Blogue luso-brasileiro
Sábado, 24 de Fevereiro de 2018
JOÃO CARLOS JOSÉ MARTINELLI - A INFIDELIDADE É A MAIOR CAUSA DE DIVÓRCIOS EM DIVERSOS PAÍSES

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Recentes pesquisas apontam a traição conjugal como a maior causa de divórcios em diversos países, inclusive o Brasil onde se registrou aumento de mais de duzentos por cento de acordo com o Conselho Notarial (representantes de cartórios) após a lei que facilitou a dissolução matrimonial. E esse assunto sempre vem à tona após o período carnavalesco, famoso por ocorrem possíveis transgressões a essa disposição legal.

Embora o adultério não seja mais um delito criminal, a fidelidade recíproca, ao lado do respeito mútuo, da vida sob o mesmo teto, do amparo conjunto e da educação, guarda e sustento dos filhos, constitui-se em dever  do casamento, consoante determinação expressa do Código Civil Brasileiro. Assim, qualquer descumprimento à obrigação de lealdade entre os cônjuges, autoriza o inocente a interpor pedido de rompimento do enlace.

Efetivamente, com a infidelidade, desaparece a estima, a confiança e exatidão, levando uma união ao seu final, às vezes, precocemente. Por isso,   compreendamos que, juridicamente, o matrimônio é o mais solene de todos os atos e possui, no seu interior, aspectos totalmente diversos dos demais contratos, já que envolve interesses afetivos sublimes que culminam na criação da família, na procriação e na assistência entre os consortes.

Atrelada a um conjunto de regras de condutas consideradas válidas, a vida conjugal deve se fixar em elementos básicos que a preservem das constantes ameaças da realidade cotidiana. Assim, com o cultivo da maturidade humana, afastar-se-ão não só a possibilidade de transitoriedade, como substituirá permanentemente as questões débeis por atitudes vigorosas, sérias e responsáveis para que a conjunção entre homem e mulher se solidifique.

`        Para superar quaisquer problemas o casal deve fazer um esforço permanente no sentido de preservar valores como o respeito, a cumplicidade, a solidariedade e a honestidade em seu relacionamento, compreendendo que a fidelidade está intimamente ligada à felicidade. Sendo uma escolha definitiva na vida e comprometendo as partes  no mais íntimo de seu ser, o casamento não pode ser encarado como algo descartável, mas como um laço permanente, adaptado à lógica, a razão e à consideração aos sentimentos.

Realmente, do ponto de vista moral e jurídico, seja o marido, seja a mulher a cometer o adultério, inexiste qualquer diferenciação: ambos atentam contra a lei, a moral e a religião e por mais que se o conceba como algo natural, acaba trazendo inúmeros dissabores, principalmente quando há filhos, frutos da comunhão. Não custa nada pensar nisso, antes de se lançar em qualquer aventura, por melhor que possa parecer.

 

 

                   Repórter, “o caçador de notícias”

 

 

Tecnicamente, pode se dizer que a reportagem é o relato jornalístico de um acontecimento de interesse público que é feito através de um órgão de imprensa que pode ser jornal, revista, rádio, televisão, cinema e internet.  E para contar o que houve há um profissional, o repórter, que é conhecido como caçador de notícias, cuja principal tarefa  é a cobertura de pautas e notícias, com investigação profunda dos fatos, entrevistas e produção de um texto explicativo, imparcial e direto para o leitor ou telespectador.

Lembro-me com grande saudade quando comecei minha carreira no Jornal de Jundiaí em 1971 no qual uma equipe competente me despertou à  arte do jornalismo, que é justamente saber escolher os assuntos que  atraem o público para posteriormente apresentá-lo do modo mais apraz  possível.

Comemorou-se em 16 de fevereiro último o Dia do Repórter. Embora atrasados, homenageamos todos os profissionais da área que não medem sacrifícios para alcançar o objetivo de informar e contribuir para a melhoria social e principalmente, que primam pelo exercício profissional lastreado na verdade, na lealdade, no compromisso com os cidadãos, na independência, nos interesses coletivos e na imparcialidade. No Brasil ainda são comemoradas datas específicas para o Dia do Repórter Fotográfico (2 de setembro) e o Dia do Repórter Policial (31 de outubro).

 

 

 

 

 

JOÃO CARLOS JOSÉ MARTINELLI é advogado, jornalista, escritor e professor universitário. É presidente da Academia Jundiaiense de Letras (martinelliadv@hotmail.com).



publicado por Luso-brasileiro às 18:07
link do post | comentar | favorito

Europa
mais sobre mim
Brasil
arquivos

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

pesquisar
 
Foz Coa
links