PAZ - Blogue luso-brasileiro
Sexta-feira, 5 de Abril de 2019
FELIPE AQUINO - O QUE É TOMAR A CRUZ A CADA DIA ?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De modo especial “a cruz de cada dia”, aceita e assumida, “com galhardia”, sem revolta, na fé, ainda que com muitas lágrimas – elas nunca deixam de existir – nos santifica.

Jesus mandou tomar a nossa cruz a cada dia e segui-lo (Lc 9,23). O que significa isso? Qual é a cruz de cada dia? São todos os sofrimentos que nos atingem a cada dia, e que devem ser enfrentados dia a dia. “O dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu mal” (Mt 6,34). É uma cruz para cada dia. A sabedoria é viver um dia de cada vez.

Em primeiro lugar é preciso entender que se Jesus manda tomar a nossa cruz a cada dia, é então, porque isso é necessário e bom para nós, embora possa ser sofrido. Não é masoquismo. Por quê? Há várias razões.

Antes de tudo é preciso entender que não compreendemos o plano de Deus: “Os caminhos de Deus não são os dos homens”, diz o Profeta (Is 55,8); a visão que Deus tem das criaturas e da história, é muito mais completa e perfeita do que a que nós temos. Para entender isto é preciso que não queiramos ser nós mesmos o padrão e o critério para avaliar o bem ou o mal. Isto é ter fé em Deus!

Não é porque alguém não vê o lado positivo de uma desgraça, que pode afirmar que este lado bom não existe. “Deus sabe do mal tirar o bem” (cf. Rom 8,28), diz Santo Agostinho, senão, não teria permitido a dor nos atingir. Ele preferiu isso a impedir o homem de ser livre e poder até errar. Sem a liberdade, até para errar, o homem não seria sua imagem.

Cristo assumiu a dor e a morte de cada homem até as últimas consequências. “Aquele que não conhecera o pecado, Deus o fez pecado por nós a fim de que nos tornássemos justiça de Deus por Ele” (2Cor 5,21). Por isso a Igreja reza: “Com a Sua morte destruiu a morte, e com a Sua ressurreição devolveu-nos a vida” (missa do Tempo Pascal).

 

 

 

 

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Leia também: A Cruz Trocada

Por que o sofrimento nosso tem valor diante de Deus?

Por amor a Jesus, tomar a cruz a cada dia

O que é renunciar a si mesmo?

O que é seguir Jesus?

 

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O Senhor bebeu o cálice da dor até a última gota, para que todo o sofrimento da terra fosse resgatado, transformado e divinizado. Qualquer que seja a dor, ela é “parte da mesma dor do Senhor”, pois Ele a assumiu na Sua santa paixão. É por isso que São Paulo afirma: “Completo na minha carne o que falta às tribulações de Cristo” (Cl 1,24). A partir da morte de Jesus, o sofrimento humano passou a ter sentido; agora ele não é simples consequência do pecado ou castigo da justiça divina; ele foi redimido e passou a ser “matéria prima da salvação”; foi como que “reciclado”, divinizado, e por meio dele o homem pode voltar a Deus.

Quantos homens e mulheres neste mundo só encontraram Deus e uma vida equilibrada depois de uma doença, de uma perda grande, de uma falência!… Foram muitos: São Francisco de Assis, São Paulo, Santo Inácio de Loyola… e talvez você mesmo! O caminho que leva ao Reino dos Céus é estreito e apertado, em oposição ao caminho largo e espaçoso que conduz à perdição (cf. Mt 7,13s).

Negar a existência de Deus na hora da dor, é criar para si mesmo mais um problema, porque se perde a fé que dá coragem e a paz para enfrentar o sofrimento. Deus é o grande sustento para os que sofrem. São Paulo falava da “loucura da cruz para aqueles que se perdem, mas poder de Deus para aqueles que se salvam” (1 Cor 1,18). O poder invisível de Deus se manifesta no sofrimento. Cura a alma, salva o espírito, quebranta o orgulho, elimina a vaidade, abate a opulência, iguala os homens…

É no sofrimento que os homens mais se sentem irmãos, filhos do mesmo Pai. É na hora amarga da dor que se valorizam a fraternidade e a solidariedade. Veja, por exemplo, os momentos de tragédias, terremotos, etc. É nessa hora sagrada que os corações se unem, as mãos se apertam e o filho lembra-se do Pai.

