PAZ - Blogue luso-brasileiro
Sexta-feira, 3 de Janeiro de 2020
JOSÉ RENATO NALINI - SEMEANDO IRA E ÓDIO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Parece que 2020 prenuncia cenário melhor do que 2019, ao menos em alguns aspectos. São Paulo na liderança da retomada do desenvolvimento. Como sempre. Aparentemente, conseguimos avançar, levando a efeito uma Reforma Previdenciária que, ao menos em tese, alivia o Erário. Para que ele possa cuidar do essencial: educação, saúde, saneamento básico e segurança. Coloco segurança por último, nessa prioridade, porque se zelarmos pelos três primeiros valores, a segurança virá por acréscimo.

Faltam outras reformas estruturais. É óbvio que o Brasil não cabe no seu PIB. Ou aumenta o PIB, ou diminui os artefatos que consomem a escassa contribuição de um povo que viu crescer a pobreza e a miséria. Urgente, portanto, uma reforma administrativa. Mas para valer.

Gosto do bordão “Mais Brasil, menos Brasília”. A União é uma ficção. Montoro dizia: ninguém nasce na União, nem no Estado. As pessoas nascem na cidade. O município é que tem de ter protagonismo. Porém, é certo que nem todas as pessoas podem dispor da estrutura municipal, se a região é carente de receita. Interessa à cidadania ser distrito, se o custo de manutenção de Prefeitura e Câmara for revertido para os três eixos essenciais: educação, saúde e saneamento básico.

É preciso também alterar o sistema tributário. Muito tributo para pouco retorno. Além do mais, tudo complicado e burocratizado. As pessoas não aguentam mais pagar tanto e receber tão pouco. E ainda serem atormentadas com as obrigações acessórias. Com a tecnologia disponível, o Estado tem condições de receber aquilo que lhe é devido sem fazer o contribuinte perder precioso tempo em fornecer documentos, elaborar relatórios e oferecer o seu pescoço a prêmio para o fisco esfolá-lo.

As ameaças ao clima de discreto otimismo são aquelas que sempre rondam uma democracia frágil. O inconcebível aumento do Fundo Partidário, quando o Brasil esperava sua extinção. A ameaça de retorno do imposto sindical, aparentemente contido na Proposta de Emenda 196, ora em curso. E o mais grave: o boicote à produção da agroindústria, já anunciado por poderosos grupos empresariais europeus e pelo próprio governo do Velho Continente, se continuar a política de arrasa natureza do setor que deveria preservar o ambiente.

O aquecimento global é uma evidência científica. Para negá-lo, enfrenta-se um dilema: ignorância ou má-fé. Essa a vulnerabilidade maior do Brasil em 2020. Encaremos a nossa vocação de celeiro do planeta, mas sem derrubar mais árvores. Basta recuperar aquilo que foi abandonado por negligência, incúria, maus tratos ou incompetência. E investir em tecnologia. Os recursos disponíveis para a inteligência humana permitem multiplicação dos resultados do setor agropecuário, sem que transmitamos ao mundo a mensagem trágica de exterminadores do amanhã.

 

 

 

JOSÉ RENATO NALINI  é Reitor da UNIREGISTRAL, docente da Pós-graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS – 2019-2020. Escreveu “Ética Ambiental”, 4ª ed., RT-Thomson Reuters.

 

 

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publicado por Luso-brasileiro às 11:41
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PÉRICLES CAPANEMA - A ÚLTIMA MODA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Recebi de amigo próximo, vive há décadas em Paris, artigo publicado pelo Figaro em 30 de dezembro último. É espantoso o que relata. O autor, Olivier Babeau, intelectual público, tem intensa atuação na França, preside instituição lá ativa, a Sapiens. Título do chocante artigo: “O novo projeto coletivo dos ocidentais: desaparecer sem deixar traços.”

