PAZ - Blogue luso-brasileiro
Sábado, 3 de Junho de 2017
FELIPE AQUINO - SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS : FONTE DE TODA CONSOLAÇÃO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sagrado Coração de Jesus: fonte de toda consolação

Junho é o mês dedicado ao Sagrado Coração de Jesus, tempo forte de oração e devoção. É um tempo favorável para aprofundarmos nossa espiritualidade e aumentar o nosso amor por Jesus.

 

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Leia atentamente este artigo e deixe-se envolver por esta meditação:

 

 

Fonte de toda a Consolação

 

 

Neste mês de junho, dedicado ao divino Coração, convido-o, caro leitor, a tomar algumas dessas invocações, procurando penetrar a mensagem de amor contida nelas.

 

 

“Eis o Coração que tanto amou os homens”

 

 

Numa de suas aparições a Santa Margarida Maria, Nosso Senhor mostrava- se transbordante de luz e com uma expressão repleta de bondade e misericórdia. Apontando seu próprio Coração, Ele transmitiu-lhe esta queixa afetuosa: “Eis o Coração que tanto amou os homens, que nada poupou até Se esgotar e consumir para lhes testemunhar seu amor, e que, como retribuição, da maior parte só recebe ingratidões”.

Como essa revelação deveria deixar- nos consternados! É verdade que Ele nos ama acima de toda medida e que é impossível a cada um de nós, simples criatura, retribuir com igual intensidade. Entretanto, a questão é saber se nós O amamos tanto quanto nos permite nossa capacidade de amar. Certamente, se nos entregássemos por inteiro a seu amor, ajudados por sua graça, nosso coração palpitaria em uníssono com o d’Ele, nós nos enterneceríamos com Ele, sentiríamos como Ele e – por que não? – sofreríamos por Ele.

Esse deve ser o anelo da alma católica.

Façamos, pois, da leitura destas palavras algo mais que um puro exercício intelectual. Transformemo-la em um ato de amor.

 

 

Leia também: Meditando sobre o Sagrado Coração de Jesus

As revelações do Coração de Jesus encorajam o pecador à confiança

Qual a origem da devoção ao Sagrado Coração de Jesus?

A grande promessa do Coração de Jesus

 

 

“Coração de Jesus, fornalha ardente de Caridade”

 

 

Esta belíssima jaculatória não se contenta de comparar esse amor – caritas, caridade – tão intenso com uma fornalha, mas acentua ser uma fornalha ardente. Esplêndida imagem de sua divina Paixão, não só pela humanidade em seu conjunto, mas também por todos os seus filhos e filhas, individualmente considerados.

Assim relata Santa Margarida Maria como lhe foi revelado esse amor: “Uma vez, estando exposto o Santíssimo Sacramento, apareceu Jesus Cristo todo resplandecente de glória, com suas cinco chagas brilhando como sóis, e sua sagrada humanidade lançando labaredas de todos os lados, mas sobretudo de seu adorável peito, que parecia uma fornalha.

Abrindo-o, Ele descobriu-me seu amabilíssimo e amantíssimo Coração, que era a fonte viva das chamas. Mostrou- me então as inexplicáveis maravilhas de seu puro amor e o excesso a que tinha chegado no amor aos homens, dos quais só recebia ingratidões e friezas”.

“Foi isso”, disse Ele a Santa Margarida, “o que mais Me doeu de todos os sofrimentos que tive em minha Paixão, ao passo que, se Me retribuíssem com algum amor, consideraria pouco tudo o que fiz por eles. Se fosse possível, quereria ainda ter feito mais. Mas os homens têm apenas frieza e recusa para com todas as minhas solicitudes de lhes fazer bem. Dá-Me tu, pelo menos, esse prazer de suprir-lhes as ingratidões, conforme tuas possibilidades”.

