dia de 13 de maio de 1917. Ela apareceu sobre uma árvore pequena, com uma nuvem a seus pés, vestida de branco e segurando um lindo Rosário. Naquele momento tão abençoado, a Virgem Maria disse-lhes: “Não temam, não lhes farei nenhum mal. Vim do Céu para pedir que venham aqui seis meses seguidos, no dia 13, a esta mesma hora e, em outubro, direi quem sou e o que desejo de vocês para o futuro”.

Ela perguntou aos meninos: “Vocês se oferecem a Deus para suportar os sofrimentos que Ele enviar, em reparação pelos pecados com que é ofendido e pela conversão dos pecadores?”. Eles responderam “sim” e um pacto divino teve seu início. Os três compreenderam o que Maria pediu e nos pede até hoje: oração e conversão.

Durante os seis meses das aparições e mesmo depois que elas terminaram, os três foram interrogados e pressionados pelas autoridades. Chegaram a ser raptados, presos, ameaçados de morte, sofreram violências físicas e todos zombavam deles, mas, pela graça de Deus e intercessão de Nossa Senhora, superaram as dificuldades.

É importante sabermos que, na última das aparições, em 13 de outubro de 1917, Maria revelou em sua mensagem: “Eu sou a Senhora do Rosário. Vim para exortar os fiéis a reformarem o seu comportamento e pedirem perdão dos pecados que cometeram. É preciso que eles não ofendam mais a Jesus, já bastante ofendido e ultrajado pelos pecados e crimes da humanidade. Meu Coração Imaculado haverá de triunfar!”.

Em seguida, a chuva forte que caía parou e o sol girou no céu milagrosamente, fazendo mais de cinquenta mil pessoas acreditarem que Nossa Senhora estava aparecendo ali na Cova da Iria. Ela insistiu também em quatro pontos muito importantes para que o seu Imaculado Coração possa realmente triunfar e nos trazer muitas graças:

1. Que tenhamos uma grande devoção ao seu Imaculado Coração;

2. Que rezemos o Rosário diariamente, com muita fé e devoção;

3. Que façamos sacrifícios pelos pecadores, pelo Papa e em reparação aos pecados cometidos contra o seu Imaculado Coração; e

4. Que haja a nossa consagração sincera ao seu Imaculado Coração.

Santa Mãe de Deus, rogai por nós também em 2016. Amém!

 

 

 

PAULO ROBERTO LABEGALINI - Escritor católico. Vicentino de Itajubá - Minas Gerais - Brasil. Professor doutor do Instituto Federal Sul de Minas - Pouso Alegre.‘Autor do livro ‘Mensagens Infantis Educativas’ – Editora Cleofas.



publicado por Luso-brasileiro às 11:37
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HUMBERTO PINHO DA SILVA - UMA NOVA PRAGA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estava neste fim-de-semana a almoçar num restaurante bairradino, com familiares, quando toca o telemóvel.

Apressei-me a procurá-lo. Pedi licença para levantar-me e verifico que a chamada era realizada por número desconhecido.

Será algum cliente? - Pensei de mim para mim.

Não era.

 Era empresa de comunicação a oferecer-me seus serviços:

- “ Fala da X. Boa tarde. Qual é a sua empresa fornecedora de Internet e TV?”

Respondi-lhe – estava aborrecido de me ter ausentado da mesa, interrompendo a conversa que mantinha, – que: “ Não interessa…”

- “ É que venho oferecer-lhe melhores vantagens.” - Insistia a menina.

- “Desculpe - respondi, - mas não estou interessado. Sinto-me satisfeito com a minha empresa, e não pretendo mudar.”

- “ Mas a nossa é melhor! … Quanto paga pelo serviço prestado?”

Cortei a conversa e vim para a mesa, comentando o atrevimento dessa empresa, que durante semanas não parava de incomodar-me, por vezes, com dois telefonemas diários.

Outrora era o telefone fixo que não parava de tocar: eles eram: pedidos de contributos para criancinhas abandonadas; prendes oferecidas em troca de respostas a inquérito; sondagens de empresas…

Agora é o telemóvel que não me deixa descansar.

Resolvi não atender números desconhecidos… mas os negócios? Alguém pode necessitar de comunicar comigo.

Mandei, há muito, cortar o nome da lista telefónica. Resultou. Mas agora é pior, porque apanha-nos: na rua, no carro, no transporte publico, em toda a parte….até no quarto de banho! …

É praga pior ou igual à do Egipto, que não nos deixa.

Como descobrem o número?

Sei que muitos compram endereços eletrónicos e números telefónicos; outros, utilizam o número que vamos dando, quando nos solicitam; e ainda outros, possuem listas “confidenciais”, como disse certa menina, quando lhe perguntei como descobrira o meu telemóvel.

Não haverá meio de nos livrarmos dessa praga arreliadora?

 

 

 

HUMBERTO PINHO DA SILVA   -   Porto, Portugal



publicado por Luso-brasileiro às 11:30
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EUCLIDES CAVACO - IRONIA DO TEMPO
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Na viragem de mais um momento da contagem convencional do tempo aqui partilho este poema declamado sobre o poder que o tempo tem.
Ouça e veja esta minha versão poética em PS ou aqui neste link:
 
 

http://www.euclidescavaco.com/Poemas_Ilustrados/Ironia_do_Tempo/index.htm
 


FELIZ 2016

 
 
EUCLIDES CAVACO - Director da Rádio Voz da Amizade , Canadá.
 
 
 
 
 
***
 
 
 

 

AMOR E PAZ NO MUNDO

 
 
 
 
 
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                           Com Amor se cria a Paz no coração

                           A Paz que cria Amor do nosso agrado,

                           Façamos dele vela em digressão

                           Pelo mundo a torná – lo mais amado.

 

 

                            O Amor, Deus quer que seja consagrado

                            Voando pela terra, mão em mão,

                            Como chama de luz, abençoado,

                            E a ele todos tenham adesão.

 

 

                            Se seguíssemos bem o Evangelho

                            E a lei de Deus reinasse por conselho,

                            O lar de cada qual era perfeito.

 

 

                            Logo o mundo se erguia em oração

                            Sem que faltasse ao pobre nenhum pão

                            E às crianças a Paz que têm direito.

 

 

 

  Clarisse Barata Sanches - Góis - Portugal



publicado por Luso-brasileiro às 11:27
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