PAZ - Blogue luso-brasileiro
Sábado, 7 de Julho de 2018
FELIPE AQUINO - COMO SUPERAR AS TRISTEZAS ?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com um rosto sorridente, o homem duplica as capacidades que possui.

 

 

 

Esta é uma receita espiritual para quem quer vencer, em Deus, todas as suas tristezas; não guardá-las consigo, nenhuma, entregar todas a Deus, de verdade.

Se você quer ser feliz, então, proíba a si mesmo de cultivar a tristeza, se mostrar de rosto triste e mal-humorado.

Olhe para trás e veja quantos sofrem mais do que você, com câncer, numa cadeira de rodas, num leito de hospital,… e mude já este rosto triste, ainda que tenha de fazer violência a você mesmo. Cultive a alegria; ela espalha bênçãos; ela contagia os outros. Alimentar tristezas é criar um clima de intranquilidade que gera enfermidade.

Seja feliz, porque muitos precisam de você para viver, muitos esperam o seu sorriso, muitos precisam se contagiar com a sua alegria. Lembre-se, viver é um privilégio, por isso, você precisa cultivar, diariamente, a planta preciosa da alegria. Você tem o direito de chorar, mas mesmo entre lágrimas nunca tem o direito de renunciar à alegria. Sorria, pois o sorriso é o idioma do amor universal: até as crianças o compreendem. Confúcio disse que “quando você nasceu todos sorriam, só você chorava. Fazer por viver de tal modo que, à hora de sua morte, todos chorem, só você sorria”.

Aconteça o que acontecer, viva alegre. A alegria dissipa as nuvens mais negras. Para isso é preciso cuidar dos pensamentos; pois a nossa felicidade depende da índole dos nossos pensamentos. Quem souber dominar seus pensamentos, saberá governar a sua vida.

É saudável saber que nada é estável nas coisas humanas; portanto, é preciso saber evitar tanto a euforia na prosperidade quanto a depressão na adversidade. A imaginação é a alma da tristeza ou da alegria; ela precisa ser dominada; saiba que é mais fácil reprimir a primeira fantasia do que todas aquelas que a seguem.

 

 

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Leia também: Oração de cura para o coração triste

Sente-se deprimido ou triste? Reze esta oração do Padre Pio

Quer ser mais alegre e espalhar alegria pelo mundo?

A quem deveremos recorrer se a angústia chegar?

Qual o segredo da alegria do cristão?

Tu és a alegria do Senhor teu Deus

Onde mora a felicidade?

A alegria Cristã

 

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O pensar bem é causa de saúde e de felicidade; muitas vezes, o contentamento torna os pobres ricos; o descontentamento torna os ricos pobres. Você sabe que “quem ama o feio, bonito lhe parece”. Tristezas não pagam dívidas, portanto, de nada vale alimentá-las. Não se pode também ficar remoendo os tristes acontecimentos do passado, pois sabemos que “águas passadas não movem moinhos”. Como dizem os ingleses: “não adianta chorar sobre o leite derramado”; é melhor ir logo em busca de outro.

Com um rosto sorridente, o homem duplica as capacidades que possui. Um coração alegre faz tanto bem quanto os remédios.

O povo diz sabiamente que quem canta seus males espanta. Quando você mergulha na tristeza, não consegue subir um degrau; mas se você se firma na alegria, consegue galgar montanhas.

Acho que você já ouviu a história daquele rapaz que andava triste porque não tinha sapatos, até que encontrou alguém que não tinha os pés… estancou as lágrimas no mesmo instante. Certamente muitos estão em situação pior do que a nossa. O melhor remédio para a própria tristeza é procurar com presteza consolar a tristeza dos outros. Nada seca tão depressa como uma lágrima, quando enxugamos a lágrima alheia. A caridade produz a alegria; todas as pessoas e grupos que fazem o bem aos outros são alegres.

É fundamental manter o bom humor; ele é, em primeiro lugar, o melhor promotor da saúde. Um sorriso custa bem menos que a eletricidade e dá mais claridade. A alegria não está nas coisas, mas em nós, e ela é para o corpo humano o mesmo que o sol é para as plantas. Quem está contente jamais será arruinado. A vida não aprecia aqueles que se lamentam. Ela os coloca de lado. Ela ama aqueles que a amam.