Oxalá esse apelo de Jesus encontre excelente acolhida, não apenas na alma das pessoas especialmente devotas do Sagrado Coração, mas também na de todos os católicos, despertando em cada um o desejo de oferecer a nosso amoroso Redentor digna reparação por tanta frieza. Que cada um, a exemplo de Simão Cireneu, ajude-O a carregar a cruz dos esquecimentos e das ingratidões. Será esta a melhor maneira de combater a tibieza que, às vezes, torna moroso nosso progresso espiritual, ou, pior ainda, nos paralisa num estado de torpor e de enfastiamento em relação às coisas de Deus.

Para avançarmos nesse luminoso caminho, contamos com um auxílio certo e preciosíssimo: a devoção ao Imaculado Coração de Maria, no qual Jesus é incomparavelmente mais amado do que em qualquer outra criatura, humana ou angélica. “Foi vontade de Deus que, na obra da redenção humana, a Santíssima Virgem Maria estivesse inseparavelmente unida a Jesus Cristo” – escrevia o Papa Pio XII. Por isso convém que cada cristão, “depois de prestar ao Sagrado Coração o devido culto, renda também ao amantíssimo Coração de sua Mãe celestial os correspondentes obséquios de piedade, de amor, de agradecimento e de reparação” (Encíclica Haurietis acquas, n. 74).

Ajudados pela poderosa mediação dessa terna Mãe, penetraremos com maior facilidade no mistério do divino amor, que Ela portou em seu puríssimo seio e alimentou, ao qual contemplou de perto com incêndios de adoração e enlevo.

 

 

“Coração de Jesus, paciente e misericordioso”

 

 

Este título traz-nos à mente uma exclamação de Santa Margarida Maria: “Esse divino Coração é todo doçura, humildade e paciência”.

“Paciente” (do latim, patiens, “aquele que sofre”) é um qualificativo muito adequado ao Coração misericordioso de Jesus, disposto a todos os sofrimentos pela nossa salvação. Contemplamos aqui um Coração cujo afeto se mede pela sua disposição de sofrer.

Não seria demasiado afirmar que o valor de um homem, ou de uma mulher, é proporcional à sua capacidade de superar, com ânimo e resignação, os insucessos e dificuldades que a Providência permite em seu caminho – especialmente quando se vê alvo de incompreensões da parte das pessoas que lhe são mais próximas.

Temos, então, ante nosso olhar o Divino Mestre como modelo de paciência.

Ser paciente significa, por exemplo, saber suportar os defeitos do próximo, responder com amabilidade às suas manifestações de mau gênio, e tantos outros atos de virtude do mesmo tipo.

Se imitarmos, neste ponto, nosso Salvador, faremos jus à sua amizade, conforme escreveu Santa Margarida Maria: “Tereis de vos mostrar mansos, suportando com paciência as grosserias, manias e amolações do próximo, sem vos deixar inquietar pelas contrariedades que ocasionem. Pelo contrário, fazei de boa vontade os serviços que puderdes, porque este é o modo de ganhar a amizade e a graça do Sagrado Coração de Jesus”.

Exatamente assim procede Nosso Senhor com cada um de nós. Se agirmos do mesmo modo para com os outros, crescerá em nós a confiança em sua predisposição de nos perdoar sempre, não só uma vez, mas todas as vezes que d’Ele nos aproximarmos arrependidos.

Sim, precisamos nos convencer dessa maravilhosa verdade: o Divino Redentor suportou meus pecados e por eles sofreu; por minha salvação imolou-Se, derramando todo o seu Preciosíssimo Sangue. Devo, pois, considerar minha maldade com grande contrição, é verdade, mas ao mesmo tempo com inabalável confiança.

Não nos deixemos nunca desanimar!

 

 

“Coração de Jesus, propiciação pelos nossos pecados”

 

 

Esta é a jaculatória que então aflora em nossos lábios.

Propiciar (do latim, propitiare) é tornar propício, tornar favorável por meio de um sacrifício, oferecer um sacrifício expiatório. Isso é o que fez Jesus, oferecendo-Se ao Pai como “expiação pelos nossos pecados” (1Jo 2,2).