 

O articulista comenta de início características do que chama o novo mobiliário urbano de Paris. Mais precisamente, alude a bancos, em geral bancos de praça, que estão sendo colocados na que outrora foi chamada “Cidade Luz”, ou seja, cidade da inteligência e da cultura. Chama a atenção, não são sendo fixados os tradicionais bancos de praças e de outros lugares públicos que procuravam aliar conforto, durabilidade, economicidade e beleza. Não são duráveis, não são confortáveis, são feios, não sei se caros ou baratos. O novo: troncos de árvores (pior ainda, o francês é laids bouts de bois ▬ pedaços de madeira feios). Babeau julga que durarão dois ou três anos, quando muito; apodrecerão.

 

Erro do projetista? Disparate de administrador? Nada disso, é de caso pensado, decorrem da filosofia ecológica (ou ambientalista) tinindo de nova na divulgação propagandística (de fato, em círculos da intelligentsia já é velhota), afirma o autor ▬ demonstra. Ele lembra realidades conhecidas de todos nós. Foi até agora característica do homem civilizado o desejo de se perpetuar. A perenidade se dava nos descendentes ou nas obras deixadas. Dante se perpetuou com a “Divina Comédia”, Luiz XIV com Versalhes, são Bento pela fundação dos beneditinos, Vasco da Gama por ter encontrado o caminho marítimo para as Índias. E assim vai, em enumeração sem fim. O homem quer deixar sua marca, traços, que perenizem sua lembrança depois do falecimento.

 

Agora, alguns pontos da doutrina ambientalista denunciada pelo articulista. Somos seres da natureza, devemos agir como tais. O animal não deixa traços. A árvore quando tomba, não deixa traços. Todos se transformam em nutrientes de novos seres. O homem precisa agir de forma a não deixar traços, abolir até o fim as marcas de civilização que vem construindo há milênios. Tal doutrina leva adiante, até seu extremo, a tese de Rousseau: “o homem é bom, a sociedade o corrompe”. A natureza é boa, o homem a agride, corrompe e ameaça. É como um vírus. Trata-se de “tornar selvagem o mundo que o homem teve tanto trabalho em civilizar”.

 

O cidadão do século XXI, o bom, não quer conquistar nada. Quer fazer desaparecer os traços do homem. O melhor, o vírus ser extinto. A última moda (em francês, no texto, la dernière trouvaille, a última descoberta, o último achado) é acabar com a cremação de cadáveres, que vem substituindo o enterro há anos. O túmulo, o monumento no túmulo, palavras gravadas, representam formas de perenização. A cremação acaba com tudo isso, resta uma urna de cinzas.

 

Para os ambientalistas dessa última nouvelle vague ainda é um último respiro da ideia abjeta da perenização. Fora com a cremação, não podemos deixar traços, a última moda é a compostagem. Como se faz com os animais e as plantas, transformam-se em nutrientes para a natureza, a nova divindade, Gaia. Então, por coerência, o cadáver também deve ser destinado à compostagem. Nada de enterro, nada de cremação. Compostagem.

 

Olivier Babeau reduz a questão a “projeto coletivo dos ocidentais”, “cansados da prosperidade e da paz”. Ainda não seria universal. E conclui lembrando que existem povos “menos depressivos” que querem deixar sua marca na terra. É alusão em especial aos chineses. A conquista por eles do Ocidente se tornará mais fácil se tais doutrinas continuam a prosperar.

 

Agora, a minha conclusão. Faz tempo que repito, um dos direitos fundamentais do homem, para ser colocado em paralelo com o direito à dignidade e à liberdade (entre outros), é o direito à plenitude. Ninguém trata dele. Em sentido contrário, todos falam no direito à igualdade, e está correto, desde que entendida no sentido aristoteliano, de igualdade proporcional; ou, em outra formulação, desigualdades harmônicas.

 

Volto ao direito à plenitude. O homem nasce com potencialidades as mais variadas, infelizmente pouquíssimos as desenvolvem de forma adequada. De longe, mas muito de longe, é o maior desperdício de todas as civilizações. À vera, em geral temos quadro melancólicos: desenvolvimento raquítico das potencialidades de todos, o que causa infelicidades ao portador delas e prejuízos ao bem comum.