 

 

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Não fora o sofrimento angustiante daquele filho pródigo do Evangelho, jamais ele teria abandonado a vida devassa e voltado para a boa casa do Pai. Sim, o sofrimento é sagrado! É nele que encontramos a nós mesmos e encontramos os outros, sem máscaras, sem enfeites e sem enganos. Ele não foi criado por Deus, mas Cristo lhe deu um enorme sentido. Somente Cristo! Lembra o Concílio do Vaticano II: “Por Cristo e em Cristo se esclarece o enigma da dor e da morte” (Gaudium et Spes nº 22).

Deus tinha certamente na sua onipotência, muitos caminhos para nos redimir e salvar depois do pecado original; mas, se escolheu o caminho do sofrimento, é porque, então, foi o melhor que encontrou. Mas o primeiro a sofrer, terrivelmente, foi o Seu Filho. Alguns perguntam: Onde estava Deus na hora daquela tragédia?… A resposta é essa: “Ele estava no mesmo lugar quando seu Filho era crucificado”.

Mas Jesus não quis salvar o mundo sozinho. Ele formou um “Corpo Místico” Nele, que é a Igreja. Pelo batismo passamos a fazer parte deste Seu Corpo e assumimos com Ele tudo o que Ele faz. São Paulo diz na carta aos romanos que nos tornamos “filhos e herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo, contanto que soframos com ele, para que também com ele sejamos glorificados” (Rom 8,19). “Se morrermos com ele, com ele viveremos. Se soubermos perseverar, com ele reinaremos” (2 Tm 2, 11-12).

E o Apóstolo destaca o valor incomparável do sofrimento, depois que Cristo o assumiu: “Tenho para mim que os sofrimentos da presente vida não têm proporção alguma com a glória futura que nos deve ser manifestada” (Rom 8,18). Aqui São Paulo deixa claro que o sofrimento assumido, sem lamentação e oferecido a Deus, é salvífico, divino, não só para nós, mas também para os membros do Corpo de Cristo. O sofrimento de um favorece a todos; assim como o pecado de um desfavorece a todos. Elizabeth Liseur dizia: “Uma alma que se levanta, levanta o mundo”.

De modo especial “a cruz de cada dia”, aceita e assumida, “com galhardia”, sem revolta, na fé, ainda que com muitas lágrimas – elas nunca deixam de existir – nos santifica.

Deus em sua sabedoria e bondade infinitas, sabe aproveitar o próprio mal cometido pelas criaturas para daí tirar bens maiores. O povo já se acostumou a dizer que “Deus escreve reto por linhas tortas”, e que “as pessoas se convertem pelo amor ou pela dor”. Muitas coisas boas acontecem depois de uma doença grave, de um insucesso na vida… O sofrimento é uma escola para o ser humano. Ele nos ajuda a vencer o egoísmo e ser mais sensível aos sofrimentos do próximo. Os antigos gregos diziam: “pathos mathos” (sofrimento é ensinamento). O sofrimento nos educa.

Quando o fruto bom do sofrimento não ocorre é porque a criatura endureceu o coração para a graça de Deus; então se desespera na dor. Se fechar-se numa atitude de revolta, ela se torna impermeável à ação do Espírito Santo, e não consegue ver e desfrutar do lado bom do sofrimento.

Um belo exemplo do valor do sacrifício do cristão, unido ao de Cristo, foi dado, por exemplo, pelo Cardeal Frantisek Tomasek, de Praga. Numa entrevista concedida ao periódico italiano “II Sabato”. Falando dos graves problemas que o regime comunista trazia para a Igreja na Tchecoslováquia (proibição de atividades pastorais, dificuldades para a nomeação de Bispos, prisões de sacerdotes e leigos…), antes da queda do Muro de Berlim, em 1989. O repórter então lhe perguntou: “Eminência, não está cansado de combater uma batalha sem êxito?”