Nas horas difíceis ou constrangedoras, saiba vencer a tristeza e o mau humor com uma brincadeira saudável, sem ofender aos outros. Certa vez o Papa João XXIII fez uma visita a uma paróquia de Roma; e ao passar pelo povo ouviu uma senhora dizer para outra: – “Nossa, como ele é gordo!” O Papa ouviu, virou-se para a mulher e disse sorrindo: – “Minha senhora, o Conclave não é um concurso de beleza!” E continuou a caminhada.

Um casal viajava com os filhos; e de repente a esposa começou a se queixar para o marido: “Você não me abraça mais; não me faz mais aqueles carinhos gostosos que fazia quando a gente viajava junto…” E foi reclamando. Muito tranquilo e sem se ofender o marido virou para ela e disse: “Meu bem, naquele tempo a gente não viajava de Kombi com cinco crianças brigando nos bancos de trás!” E foi só risada! Saiba transformar um momento de tensão num momento de descontração, brincando.

A lamentação é uma das coisas mais tristes do relacionamento humano; nada resolve e cria um clima de pessimismo, acusação, tristeza e amargura. Estamos acostumados a reclamar das coisas que nos aborrecem, mas não vemos o lado bom que também existe em nossa vida.

Não fique se queixando tanto dos impostos que você paga, isso significa que você tem emprego, ou tem bens… Não posso reclamar da confusão que eu tenho de limpar após uma festa, pois isso significa que estive rodeado de amigos… Da mesma forma, não devo reclamar das paredes que precisam ser pintadas, da lâmpada que precisa ser trocada, porque isso significa que tenho minha moradia… Assim como não devo me lamentar porque eu não achei um lugar para estacionar o carro, pois isso significa que além de ter a felicidade de poder andar, tenho um carro que muitos não têm.

Não reclame da senhora que canta desafinado atrás de você, ao menos isso significa que você pode ouvir. Não reclame do cansaço e dos músculos doloridos que você sente ao final do dia porque isso significa que você tem saúde para trabalhar…

E assim, eu e você poderíamos multiplicar esses exemplos.

Por mais difícil que esteja sua situação, tente sorrir, você verá que será mais fácil passar por mais essa prova… Se não resolver seu problema, agradeça a Deus por eles e peça coragem para enfrentá-los com dignidade. Não estrague o seu dia. A sua irritação não solucionará problema algum… As suas contrariedadesnão alteram a natureza das coisas… Assim como seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar… O seu mau humor não modifica a vida. A sua tristeza não iluminará os caminhos. O seu desânimo não edificará a ninguém. As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você (…).

Se você acordou nesta manhã com mais saúde do que doença, você é mais abençoado do que um milhão que não sobreviverão nesta semana. Quantos por este mundo estão enfrentando os perigos das guerras, o horror das bombas, a solidão de uma prisão, ou as aflições da fome! Quantos não podem frequentar uma igreja sem o medo de molestamento, prisão, tortura, ou morte… Quantos não têm comida em casa, roupas, uma casa para morar (…). Tudo isso faz a gente concluir que é uma grande blasfêmia ficar reclamando da vida e da própria sorte.

 

 

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“O que perturba os homens não são as coisas que acontecem, mas sim a opinião que eles têm delas”, disse Demócrito (461-361 a.C). Uma pedra pode ser vista de muitas maneiras: O distraído nela tropeçou. O bruto a usou como projétil. O empreendedor, usando-a, construiu. O camponês, cansado, dela fez assento. Para meninos, foi brinquedo. Drummond a poetizou. Já, David matou Golias. Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura. E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem! Não existe “pedra” no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.

 

Retirado do livro: “Para Ser Feliz”. Prof. Felipe Aquino. Ed. Cléofas.

 

 

 

 

FELIPE AQUINO - Escritor católico. Prof. Doutor da Universidade de Lorena. Membro da Renovação Carismática Católica.

 



publicado por Luso-brasileiro às 18:02
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PAULO R. LABEGALINI - UMA GRAÇA QUE JAMAIS ESQUECEREI

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Em agosto de 1998, durante a Novena de Nossa Senhora da Agonia, eu sentia fortes dores na garganta e mal conseguia cantar; mas, por amor à Maria Santíssima e com a ajuda de remédios, continuei participando do nosso grupo musical até o final da festa – domingo, dia 25 de agosto.

Logo na segunda-feira, procurei um laringologista e soube que estava com um nódulo na corda vocal esquerda – um diagnóstico preocupante segundo o próprio médico especialista, que me orientou a marcar um exame mais preciso para concluir qual seria o tipo de tratamento recomendado.