E o Apóstolo do amor empenha-se em acentuar: “Nisso se manifestou o amor de Deus para conosco: em nos ter enviado ao mundo seu Filho único, para que vivamos por Ele (…) para expiar nossos pecados” (1Jo 4, 9-10).

Nosso Papa Bento XVI também se refere de modo ardoroso ao sacrifício do Salvador: “Em sua morte na Cruz realiza-se esse voltar-Se de Deus contra Si mesmo, entregando-Se para dar vida nova ao homem e salvá-lo: isso é o amor em sua forma mais radical” (Deus caritas est, n. 12).

Já morto em “propiciação por nossos pecados”, quis Jesus dar-nos uma demonstração do extremo limite aonde chegou seu amor por nós: de seu divino Coração brutalmente transpassado pela lança do soldado, manaram as últimas gotas de sangue, misturadas com água.

Por aí podemos avaliar quanto é censurável nossa frieza em relação a Ele, sobretudo nossa falta de confiança!

 

Assista também: A grande mensagem do Coração de Jesus

 

 

“Coração de Jesus, fonte de toda consolação”

 

 

 

Tal doação generosa até o ponto de dar-Se a Si mesmo perpassa nossas almas de alegria. Como não experimentarmos grandíssimo consolo ao vernos objeto de tão dadivoso amor? Na verdade, a palavra consolação encerra dois sentidos: por um lado, significa fortalecimento, novo vigor, novo alento; por outro, uma sensação de alegria, de suavidade, de unção do Divino Espírito Santo.

Em ambos os sentidos, o Sagrado Coração de Jesus é fonte de toda consolação, pois enche de júbilo e satisfação espiritual aqueles que se abrem para sua infinita bondade. Mas Ele é também nossa fortaleza. Assim, quando nos sentirmos débeis ou cansados, quando nos faltar coragem para praticar algum ato de virtude que o dever de católicos nos impõe, lembremo-nos: não estamos sozinhos, Jesus está a nosso lado! N’Ele encontraremos as forças necessárias para amar a Deus e ao próximo, cumprindo fielmente os divinos preceitos de sua Lei.

Sobretudo nessas horas, precisamos lançar-nos nos braços do Divino Mestre… Ah! se soubéssemos como Ele suspira por nos ajudar! Eis como Ele revela a Santa Margarida Maria essa sua predisposição: “Meu divino Coração está tão abrasado de amor para com os homens, e em particular para contigo, que, não podendo conter em Si as chamas de sua ardente caridade, precisa derramá-las por teu meio, e manifestar-Se a eles para os enriquecer com os preciosos dons que te mostro, os quais contêm as graças santificantes e salutares necessárias para os afastar do abismo da perdição”.

 

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Querido leitor, esperamos que esta curta meditação tenha servido para fazê-lo sentir-se mais próximo do Coração de Jesus, e mais confiante na sua bondade sem limites. E que também lhe seja de algum proveito quando tiver a graça de se aproximar do altar para receber o divino Alimento.

Lembre-se, então, de que recebemos na alma, realmente presente, esse Coração no qual adoramos todas as perfeições expressas tão belamente em sua ladainha.

 

 

Padre Carlos Werner Benjumea, EP.

 

Fonte: http://www.gaudiumpress.org/content/37870-Fonte-de-toda-a-Consolacao

 

 

 

 

FELIPE AQUINO - Escritor católico. Prof. Doutor da Universidade de Lorena. Membro da Renovação Carismática Católica.

 

 

 

 

 



publicado por Luso-brasileiro às 15:53
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PAULO R. LABEGALINI - ENTRE O CÉU E O INFERNO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Um rapaz vinha dirigindo sua pequena caminhonete numa estrada e logo avistou uma tempestade. Resolveu, então, encostar num posto de gasolina e lá encontrou três pessoas precisando de carona: uma senhora gravemente doente, uma bela jovem que lhe sorriu docemente, e um médico indo para o trabalho. Na caminhonete só dava para levar um deles. Se fosse você, quem levaria?