 

Adiante. É realidade silenciada, fácil conjeturar o motivo. As potencialidades humanas são as mais variadas. Afirmar que há um direito fundamental de cada um de desenvolvê-las amplamente equivale a afirmar que a igualdade (tal qual concebida pelas correntes revolucionárias) agride direito humano básico. De fato, promover o igualitarismo, inibidor da floração das diferentes potencialidades, é adotar a opção preferencial pela atrofia. Por isso publiquei há mais de ano historieta irônica, que buscava ser leve, mas de fato denúncia, sob o título “Brigo pelos homens atrofiados”, com pseudônimo, Zeca Patafufo. Um personagem do conto, Yusuf, em certo momento esclarece: “Seres humanos estiolados são o barro da sociedade igualitária. No choque da igualdade, amigada à atrofia, de uma banda, contra, da outra, a floração das mais variadas plenitudes ligadas às diferenciações, tenho lado: brigo feio pelos homens atrofiados”. Repito e grito dos tetos: existe um direito humano silenciado e perseguido: o direito à plenitude. E ele está irmanado de laços fortíssimos com o princípio da subsidiariedade, esteio de qualquer sociedade que o proteja.

 

O artigo “O novo projeto coletivo dos ocidentais: desaparecer sem deixar traços” mostra que já surgem com vigorosa força publicitária no centro do mundo civilizado correntes que levam a opção preferencial pela atrofia a seu último desenvolvimento lógico: desaparecer sem deixar traços; apagar e sumir. Daqui a pouco, sei lá eu quanto tempo, se não houver enérgico sobressalto do público, como efeito da maior influência de tais correntes, a cremação, ainda um restinho do desejo de perenização, vai ficar obsoleta. A compostagem dos cadáveres hoje já caminha para ser a última moda.

 

 

 

 

PÉRICLES CAPANEMA - é engenheiro civil, UFMG, turma de 1970, autor do livro “Horizontes de Minas"

 

 



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FELIPE AQUINO - AS PREVISÕES DA BÍBLIA PARA ESTE NOVO ANO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma fonte de previsões muito mais confiável que a astrologia

No começo de todo novo ano, acontece sempre a mesma coisa: na televisão, nos jornais, no rádio, somos literalmente inundados pelas previsões de astrólogos e adivinhos. Mas, dado que a única verdadeira profecia está contida na Bíblia, decidimos lhes apresentar as previsões da Sagrada Escritura para este novo ano.

Se você nasceu entre o dia 1º de janeiro e o dia 31 de dezembro, então está sob a influência da “graça de Deus, portadora de salvação para todos os homens” (Tito 2, 11).

Fortuna: A estrela da manhã é Jesus Cristo, já que, “graças à bondade misericordiosa do nosso Deus (…), seremos visitados pelo sol que nasce do alto” (Lucas 1,78).

Amor: Sua felicidade reside em ser amado por Deus e em amá-lo em troca, pois “nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem as alturas, nem os abismos, nem outra qualquer criatura nos poderá apartar do amor que Deus nos testemunha em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 8,39).

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Leia tambémO valor do tempo

Que tal fazer um balanço de sua própria vida?

Motivações para um Ano Novo

Cuidado com as superstições

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Férias: “O Senhor guardará os teus passos, agora e para todo o sempre” (Salmo 120,8).

Saúde: “Eis uma verdade absolutamente certa: Se morrermos com ele, com ele viveremos” (2 Timóteo 2,11); “Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças” (Filipenses 4,6).

Dinheiro: “O meu Deus há de prover magnificamente a todas as vossas necessidades, segundo a sua glória, em Jesus Cristo” (Filipenses 4,19); “Aprendi a contentar-me com o que tenho” (Filipenses 4,11).

Atualidade: “Ouvireis falar de guerras e de rumores de guerra. Atenção: que isso não vos perturbe, porque é preciso que isso aconteça. Mas ainda não será o fim” (Mateus 24,6); “Este Evangelho do Reino será pregado pelo mundo inteiro para servir de testemunho a todas as nações, e então chegará o fim” (Mateus 24,14).