 

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Respondeu o Cardeal: “Tenho sempre esperança. Digo sempre uma coisa: quem trabalha pelo Reino de Deus, faz muito, quem reza, faz mais; quem sofre, faz tudo. Este tudo é exatamente o pouco que fazemos entre nós, na Tchecoslováquia”. Alguns anos depois o comunismo desabafa na Tchecoslováquia…

O mundo precisa muito de almas reparadoras. Deus chama muitas pessoas dispostas a se imolarem pela salvação dos outros. No último parágrafo da Carta Apostólica sobre o sofrimento, o Papa João Paulo II, escreveu um apelo caloroso aos que sofrem:

“Pedimos a todos vós que sofreis, que nos ajudeis. Precisamente a vós, que sois fracos, pedimos que vos torneis uma fonte de força para a Igreja e para a humanidade. Na terrível luta entre as forças do bem e do mal, de que o nosso mundo contemporâneo nos oferece o espetáculo, que vença o vosso sofrimento em união com a Cruz de Cristo!” (Salvifici doloris, nº 31).

 

 

 

 

FELIPE AQUINO - Escritor católico. Prof. Doutor da Universidade de Lorena. Membro da Renovação Carismática Católica.

 



publicado por Luso-brasileiro às 11:02
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PAULO R. LABEGALINI - MUITOS ANJOS DE DEUS LUTAM SEMPRE POR NÓS

 

 

 

 

 

 

 

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Um missionário americano contou esta história verdadeira quando visitou sua Igreja, em Michigan:

“Enquanto servia um pequeno campo hospitalar na África, de duas em duas semanas eu viajava de bicicleta pela floresta, perto da cidade, para ajudar pessoas. Era uma jornada de dois dias e requeria acampamento todas as noites no meio do caminho.

Numa dessas jornadas, eu cheguei na cidade aonde planejei coletar dinheiro no banco – para comprar remédios e suprimentos – e começar meu segundo dia no campo hospitalar. Observei dois homens brigando e notei que um deles estava seriamente ferido. Tratei de seus machucados enquanto falava de Deus a ele.

Duas semanas mais tarde, chegando novamente na cidade, fui abordado pelo jovem que havia tratado. Ele falou que sabia que eu tinha conseguido dinheiro e remédios; então disse-me: ‘Alguns amigos e eu seguimos você dentro da floresta, sabendo acamparia à noite. Nós planejamos matá-lo e pegar todo dinheiro e drogas, mas, justo na hora em que entramos no seu acampamento, vimos que estava cercado por 26 guardas armados.’

Nessa hora, eu ri e falei que estava sozinho naquela ala da floresta. O jovem insistiu na questão e disse-me: ‘Não senhor, eu não fui a única pessoa que viu os guardas. Meus cinco amigos também viram e todos juntos contamos quantos eram. Esse foi o motivo pelo qual ficamos com medo e abandonamos o senhor.’ Aquilo me deixou confuso!”

Nesse momento do testemunho, um dos homens da congregação interrompeu o missionário e perguntou-lhe se poderia revelar o dia exato em que aquele fato havia acontecido. Após confirmada a data, o homem também contou a todos sua história:

“Naquela noite do incidente na África, era manhã aqui e eu estava preparando para jogar golf quando senti um chamado para rezar por você. Na hora, o chamado de Deus foi tão grande que pedi a homens desta igreja para se encontrarem comigo aqui neste Santuário... e rezamos por você.” E completou: “Por favor, os homens que me ajudaram a rezar poderiam se levantar?” Levantaram-se vinte e seis!

Esta história é um exemplo de como o Espírito Santo age misteriosamente em nossos caminhos e, com certeza, tudo pode ser mudado pela oração, exceto os destinos daqueles que já atravessaram os portões do inferno. Portanto, se todos nós realmente acreditássemos que Jesus nos ouve e rezássemos mais uns pelos outros, não teríamos tanto sofrimento sobre a Terra.

