PAZ - Blogue luso-brasileiro
Terça-feira, 2 de Maio de 2017
FELIPE AQUINO - MAIO: MÊS DEDICADO A MARIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Todos sabemos, que a nossa Igreja dedica o mês de maio à Nossa Senhora e às devoções marianas. É um tempo especial, de graças, para nós que a temos como nossa advogada e intercessora fiel diante de Deus.

 

O Catecismo da Igreja Católica, no parágrafo 971, a respeito da devoção à Maria Santíssima afirma:

 

“Todas as gerações me chamarão bem-aventurada” (Lc 1,48): “A piedade da Igreja para com a Santíssima Virgem é intrínseca ao culto cristão”. A Santíssima Virgem “é legitimamente honrada com um culto especial pela Igreja. Com efeito, desde remotíssimos tempos, a bem-aventurada Virgem é venerada sob o título de ‘Mãe de Deus’, sob cuja proteção os fiéis se refugiam suplicantes em todos os seus perigos e necessidades (…) Este culto (…) embora inteiramente singular, difere essencialmente do culto de adoração que se presta ao Verbo encanado e igualmente ao Pai e ao Espírito Santo, mas o favorece poderosamente”; este culto encontra sua expressão nas festas litúrgicas dedicadas à Mãe de Deus e na oração mariana, tal como o Santo Rosário, “resumo de todo o Evangelho”.

 

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Por isso, também vários Papas na história da Igreja enfatizaram a importância de se rezar os rosário. Veja o que os Papas mais recentes disseram acerca desta oração:

“O Rosário é […] uma oração profundamente cristológica. Na sobriedade das suas partes, o Rosário consolida-se da profundida da Boa Nova, da qual ele é quase um resumo. […] Com o Rosário, o povo cristão anda na Escola de Maria para se deixar guiar, contemplando a beleza do rosto de Cristo e experienciando a profundidade do Seu amor. Ao contemplar os mistérios do Rosário, o crente obtém a graça em plenitude como se recebesse das próprias mãos da Mãe do Redentor”. Beato João Paulo II

 

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“Esta oração tem assumido um papel importante na minha vida espiritual desde a minha infância e juventude. A oração do Rosário tem me acompanhado nos momentos de alegria e de provação. Muitas preocupações entreguei nesta oração e, por meio dela, sempre experienciei fortalecimento e consolação”. Beato João Paulo II

“Se não sabeis como rezar, pedi-Lhe para vos ensinar e pedi à Mãe do Céu para rezar convosco e por vós. A oração do Rosário pode ajudar-vos a aprender a arte de rezar com a simplicidade e profundidade de Maria”. Papa Bento XVI

Da mesma forma, o Papa Francisco também nos convida a oração do Rosário, especialmente neste mês:

“E neste mês de maio, eu gostaria de lembrar a importância e a beleza da oração do Santo Terço. Recitando a Ave-Maria, somos levados a contemplar os mistérios de Jesus, refletir sobre os principais momentos de Sua vida, para que, como foi com Maria e São José, Ele seja o centro dos nossos pensamentos, da nossa atenção e de nossas ações.

Seria bom que, especialmente neste mês de maio, rezássemos juntos, em família, com os amigos, na paróquia, o Santo Terço ou alguma oração a Jesus e à Virgem Maria. A oração feita em comunidade é um momento precioso para tornar ainda mais forte a vida familiar, a amizade! Aprendamos a rezar mais em família e como família!”. Papa Francisco

 

Leia também: Por que Maio é o Mês de Maria?

Aquele que recorre à Virgem Maria não deve se desesperar 

Como entender a Mediação de Maria?

Tudo por Jesus, nada sem Maria!

Maria, o Caminho de Jesus

 

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As Quinze Promessas da Virgem Maria aos que rezarem o Rosário

 

 

Há tempos o site ACIDIGITAL, publicou as 15 promessas que a Virgem Maria fez àqueles que rezarem o Rosário. Achamos interessante reproduzir nesta ocasião:

  1. Aqueles que rezarem com enorme fé o Rosário receberão graças especiais.
  2. Prometo minha proteção e as maiores graças aos que rezarem o Rosário.
  3. O Rosário é uma arma poderosa para não ir ao inferno: destrói os vícios, diminui os pecados e nos defende das heresias.
  4. Receberá a virtude e as boas obras abundarão, receberá a piedade de Deus para as almas, resgatará os corações das pessoas de seu amor terreno e vaidades, e os elevará em seu desejo pelas coisas eternas. As almas se santificarão por meio do Rosário.
  5. A alma que se encomendar a mim no Rosário não perecerá.
  6. Quem rezar o Rosário devotamente, e tiver os mistérios como testemunho de vida, não conhecerá a desgraça. Deus não o castigará em sua justiça, não terá uma morte violenta, e se for justo, permanecerá na graça de Deus, e terá a recompensa da vida eterna.
  7. Aquele que for verdadeiro devoto do Rosário não perecerá sem os Sagrados Sacramentos.
  8. Aqueles que rezarem com muita fé o Santo Rosário em vida e na hora de sua morte encontrarão a luz de Deus e a plenitude de sua graça, na hora da morte participarão do paraíso pelos méritos dos Santos.
  9. Livrarei do purgatório àqueles que rezarem o Rosário devotamente.
  10. As crianças devotas ao Rosário merecerão um alto grau de Glória no céu.
  11. Obterão tudo o que me pedirem mediante o Rosário.
  12. Aqueles que propagarem meu Rosário serão assistidos por mim em suas necessidades.
  13. Meu filho concedeu-me que todos aqueles que se encomendar a mim ao rezar o Rosário terá como intercessores toda a corte celestial em vida e na hora da morte.
  14. São meus filhinhos aqueles que recitam o Rosário, e irmãos e irmãs de meu único filho, Jesus Cristo.
  15. A devoção a meu Rosário é um grande sinal de profecia.

 

 

 

FELIPE AQUINO - Escritor católico. Prof. Doutor da Universidade de Lorena. Membro da Renovação Carismática Católica.



publicado por Luso-brasileiro às 18:51
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PAULO R. LABEGALINI - O DEVIDO USO DAS MÃOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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À beira de um riacho, algumas mocinhas conversavam, contando vantagens de suas lindas mãos. Uma delas mergulhou as mãos na água e as gotas que caíam das suas palmas pareciam diamantes.

– Olhem como minhas mãos são lindas! A água corre nelas como joias preciosas – disse ela, levantando as mãos para as outras admirarem.

Realmente eram muito macias e brancas, pois a única coisa que fazia com elas era lavá-las em água fria e limpa.

Outra mocinha correu para colher morangos e esmagou-os nas palmas das mãos. O líquido escorreu pelos dedos até ficarem rosados como o céu ao sol nascente.

– Vejam que lindas mãos as minhas! O suco de morango escorre por elas como vinho!

Eram muito rosadas e macias, pois as lavava com suco de morangos todas as manhãs.

Outra mocinha colheu violetas e esmagou-as nas mãos até ficarem muito perfumadas.

– Olhem que lindas mãos eu tenho! São perfumadas como as flores dos bosques da primavera!

Eram delicadas e claras, pois uma das únicas coisas que fazia com elas era lavá-las com violetas todos os dias.

A quarta mocinha não mostrou as mãos, deixando-as no colo. Então, uma velha veio andando pela estrada, parou perto delas, e lhe mostraram as mãos, perguntando quais eram as mais belas. Para as três primeiras, ela balançou a cabeça; depois, pediu para ver as mãos da última mocinha. E a jovem levantou as mãos timidamente.

– Hum, estas mãos estão bem limpinhas – disse a mulher –, mas estão endurecidas pelo trabalho. Percebo que ajudam os pais: lavando as louças, varrendo o chão, limpando as janelas e semeando a horta. Estas mãos tomam conta do bebê, levam chá quente para a vovó e ensinam o irmãozinho menor como empilhar os toquinhos e empinar a pipa. Sim, estas mãos andam muito ocupadas fazendo da casa um lar feliz, cheio de amor e de carinho.

Então, a senhora idosa remexeu o bolso e retirou um anel de diamantes – com rubis mais vermelhos que morangos e turquesas mais azuis que violetas.

– Tome, use este anel, querida. Você merece o prêmio pelas belas mãos, pois são as mais úteis de todas.

Que linda história, não? Se você olhasse agora para as próprias mãos, sentiria orgulho das suas realizações? E se tivesse que contar tudo o que já fizeram, omitiria muitas coisas? Dá para prometer a Deus que atos ruins e omissões à caridade não voltarão a acontecer?