O exame foi agendado para a quinta-feira da mesma semana, dia 29, e eu já me preparava para uma destas duas possibilidades: ficar cerca de quatro meses em repouso de voz – sem cantar e sem dar aulas – ou me submeter a uma cirurgia. Estas alternativas de tratamento foram feitas pelo próprio médico que consultei e que faria o exame de videolaringoscopia na quinta-feira.

Muitas pessoas na Comunidade Nossa Senhora da Agonia começaram a rezar, pedindo que a nossa querida Mãe me abençoasse com uma cura milagrosa; inclusive, na quarta-feira à noite durante o Terço dos Homens, pedimos que Ela recebesse a nossa oração como oferecimento pela graça que eu necessitava. E eu rezei aquele terço com muita fé, mas ainda com muita dor de garganta.

No dia seguinte, assim que acordei, voltei a rezar, pensando no exame que faria logo às oito horas da manhã e resolvi passar na Capela de Nossa Senhora da Agonia para fazer mais uma prece. Lá se encontravam algumas senhoras da comunidade que recitavam o rosário das sete e eu as interrompi pedindo que rezassem por mim.

Foi quando uma coisa maravilhosa aconteceu: a coordenadora da comunidade, chamando-me à frente - diante do Santíssimo e da linda imagem de Nossa Senhora da Agonia -, tomou a palavra e começou a interceder por mim. Ela pediu que ‘pelas sofridas Lágrimas de Maria e pelo precioso Sangue de Jesus eu fosse curado’. Disse ainda, carinhosamente, que eu era o Roberto Carlos da comunidade e que se Nossa Senhora havia me enviado como cantor católico, não iria deixar que eu interrompesse essa missão.

Eu chorei bastante de emoção e, na certeza que estava sendo protegido pelo Santo Manto de Nossa Senhora da Agonia, fui cantando até a clínica. Lá, o médico introduziu uma micro câmera na minha boca enquanto eu rezava em silêncio. Depois de alguns minutos ele parou, me chamou à sua mesa e pediu que repetíssemos o procedimento de investigação porque, surpreendentemente, ele não havia conseguido encontrar o nódulo.

Foi quando eu tive certeza que realmente estava curado e afirmei isto a ele: “O senhor pode procurar à vontade que não vai achar nada!” E foi o que ele fez: repetiu o exame e me disse que aquilo só podia ser um milagre, já que há três dias atrás ele próprio havia constatado o problema.

Quando, ao sair do consultório, eu o ouvi dizer que nem sinal de nódulo havia na corda vocal esquerda, disse a ele que a cura de Jesus Cristo não deixa nenhuma marca mesmo. E voltei para casa trazendo nas mãos uma fita de vídeo – do exame realizado – e um laudo, comprovando a cura milagrosa.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Salve Nossa Senhora da Agonia!

 

 

 

PAULO ROBERTO LABEGALINI Escritor católico. Vicentino de Itajubá - Minas Gerais - Brasil. Professor Doutor do Instituto Federal Sul de Minas - Pouso Alegre.‘Autor do livro ‘Mensagens Infantis Educativas’ – Editora Cleofas.

 



publicado por Luso-brasileiro às 17:55
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HUMBERTO PINHO DA SILVA - O ZÉ E O SALÁRIO MÍNIMO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não sei se já vos falei do Zé. Conheci-o desde menino, dos bancos do liceu.

Pois, esta semana, ao dar uma volta pela baixa, encontrei-o, sobraçando o “ Notícias”. Jornal que adquire desde o tempo em que era funcionário público. Hábito que ainda mantém, apesar da reforma ir minguando…

Após as formalísticas frases sobre o tempo, e a descrição pormenorizada dos achaques, que o atormentam, saiu-se com esta:

- “ Sabes que somos o país do salário mínimo! “

- “Salário mínimo!?” – Repeti, sem compreender onde queria chegar, com “ salário mínimo”.

Mas logo fiquei esclarecido:

O Zé almoçara com amigos, que lamentaram não terem sido aumentados…

Argumentei, contradizendo-o: houve pequeno aumento, para todos…Mas o Zé, voltando-se para mim, com expressão de riso, declarou enfaticamente:

-” Só se foi para ti. Eu, com os cortes que sofri, ganho, agora, com o “ aumento”, pouco mais que usufruía em 2009! … Dez anos a perder poder de compra!”…

Devo esclarecer os leitores, que vivem no estrangeiro, que em Portugal, não se ganha: um, dois…três ou mais salários mínimos, como acontece em alguns países. Se assim fosse, todos ganhariam…

Tentei acalmar o “nervosismo” do Zé, esclarecendo-o: com o nível de vida a subir (em parte devido ao turismo,) e a inflação desgastante, se não se aumentar o salário mínimo, grande parte da população morreria de fome.