Numa atitude cristã e com muita sabedoria, ele ficou no posto com a jovem e entregou a chave do carro para o médico levar a senhora ao hospital. Nada mais justo e conveniente, não acha?

Da mesma forma, quantas decisões poderiam ser tomadas com amor ao próximo, colocando em primeiro lugar o sofrimento daqueles que precisam de ajuda! Por exemplo, quando passamos pela rua e vemos um pobre caído, um amigo se aproximando pela calçada e um filho passando de carro, o que fazemos?

Mesmo sabendo que a caridade sempre deve prevalecer, talvez o mais provável seria saudarmos o filho com uma das mãos e estendermos a outra para cumprimentar o amigo. E qual a consequência disso, já pensou? Futuramente, o filho tenderia a seguir a mesma atitude do pai, o amigo ouviria uma série de assuntos meio sem importância naquele momento e o pobre continuaria jogado na calçada.

Que tal seria se os três colocassem o homem caído no carro e o levassem a um abrigo ou ao hospital? Não seria o que Jesus faria? Seria também uma atitude digna de merecer o Céu, concorda? Mas há quem faça isso, sim, e eu conheço vários irmãos da Pastoral da Sobriedade que cumprem fielmente a missão que Deus lhes deu.

E o valor da caridade ainda é maior porque servem com amor e no anonimato. Sabem que existe um lugar maravilhoso na eternidade lhes esperando e não são egoístas de buscarem chegar lá sozinhos. Compreendem, também, a diferença entre o Céu e o Inferno, como nesta história:

Um samurai, alto e forte, conhecido pela sua índole violenta, foi procurar um sábio monge em busca de respostas para suas dúvidas.

– Monge, ensina-me sobre o Céu e o Inferno.

O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e lhe disse:

– Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo! Seu cheiro é insuportável! Ademais, a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe.

O samurai ficou enfurecido. O sangue lhe subiu ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva. Então, empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.

– Aí começa o Inferno – disse-lhe o sábio, mansamente.

O samurai ficou imóvel. A sabedoria daquele pequeno homem o impressionara, afinal, arriscou a própria vida para lhe ensinar sobre o Inferno. E o bravo guerreiro abaixou lentamente a espada.

Passado algum tempo, já com a intimidade pacificada, o samurai pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse pelo gesto infeliz. Percebendo que seu pedido era sincero, o monge disse:

– Aí começa o Céu.

Portanto, tanto o Céu quanto o Inferno, são estados de espírito que escolhemos no nosso dia-a-dia e começam dentro de nós. A cada instante, somos convidados a tomar decisões que definirão o início do Céu ou o começo do Inferno. Quando alguém nos ofende, podemos erguer o martelo da ira ou usar o bálsamo da tolerância. A escolha é livre!

Visitados pela calúnia, podemos usar o machado do revide ou o óleo do perdão. Diante da enfermidade inesperada, podemos lançar mão do ácido dissolvente da revolta ou empunhar o escudo da confiança. Ante a partida de um ente querido, podemos optar pelo punhal do desespero ou pelo livro de oração.

Enfim, surpreendidos pelas mais infelizes situações, poderemos sempre optar por abrir abismos de incompreensão ou estender a ponte do diálogo que nos possibilite uma solução feliz. A decisão depende sempre de nós mesmos.

Portanto, criar céus ou infernos dentro da nossa alma, é algo que ninguém poderá fazer por nós. A porta que nos separa do Paraíso não poderá abrir-se enquanto esteja fechada a que fica entre nós e o próximo.