Eis outra história para reflexão:

Há muito tempo, havia um mestre que vivia com um grande número de discípulos num templo arruinado. Eles sobreviviam através de esmolas e doações conseguidas numa cidade próxima. Logo, muitos jovens começaram a reclamar das péssimas condições em que viviam. Em resposta, o velho mestre disse:

– Realmente, nós devemos reformar as paredes do templo. Como ocupamos o nosso tempo estudando e meditando, não há como trabalhar e arrecadar o dinheiro que precisamos, mas eu pensei numa solução simples. Cada um de vocês deverá ir para a cidade e roubar alguns bens, que poderão ser vendidos para arrecadar dinheiro. Dessa forma, nós seremos capazes de fazer uma boa reforma em nosso templo.

Os estudantes ficaram espantados por esse tipo de sugestão vir do sábio mestre, mas, como tinham o maior respeito por ele, não fizeram nenhum protesto. De modo bastante severo, o mestre ainda falou:

– Para não manchar nossa excelente reputação, já que estamos cometendo atos ilegais, solicito que roubem somente quando ninguém estiver olhando. Eu não quero que algum de vocês seja pego.

E partiram, prometendo coletivamente que não seriam flagrados para não causarem a desgraça do templo; porém, um discípulo não foi à cidade. O sábio mestre estranhou, se aproximou dele e perguntou:

– Por que você ficou para trás?

– Eu não posso seguir as suas instruções para roubar onde ninguém esteja vendo. Não importa aonde eu vá, sempre estarei olhando para mim mesmo. Meus olhos irão ver minhas mãos roubando!

O mestre abraçou o jovem com um sorriso de alegria e disse:

– Eu somente estava testando a integridade dos meus estudantes e você é o único que passou no teste!

Após muitos anos, o discípulo se tornou um grande mestre, provando que nossas mãos podem nos conduzir a lugares maravilhosos ou nos colocarem em situações pecaminosas. Enquanto algumas mãos batem e atiram, outras abençoam e repartem o pão. Enquanto algumas acusam, outras oferecem ajuda. E o pior: enquanto algumas são perfumadas para só receberem joias preciosas, outras mendigam trabalho e um prato de comida.

Pois é, trabalhando ou praticando a caridade, uns usam as mãos devidamente, enquanto outros, esbanjando riquezas, as usam para cavar a própria sepultura.

 

 

 

PAULO ROBERTO LABEGALINI - Escritor católico. Vicentino de Itajubá - Minas Gerais - Brasil. Professor doutor do Instituto Federal Sul de Minas - Pouso Alegre.‘Autor do livro ‘Mensagens Infantis Educativas’ – Editora Cleofas

 

 

 

 



publicado por Luso-brasileiro às 18:46
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HUMBERTO PINHO DA SILVA - NO DIA DA MÃE, É BOM RECORDAR: UMA MÃE COMO POUCAS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Genciana é a caçulinha querida de velho e austero médico do interior. É ainda adolescente. Adolescente, robusta e fogosa. O rosto, é trigueiro; a pele: macia e sedosa.

Mudara-se, recentemente, para os subúrbios, para casa bem construída e bem espaçosa.

O pai, jaz no leito, vítima de doença, que não costuma perdoar.

 Estirado na cama, o velho médico, é um homem triste, desolado. A barba escurece-lhe e azula-lhe as faces amarelecidas. Desanimada, a mulher, olha-o angustiada. Está compungida. O doente parece dormir, mas pressentindo gente, descerra levemente as pálpebras envelhecidas.

Circunvaga, desalentado, a vista pelo quarto, que permanece em repousante penumbra, e, volvendo os olhos embaciados, para a esposa, numa expressão dolorosa, profere apagado e triste sussurro:

- “ O que será de meus filhos! … Meu Deus! … Tão novos! … e tão desamparados! …”

A mulher consola-o. Incute-lhe animo. No íntimo, sabe, que é caso quase perdido. Só um milagre…mas milagres raramente acontecem…

Está desolada. Receia ficar só, com um ranchinho de filhos…Ela, que sempre se apoiou no marido, encontra-se na iminência de ficar com escassa pensão, e rendimentos de poucos bens herdados.

Genciana pressente o drama, mas pensa, confia – confia em quê?!Nem ela sabe em quê, - que o pai seja imortal.

Está feliz: tem casa nova e tem quarto novo, que reparte com a irmã.

Genciana tem um primo. O primo Alberto. É um jovem tímido, de olhar vago e triste. Seus olhos castanhos, fulgem, quando está com ela…

Vive longe, muito longe, no litoral; por isso, raras vezes se encontram, raras vezes se veem.

Este Verão, estando de férias, foi visitar o primo doente, que tanto estima, e tanto o estima.