Imprevistos: “Aliás, sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são os eleitos, segundo os seus desígnios” (Romanos 8,28); “Que diremos depois disso? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8,31).

Estes ensinamentos não estão ligados a nenhuma influência lunar. Você pode torná-los seus sempre, em qualquer lugar ou situação.

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Viva com a paz e a alegria do Senhor!

 

Pe. Antonio Feghali

Fonte: http://pt.aleteia.org/2015/01/05/as-previsoes-da-biblia-para-este-novo-ano/

 

 

FELIPE AQUINO Escritor católico. Prof. Doutor da Universidade de Lorena. Membro da Renovação Carismática Católica.



publicado por Luso-brasileiro às 11:17
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PAULO R. LABEGALINI - UMA PARÁBOLA DE VIDA E SALVAÇÃO

 

 

 

 

 

 

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Numa reunião de vicentinos, um confrade leu parte do capítulo 13 do Evangelho de São Mateus, onde Jesus diz:

“O reino dos céus é semelhante a um homem que tinha semeado boa semente em seu campo. Na hora, porém, em que os homens repousavam, veio o seu inimigo; semeou joio no meio do trigo, e partiu. O trigo cresceu e deu fruto, mas apareceu também o joio. Os servidores do pai de família vieram e disseram-lhe: ‘Senhor, não semeaste bom trigo em teu campo? Donde vem, pois, o joio?’ Disse-lhes ele: ‘Foi um inimigo que fez isto!’ Replicaram-lhe: ‘Queres que vamos e o arranquemos?’ ‘Não – disse ele –, arrancando o joio, arriscais a tirar também o trigo. Deixai-os crescer juntos até a colheita. No tempo da colheita, direi aos ceifadores: Arrancai primeiro o joio e atai-o em feixes para o queimar. Recolhei depois o trigo no meu celeiro’.”

Em seguida, Jesus explicou a parábola aos discípulos, assim:

“O que semeia a boa semente é o Filho do homem. O campo é o mundo. A boa semente são os filhos do reino. O joio são os filhos do Maligno. O inimigo, que o semeia, é o demônio. A colheita é o fim do mundo. Os ceifadores são os anjos. E assim como se recolhe o joio para jogá-lo no fogo, assim será no fim do mundo. O Filho do homem enviará seus anjos, que retirarão de seu reino todos os escândalos e todos os que fazem o mal, e os lançarão na fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes. Então, no reino de seu Pai, os justos resplandecerão como o sol. Aquele que tem ouvidos, ouça”.

Quanta sabedoria! Também, pudera; o que poderíamos esperar da Palavra de Deus, senão verdadeiros ensinamentos de vida e salvação? E as maravilhosas conclusões desta parábola parecem não ter fim, pois quanto mais nela refletimos, mais ensinamentos encontramos.

Quando foi ordenado pelo pai de família: ‘deixai-os crescer juntos até a colheita’, significa que os homens bons e os maus devem conviver lado a lado neste mundo, certo? Quem discordar disso, precisa analisar se nunca foi ‘joio’ na vida e, se isso aconteceu, já não deveria ter sido excluído do nosso meio? Se assim fosse, quantos estariam hoje na face da Terra?

Nenhum de nós gostaria que a Justiça de Deus acontecesse antes da morte, com certeza! Portanto, pela infinita bondade Daquele que nos criou, os ceifadores esperam que nos transformemos em trigo antes da colheita e, assim, não seremos lançados ao fogo.

Que felicidade termos ouvidos, entendimento e fé para fugirmos do ranger de dentes! Contudo, para vivermos como irmãos e quem for ‘trigo’ resgatar o ‘joio’, é necessário revermos a maneira de servir o próximo, como nesta história:

     Um certo homem ouviu dizer que óleo de fígado de bacalhau era bom para a saúde do seu cachorro; então, resolveu dar-lhe uma dose todos os dias. Prendia o pobre animal entre as pernas e lhe enfiava óleo goela abaixo. O cachorro se debatia furiosamente, mas acabava tomando o remédio.