E você, que certamente quer morar no Céu e se livrar do fogo do Inferno, está fazendo a sua parte? Se ainda não pensou nisso, sabe ao menos por onde começar o seu gesto concreto? São dezenas de opções, mas eis algumas: doar alimentos aos vicentinos ou à Pastoral da Sobriedade, ajudar uma creche ou um asilo, visitar um doente e rezar com ele, procurar um padre e se confessar, entrar num movimento ou pastoral da Igreja e perseverar com o grupo etc.

Melhor do que qualquer explicação é ver de perto. Então, convido você a participar efetivamente da Igreja e testemunhar um pedacinho do Céu. Verá que vale a pena chegar lá!

 

 

 

PAULO ROBERTO LABEGALINI - Escritor católico. Vicentino de Itajubá - Minas Gerais - Brasil. Professor doutor do Instituto Federal Sul de Minas - Pouso Alegre.‘Autor do livro ‘Mensagens Infantis Educativas’ – Editora Cleofas



publicado por Luso-brasileiro às 15:45
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HUMBERTO PINHO DA SILVA - " AGORA QUEM PREMEIA, SOU EU! " - Disse o gerente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Num festivo almoço, que participei, em meados deste mês, foram contadas muitas anedotas; comentaram-se notícias, vindo a lume na imprensa; e o que aconteceu, a trabalhador, numa fábrica, algures na Província do Minho.

Havia encarregado, em determinada empresa, que primava pela assiduidade e dedicação: mesmo doente, com altas temperaturas, não faltava: tinha que “ cumprir o seu dever”; as obrigações exigiam…

Em dias de greve - era na época em que alguns sindicalistas, defendiam mais  seus interesses,  que os do trabalhador, - o gerente vinha ter com ele e pedia-lhe, encarecidamente, para não faltar:

- “ Não me vai faltar? Pois não?…”

E não faltava. Apesar de constituição franzina e tímido, enfrentava, heroicamente, as arremetidas dos grevistas e os chistes grosseiros dos operários.

Com os que ficavam, garantia, dentro do possível, a produção, e a entrega, a horas, das encomendas, aos clientes.

Os colegas: outros encarregados, riam-se à socapa da dedicação, e confraternizavam, amigavelmente, com os trabalhadores grevistas.

Assim correram os anos… e ele sempre cumprindo o que dizia ser:” o seu dever”.

Um dia, o gerente, disse-lhe:

- “Vou-me aposentar, mas já propus á Administração para lhe darem o prémio merecido.”

Era o primeiro que recebia… durante trinta e tal anos de serviço!

Substituído o gerente, e feito as habituais despedidas, o novo responsável, resolveu nomear novos encarregados: pessoas da sua confiança ou da sua cor politica.

Chamou, pelo continuo, o nosso homem, e disse-lhe, enfaticamente:

- “Temos que meter sangue novo…O senhor está perto da aposentação…Mas…digo-lhe: estamos gratos pelo bom serviço…

O velho encarregado, saiu do gabinete, de olhos baixos e triste; e os operários - que o admiravam, - lamentaram, ente si, a sua má sorte.

Enfim: pelo menos receberia o prémio, prometido. Ao menos isso ninguém lhe tiraria… - Pensou.

Esperou…esperou, e como nunca o chamassem para lhe entregar a importância prometida, resolveu dirigir-se ao novo gerente, e ouviu, estupefacto, o seguinte:

- “Quem lhe atribuiu o prémio, foi o anterior…mas quem distribui, agora, o dinheiro, sou eu!…Premeio  quem eu quiser!…

Esta ocorrência, que escutei, durante o repasto, fez-me pensar: Será que compensa zelar os interesses da empresa ou os do chefe imediato?

E ainda, reflecti - tenho o mau habito de reflectir, - : Será que compensa ser honesto e sacrificar a saúde, para cumprir o dever? Ou é melhor usar estratagemas, e militar num partido político?