E é justiça premente, socorrer os que auferem baixas pensões ou baixos vencimentos. Seria aberrante não o fazer. Pena é que não seja, possível fazer o mesmo a todos, para compensar o período que sofreram durante os anos das “vacas magras”.

Depois de o ter convidado para tomar um cafezinho, abrandou sua indignação, compreendendo, por fim, a atitude generosa do governo:

- “ Eu sei que: “ Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão”. - Concluiu o meu amigo. - Já os antigos diziam…

Regressei a casa a pensar no que ouvi; e recordei: que em dez anos, desde 2008 a 2018 (inclusivé), recebi o substancial aumento de vinte euros! Não é nada mau!: Dois euros por ano! …Considero-me um homem de sorte!…

 

 

 

HUMBERTO PINHO DA SILVA   -   Porto, Portugal

 

 



publicado por Luso-brasileiro às 16:52
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JORGE HUMBERTO - ALÉM DE MIM !

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Meus sonhos, vão além de mim.
A alegria é o que me move, assim,
De mansinho - quando o coração
É um menino, brincando de pião.



Devagar, caminho, meu caminho... 
Por entre árvores, não vou sozinho...
Nasce o sol, luz o dia, pela manhã...
E os céus... Num Breve, até-amanhã!...



Vem, meu amor, junta-te a mim,
Que o teu “menino”, está doente...
Não mais sofrerá… perto de ti.



E são, meus amigos, a certeza,
Desta terna “Saudade”- tão iminente
como digna, a “palavra” – ilesa.

 

 

 

 

JORGE HUMBERTO   -   Santa-Iria.da-Azóia, Portugal

 

 

 

***

 

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Palavra do Pastor, com Dom Vicente Costa, 

 

bispo diocesano de Jundiaí

   

                             14º Domingo do Tempo Comum

 

       https://youtu.be/4vlmyjPFXfw

 

 

 

 

 

***

 

O inverno das banquinhas de jornais e revistas

 

https://www.revistaforum.com.br/editora-abril-deve-fechar-…/

 

 

 

A era dos veículos impressos (jornais, revistas e gibis) entra no ocaso. Com ela, vão-se funções, empregos, mobília urbana e costumes.

Há poucos dias, a Editora Abril, que publica mais de 30 revistas, anunciou que só três delas sobreviverão: "Veja", "Exame" e "Cláudia". As demais serão fechadas ainda neste mês. Com isso, haverá a demissão de quase 400 funcionários.

Essa crise do papel impacta também nas cidades. São os milhares de revendedores de jornais e revistas, as chamadas bancas, que veem sua fonte de renda minguar. Em Curitiba, muitas já fecharam. Outras, vão mudando, gradualmente, de função, e passam a ser um pequeno comércio, que vende doces, refrigerantes, canetas, cartão-transporte, papeis diversos, brinquedos...

As bancas, ou banquinhas como são conhecidas, eram, originalmente, ponto de venda de jornais. Os jornais diários em circulação possuíam números inimagináveis para os dias de hoje: só Curitiba tinha 13 publicações. Havia também dezenas que vinham de cidades do interior e quase uma centena que eram trazidos, diariamente, das grandes cidades do País. Só a venda de jornais garantia o faturamento das bancas e de uma grande distribuidora, chamada Ghignone.

Com o avanço acelerado da internet, os jornais foram minguando, mas as revistas ainda resistiam. E o que era banca de jornal virou banca de revista. Agora, são as revistas que entram em processo de rápida extinção. E as bancas, a exemplo das locadoras de vídeo, vão fechando. Uma após outra. As que sobrevivem, já têm outras funções, que não propriamente a venda de jornais e revistas, que passaram a ser apenas um acessório no comercio que elas praticam.

Design próprio

Na década de 1970, junto com o calçadão da Rua XV, Curitiba ganhou a primeira padronização das bancas de jornais do País. Elas passaram a ser de acrílico - para dar visibilidade às publicações expostas - e cobertas com domus em fibra, tornando-se uma das atrações da rua exclusiva para pedestres. Da XV, as banquinhas-padrões passaram para praças e parques e viraram um dos cartões postais da cidade.

 

 

https://www.revistaforum.com.br/editora-abril-deve-fechar-…/

 

 

 ***

 
 


publicado por Luso-brasileiro às 16:18
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