Eu não posso deixar de agradecer a fé que foi plantada e cresce em meu coração. Se não fosse por isso, como eu poderia acreditar nessa história do missionário americano? Se não fosse pela fé dos meus amigos e parentes, como eu poderia ter sido curado de tantas doenças físicas e espirituais nesses sessenta e três anos de vida?

E, convivendo com pessoas de fé, a minha espiritualidade cristã aumenta a cada dia. Por exemplo, numa Missa em que participei, ouvi o padre contar um caso interessante. Disse ele que, certa época, um protestante da Igreja Anglicana fez várias críticas ao Vaticano porque discordava da canonização dos santos. Convidado pela Santa Sé a examinar um dos processos de canonização em andamento, aceitou o desafio e ficou meses lendo a documentação que lhe foi entregue.

Assim que formou uma opinião a respeito, voltou ao Vaticano e disse estar convencido que aquele beato do processo realmente merecia ser declarado santo, mas continuava duvidando de outros santos e santas já confirmados pela Igreja. E completou: ‘Será que houve a mesma lisura e seriedade que verifiquei neste processo que analisei?’

Para sua surpresa, disseram-lhe que, nos outros, as exigências foram ainda muito maiores, pois aquele beato que o protestante acabara de analisar nunca seria declarado santo pela Igreja. O processo seria definitivamente arquivado por falta de documentação legal mínima – exigida em todos os casos.

Pois é, se somente os santos entram no Céu, precisamos de muitos anjos nos defendendo contra as ciladas do demônio e, ainda, de muito mais oração a cada dia. É por isso que eu procuro manter o meu anjo da guarda ao meu lado – não falando palavrões, ajudando os pobres, trilhando bons caminhos etc. – e quando alguém me pergunta o ‘preço’ de algum favor que lhe fiz, respondo: ‘Reze uma Ave-Maria por mim’.

Reze você também por aqueles que precisam alcançar mais algumas graças na vida. Para não me esquecer de ninguém, eu mantenho muitos nomes sobre o meu oratório e, toda manhã, rezo por todos eles. Divido as listas assim: oração pela saúde; oração pelas almas; e oração pelas intenções particulares. Sugiro que faça a sua relação e passe a me ajudar – numa grande corrente de fé.

Com Nossa Senhora à frente, a legião de anjos e santos do Céu continuarão vencendo muitas batalhas por nós. Todos os dias isso acontece e continuará acontecendo para a glória de Deus, mas somente alcançarão essa especial proteção aqueles que a buscarem com perseverança.

Eu não preciso ver vinte e seis anjos ou analisar alguns milagres em processos de canonização para continuar rezando e fazendo caridade... e você?

 

 

 

PAULO ROBERTO LABEGALINI - Escritor católico. Vicentino de Itajubá - Minas Gerais - Brasil. Professor Doutor do Instituto Federal Sul de Minas - Pouso Alegre.‘Autor do livro ‘Mensagens Infantis Educativas’ – Editora Cleofas.

 

 



publicado por Luso-brasileiro às 10:55
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HUMBERTO PINHO DA SILVA - HAVERÁ REGIME PERFEITO ?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Devo esclarecer, em nome da verdade, que não circula, nas minhas veias, pingo se sangue azul; isso não impede, de considerar, que o regime monárquico (Monarquia Parlamentar,) com todos os seus defeitos, é o que melhor convêm, à maioria dos países.

Dizem muitos – por vezes com razão, – que: a nobreza de alguns, é só de sangue, e não de carácter; mas, nem sempre é verdade…

Em conversa amena com o Conde de Campo Belo, este, referindo-se à educação que recebeu, revelou-me: o pai, sempre o aconselhava: título nobiliárquico, obriga a ser: correto, leal e conduta exemplar. Deve-se isso à memória dos ilustres antepassados”.