Quantos trabalhadores, como este, passam a vida a servir e a dedicarem-se, para no final da carreira, nem a “medalha de cortiça” receberem. - Como dizem aqueles que preferem viver de cambalachos e subirem, na profissão, à custa dos trabalhadores…

É a vida… Quem sabe?: se é por isso, que os portugueses são “ preguiçosos” na sua terra, e trabalhadores exemplares lá fora!…

 

 

 

HUMBERTO PINHO DA SILVA   -   Porto, Portugal



publicado por Luso-brasileiro às 15:37
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VALQUÍRIA GESQUI MALAGOLI - SER E ESTAR

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                               

 

                    Adoro ficar em casa descalça
                    Dobrar as barras da calça
                    Pra mexer na terra

 

                    Adoro ficar com roupas do avesso
                    Desdenhar da vil vaidade
                    Com a qual não encontro paridade               

                    E pela qual não tenho apreço

 

                    Adoro muito mais ainda
                    Quando alguém me acha linda
                    Nesse total esculacho

 

                    Adoro quando me acham!
                    Quando me surpreendem como estou
                    E não pelo que supostamente
                    Disfarçada de cereja
                    Eu seja circulando num bolo de gente

 

                    Adoro
                    Admiro a beleza de não ser
                    Como forçosamente às vezes estou
                    Adoro a surpresa
                    De me flagrar excepcionalmente
                    Quem sou

 

 

 

Valquíria Gesqui Malagoli, escritora e poetisa,  vmalagoli@uol.com.br / www.valquiriamalagoli.com.br

 

 
 

***

 

RESPIGANDO NA NET

 

 

 

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A indisciplina começa quando a falta de educação e princípios acaba… Onde está o limite?

 

Todos os dias ouvimos nas escolas muitos pais pedirem ajuda ao verbalizar: “Já não sei mais o que fazer, ajude-me por favor! Ele (a) já não me obedece!” Na mesma proporção muitos professores queixa…



http://www.arlindovsky.net/2017/05/a-indisciplina-comeca-quando-a-falta-de-educacao-e-principios-acaba-onde-esta-o-limite/

 

 

 

 

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Como pode uma criança tão pequena amar-me tão incondicionalmente?

 

Hoje escrevo para ti e sobre ti. Tu que és o centro de todo o meu mundo, a pessoa mais importante de todas.



https://desafio-te.pt/t-722/?utm_content=bufferb637a&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

 

 

 

 

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19 mandamentos da pedagoga Maria Montessori para os pais

 

Respeite seu filho mesmo que ele tenha cometido um erro. Deixe para corrigi-lo depois.



http://www.revistapazes.com/8864-2/

 

 

 

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Eles têm aulas sobre emoções e passaram a zangar-se menos

 

 

Identificar as emoções e aprender a geri-las desde pequenos é também uma forma de prevenir problemas na infância e adolescência, diz directora de escola de Leiria. Num congresso no ISCTE vai-se debater a empatia.



https://www.publico.pt/2017/05/05/sociedade/noticia/eles-tem-aulas-sobre-emocoes-e-passaram-a-zangarse-menos-1770939

 

 

 

***

 

Horário das missas em, Jundiai ( Brasil):

 

http://www.horariodemissa.com.br/search.php?opcoes=cidade_opcoes&uf=SP&cidade=Jundiai&bairro&submit=73349812

 

 

 Horário da missas em São Paulo:


http://www.horariodemissa.com.br/search.php?uf=SP&cidade=S%C3%A3o+Paulo&bairro&opcoes=cidade_opcoes&submit=12345678&p=12&todas=0

 

http://www.horariodemissa.com.br/search.php?uf=SP&cidade=S%C3%A3o+Paulo&bairro&opcoes=cidade_opcoes&submit=5a348042&p=4&todas=0

 

 

 Horário das missas na Diocese do Porto( Portugal):

 

http://www.diocese-porto.pt/index.php?option=com_paroquias&view=pesquisarmap&Itemid=163

 

 

 

*** 

 



publicado por Luso-brasileiro às 15:35
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