Genciana recebeu-o, com os belos olhos castanhos, radiantes de júbilo.

Terminada a curta visita, ao enfermo, ela logo o segura pela mão.

E de mãos enlaçadas, como duas crianças, ambos, galgam, dois a dois, os degraus da escada de madeira, que dão acesso ao andar superior.

Penetram num quarto sombrio, mergulhado em silêncio, onde há duas camas de ferro, esmaltadas a branco, cobertas de alva colcha de fustão:

- “ Este é o meu quarto! …” – informa a menina, emocionada, de olhos saltando de alegria.

Alberto estaca. Cresce-lhe a emoção. Passeia calmamente a vista: ao lado de cada cama, há mesinha de cabeceira, com porta retrato, em cada uma.

O quarto é espaçoso. Tem poucos móveis, e recebe a luz, de ampla claraboia.

E sempre de mãos bem enlaçadas, sentindo o agradável contacto da pele juvenil, Alberto, mira-a com carinho; e imensa onda de ternura alaga-lhe a alma perturbada.

Seus olhos brilhantes, ensombrassem. Em breve; quando? – só Deus o sabe, – será órfã. Órfã de pai. Jamais receberá o carinho paterno, a protecção de quem que tanto lhe quer…

E enxurrada de nebulosos pensamentos, fervem-lhe na mente excitada:

“ Como gostava de ajudar! …”

“Mas, como?!”

“ Aceitariam ajuda? … Certamente que não…”

……………………………………....................................................

……………………………………....................................................

 

O tempo passou…O tempo tudo apaga. Tudo esquece…

Até amizade! … Até amizade! …

Hoje, Alberto e Genciana, estão velhos: ele, vive no litoral, sofrendo os tristes achaques da velhice; ela, no interior, numa estância, em constante labuta, cuidando dos filhos.

O que o velho médico tanto temia, não aconteceu:

A mulher cuidou das crianças, buscando forças, que não conhecia. Privou-se de muito, para que nada lhes faltasse.

Quantos vestidos gostaria de ter comprado, que não comprou?

Quantas viagens gostaria de ter feito, que não fez?

Quantas horas de aflição passou, em silêncio?

Quantas lágrimas derramou, na solidão do seu quarto de viúva?

Só ela e Deus é que sabem. Foi Mulher e Mãe exemplar. Mãe, como poucas…até morrer…

O que descrevi, é verídico. Passou-se no Nordeste. No árido Nordeste brasileiro; em pequenina cidade sertaneja, perdida nesse imenso Brasil.

Que Deus se compadeça dessa MÃE.

 

 

 

HUMBERTO PINHO DA SILVA   -   Porto, Portugal



publicado por Luso-brasileiro às 18:33
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EUCLIDES CAVACO - CONTRIÇÃO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Um soneto que embora escrito há já diversos anos ,infelizmente continua ainda hoje bem actual .
Veja e ouça o poema declamado e formatado aqui:

 


http://www.euclidescavaco.info/Poemas_Ilustrados/Contricao/index.htm

 

 

 

 

EUCLIDES CAVACO  -   Director da Rádio Voz da Amizade , Canadá.

 

 

***

 

 

Paulo Roberto Labegalini fala sobre seu mais novo livro

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=b_bE23wK04A

 

 

 

 ***

 

 

ISTO PODE-LHE SER ÚTIL

 

 

 

 

001.jpg

 

 

 

***

 

 

 NOVO SITE PARA AJUDAR EM PEQUENOS PROBLEMAS DE SAÚDE

 

 

 

 

 

hu.jpg

 

 

 

***

 

 

 Horário das missas em, Jundiai ( Brasil):

 

http://www.horariodemissa.com.br/search.php?opcoes=cidade_opcoes&uf=SP&cidade=Jundiai&bairro&submit=73349812

 

 

 Horário da missas em São Paulo:


http://www.horariodemissa.com.br/search.php?uf=SP&cidade=S%C3%A3o+Paulo&bairro&opcoes=cidade_opcoes&submit=12345678&p=12&todas=0

 

http://www.horariodemissa.com.br/search.php?uf=SP&cidade=S%C3%A3o+Paulo&bairro&opcoes=cidade_opcoes&submit=5a348042&p=4&todas=0

 

 

 Horário das missas na Diocese do Porto( Portugal):

 

http://www.diocese-porto.pt/index.php?option=com_paroquias&view=pesquisarmap&Itemid=163

 

 

 

 

 


publicado por Luso-brasileiro às 18:32
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