Infelizmente, nem todos se lembram desse dever; e é pena…

Outros, argumentam – certamente de boa-fé, – que em Monarquia, só os nobres ocupam os lugares cimeiros. Nem sempre…, porque, em democracia – se a há, – a escolha, é por mérito, e não por ser filho de algo.

Depois… na Republica, há, igualmente, verdadeiras dinastias: famílias que se encontram, de geração em geração, sempre em lugares de destaque: na política, na economia, e na finança…

Veja-se a composição do governo…

É que, nas importantes famílias republicanas, existe o costume, de se casarem entre si…Talvez para imitarem os nobres de antigamente…

Eu sei, ao escrever esta crónica, que não irei agradar, a gregos nem a troianos; mas, pretendo, somente, exprimir o que penso, em plena liberdade.

Digo: em plena liberdade, porque, nunca pertenci, nem pretendo pertencer, a qualquer partido político ou associação; porque: prezo pensar pela minha cabeça, e não em rebanho…

Também sei – os anos ensinaram-me, – que quem não milita, em grupo, é livre…mas fica condenado a ser eterno desconhecido…

Sem “capelinha”, sem bajular o líder, não se consegue passar da cepa torta, como usa o vulgo dizer.

É preterido, no trabalho; e se for intelectual, jamais conquistará  lugar ao sol…

Por isso, muitos se inscrevem em partidos (principalmente os do poder,) para singrarem na profissão ou obterem auxílio estatal.

O que digo, não são novidades. Sempre assim foi, e assim será…

Poucos, porém, têm coragem de o dizer, em alta voz…

Até na religião… Sim: até na religião, infelizmente, há fiéis, que saltam de Igreja em Igreja, em busca de reconhecimento de seus talentos…E de boas recompensas…e remunerações substanciais…

É a vida… – como dizia a minha mãe.

 

 

 

 

 

HUMBERTO PINHO DA SILVA   -   Porto, Portugal



publicado por Luso-brasileiro às 10:43
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EUCLIDES CAVACO - APOCLIPSE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Montagem videográfica de Afonso Brandão.Como escrevo sobre QUASE todos os temas. 
Aqui partilho esta versão poética sobre este temabiblico que todos conhecem. Partilhe com os seus amigos.
 
 


https://www.youtube.com/watch?v=aBHKOhnWc0c&feature=youtu.be
 
 
 


Desejos dum agradável fim de semana.
Fraterno abraço


 
 
 

EUCLIDES CAVACO  -   Director da Rádio Voz da Amizade , Canadá.

 

 

 

 

 

***

 

 

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Palavra do Pastor, com Dom Vicente Costa, 

 

Bispo diocesano de Jundiaí

 

5º Domingo da Quaresma

 

https://youtu.be/hA_2w-c8dSY

 

 

 

 

 

 

***

 

 

 

Leitura Recomendada:

 

 

 

 

 

Resultado de imagem para Jornal A Ordem

 

 

 

 

 

Jornal católico da cidade do Porto   -    Portugal

 

Opinião   -   Religião   -   Estrangeiro   -   Liturgia   -   Area Metropolitana   -   Igreja em Noticias   -   Nacional

 

 

https://www.jornalaordem.pt/

 

 

 

 

 

 

***

 

 

 

Horário das missas em, Jundiai ( Brasil):

 

http://www.horariodemissa.com.br/search.php?opcoes=cidade_opcoes&uf=SP&cidade=Jundiai&bairro&submit=73349812

 

 

 Horário da missas em São Paulo:


http://www.horariodemissa.com.br/search.php?uf=SP&cidade=S%C3%A3o+Paulo&bairro&opcoes=cidade_opcoes&submit=12345678&p=12&todas=0

 

http://www.horariodemissa.com.br/search.php?uf=SP&cidade=S%C3%A3o+Paulo&bairro&opcoes=cidade_opcoes&submit=5a348042&p=4&todas=0

 

 

Horário das missas na Diocese do Porto(Portugal):

 

http://www.diocese-porto.pt/index.php?option=com_paroquias&view=pesquisarmap&Itemid=163

 

 

 

 ***

 



publicado por Luso-brasileiro às 10:07
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