Certa manhã, para espanto do dono, o cachorro se dirigiu sozinho ao vidro de óleo e começou a lamber a tampa. Satisfeito, o homem correu para dar-lhe a dose do dia, mas quando o prendeu entre as pernas, o animal novamente se debateu desesperado. Foi aí que ele entendeu que o cachorro não lutava contra o óleo, mas sim contra o método usado para alimentá-lo.

É claro que o cachorro só serviu de personagem na história e não pode ser comparado a nenhum ser humano que conhecemos, mas a lição deve ser aprendida por todos: Muitas vezes o problema não é o que fazemos, mas a maneira como fazemos’.

Eis outro exemplo interessante:

Há muito tempo atrás, Lili se casou, foi viver com o marido na casa da sogra e descobriu que não se daria bem com ela. As personalidades eram muito diferentes e a jovem foi se enfurecendo com as brigas. Toda raiva e infelicidade dentro da casa também estavam causando grande estresse ao pobre marido.

Não aguentando mais, Lili foi procurar um bom amigo, o Sr. Huang, que vendia ervas. Ela expôs a situação e pediu que lhe desse algum veneno para matar a sogra, resolvendo de uma vez por todas o problema.

O homem pegou um pacote de ervas e disse-lhe: ‘Você não pode usar isso de uma só vez porque causaria suspeitas. Então, a cada dois dias, prepare alguma carne saborosa e ponha um pouco destas ervas no prato dela, mas, para ter certeza de que ninguém irá desconfiar de nada quando ela morrer, aja de forma muito amigável. Não discuta, obedeça-a em tudo e trate-a como se fosse uma rainha’.

Lili voltou apressada ao lar para dar início ao projeto de assassinar a sogra. Depois de seis meses, a casa inteira havia mudado. A nora tinha controlado tanto o seu temperamento que nunca mais se aborreceu. As atitudes da sogra também mudaram e até começou a amar a jovem como se fosse sua própria filha.

E novamente Lili foi pedir ajuda ao Sr. Huang, mas agora para evitar que o veneno fizesse efeito. Disse a ele: ‘Ela se transformou numa mulher agradável e eu a amo como minha própria mãe! Não quero mais que ela morra’. O conselheiro acenou com a cabeça e falou: ‘Não há nada com que se preocupar porque eu nunca lhe dei qualquer veneno. As ervas eram vitaminas para melhorar a saúde dela. Na verdade, o único mal estava dentro de sua mente, mas isso mudou através do amor que envolveu seu coração’.

Portanto, melhorando nossa maneira de tratar as pessoas, muitas pragas secarão e, praticando a verdadeira caridade em 2020, poderemos enfim dizer: ‘Que o celeiro de trigo do Pai nos aguarde!’

Mas, antes disso, Deus permita um ano novo cheio de paz, saúde e fé a todos nós. Também peço a Nossa Senhora que sempre nos proteja de todas as tentações e perigos dessa vida. Assim seja.

 

 

 

 

PAULO ROBERTO LABEGALINI - Escritor católico. Vicentino de Itajubá - Minas Gerais - Brasil. Professor Doutor do Instituto Federal Sul de Minas - Pouso Alegre.‘Autor do livro ‘Mensagens Infantis Educativas’ – Editora Cleofas.



publicado por Luso-brasileiro às 11:10
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JORGE VICENTE - DESTINO

 

 

 

 

 

 

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JORGE VICENTE    -   Fribourgo, Suiça



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Quinta-feira, 2 de Janeiro de 2020
HUMBERTO PINHO DA SILVA - COMO ACASO TORNOU FAMOSO NOTÁVEL COMPOSITOR

 

 

 

 

 

 

 

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Quando, no final de Janeiro, de 1901, faleceu Verdi, as ruas de Milão, coalharam-se de mais de duzentas mil pessoas, para se despedirem do grande e riquíssimo compositor, que havia destinado a fortuna, a Fundação, por ele criada, para acolher artistas idosos.

Mas, antes de alcançara celebridade, e a enorme fortuna, Verdi, passou muitas dificuldades financeiras.

Filho de pobre negociante de vinho, raramente convivia com jovens da sua idade. Extremamente tímido, brincava sozinho; e sozinho passava os dias, apartado de todos.

Aos sete anos, coadjuvava nas tarefas da paróquia, e aprendia música com o organista, que tocava nas cerimónias religiosas.

Este, entusiasmado com o talento do rapaz, não se cansava de o gabar, por todos os locais de Busseto.

António Barezzi, era Presidente da Sociedade Filarmónica de Busseto, e proprietário de mercearia, muito afreguesada. Ouviu falar do talento musical de Verdi, e resolveu auxiliá-lo.

Inscreve-se, então, no Conservatório… mas fica reprovado! …Foi, depois, discípulo do Maestro Lavigna.

Por mero acaso, convidaram-no para substituir o Chefe de Orquestra, na estreita de: “ Criação”, de Haydn.

Verdi, apesar de receber várias propostas, regressa a Busseto, dedicando-se a ensinar música e a dirigir a Filarmónica.

Com vinte e seis anos, escreve a primeira ópera. Vive com dificuldade. A ópera agradou à Editora Ricordi, que a comprou. Também o empresário Merelli, encomendou-lhe três óperas.

Morre Margherita, sua mulher, filha do benfeitor Barezzi de Busseto. Bastante abalado, continua a trabalhar, afincadamente.

Entretanto Solera, escreve obra sobre Nabucodonosor. Inspirado no livro, Verdi, compôs: “ Nabucco”.

Na estreia, Verdi, está presente na orquestra. Foi um sucesso!

Mas…para admiração do compositor, uma manhã, todas as ruas, por toda a parte, só se via e se falava: Verdi.

Atónito, descobre rapidamente, que não era em sua homenagem, mas sim ao Rei Emanuel, prestada pelos seus admiradores, de forma velada:

VERDI eram as iniciais de: Victor Emanuel Rei De Itália.

Por simples acaso, o compositor tornou-se famoso! …

Verdi, faleceu com 88 anos, a 27 de Janeiro, de 1901, cheio de glória.

Eis, em resumo, a biografia de rapaz pobre, que morreu rico. Rapaz introvertido, que se tornou famoso, pelo genial talento… e por simples acaso ou aproveitamento politico.

 

 

 

HUMBERTO PINHO DA SILVA   -   Porto, Portugal



 


publicado por Luso-brasileiro às 15:17
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EUCLIDES CAVACO - ANO NOVO ( Soneto e voz do autor)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Nesta publicação final de 2019, com este poema apresento a todos os meus amigos, seguidores e leitores espalhados pelo mundo votos de

FELIZ ANO NOVO.

Veja este video do talentoso amigo Afonso Brandão.
 


https://www.youtube.com/watch?v=e9Vt9tYUv18&feature=youtu.be
 
 
 
 
 

EUCLIDES CAVACO  -   Director da Rádio Voz da Amizade , Canadá.

 

 

 

 

***

 

 

 

NOTICIAS DA DIOCESE DO PORTO

 

 http://www.diocese-porto.pt/

 

 

NOTICIAS DA DIOCESE DE JUNDIAÍ - SP

 

 

 https://dj.org.br/

 

***

 

 

 

Leitura Recomendada:

 

 

 

 

 

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Jornal católico da cidade do Porto   -    Portugal

 

Opinião   -   Religião   -   Estrangeiro   -   Liturgia   -   Area Metropolitana   -   Igreja em Noticias   -   Nacional

 

 

https://www.jornalaordem.pt/

***

 

HORÁRIOS DAS MISSAS NO BRASIL

 

 

Site com horários de Missa, confissões, telefones e informações de Igrejas Católicas em todo o Brasil. O Portal Horário de Missas é um trabalho colaborativo onde você pode informar dados de sua paróquia, completar informações sobre Igrejas, corrigir horários de Missas e confisões.



https://www.horariodemissa.com.br/#cidade_opcoes 

 

***



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