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Sexta-feira, 4 de Maio de 2018
JOÃO CARLOS JOSÉ MARTINELLI - UMA DATA QUE REVERENCIA OS ARTISTAS PLÁSTICOS NO BRASIL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

               

                Comemora-se a 08 de maio o Dia do Artista Plástico em homenagem a José Ferraz de Almeida Júnior, que nasceu nesta data em 1851, na cidade de Itu, São Paulo. De acordo com o livro “A origem de datas e festas” de Marcelo Duarte (Ed.Panda Books), “aos 19 anos ele entrou para a Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro, onde foi aluno de Jules Lê Chevrel, Victor Meirelles e Pedro Américo. Em 1876, recebeu uma bolsa de estudos do Imperador dom Pedro II e seguiu para Paris, onde participou da exposição arte mais badalada da época, o Salon Offíciel dês Artistes Français”.

            O pintor produziu cerca de 300 obras e entre seus quadros mais famosos estão “Violeiro”, “Picando Fumo” e “Caipiras Negociando”, que retratam o cotidiano do homem do campo. Ele morreu assassinado dia 13 de novembro de 1899, em Piracicaba (SP). Sua vitoriosa carreira inspirou e influenciou outros brasileiros, tornando-se um dos mais importantes nomes da área em nosso país.

             Infelizmente, apesar de sua importância, a data ainda não é celebrada com a projeção que deveria em âmbito nacional. Uma pena, pois se constituiria numa ótima oportunidade de reverenciarmos as Artes Plásticas – um relevante recurso de exteriorização, pela qual o autor expõe suas ideias e sentimentos aos outros, chegando alguns a afirmarem que “assim como a literatura é uma forma de expressão verbal, as artes são uma forma de expressão visual”.

            Efetivamente, revelam-se num dos modos de o homem eternizar sua singularidade. Por isso se diz que o artista plástico é, antes de tudo, um ser extremamente sensível. Uma pessoa que usa o desenho, a pintura ou a escultura para expressar seu deslumbramento diante do mundo.

            Possui sua importância como via de interpretação dos sentimentos, das ideias, das ações e das manifestações do homem no mundo. Sempre foi meio de representação, de manifestação de uma civilização e sua cultura e nessa trilha, quem não se encanta perante uma bela obra de arte como a Mona Lisa  de Leonardo Da Vinci ou a estátua de David de Miguel Ângelo e tantas outras espalhadas pelo mundo e que elevam o nosso espírito e até nos tranqüilizam perante os constantes e estressantes desafios da vida. Efetivamente é dignificante admirarmos um trabalho artístico. Muitas vezes ele nos faz recordar alguma passagem de nossa existência, outras, aguça nossos sonhos ou desperta fantasias, e às vezes simplesmente nos deixa estonteante com o esplendor de suas criações.

             É certo que não existe uma definição precisa para o conceito de arte, variando de acordo com a época e também conforme o contexto. Mas de um modo sintetizado, podemos entendê-la como sendo o trabalho de se produzir beleza e entretenimento para tornar a vida das pessoas mais ricas em humanismo e espiritualidade. Um artista-plástico, com sua emoção, enxerga ou assimila o cotidiano de uma maneira mais abrangente, captando ou descortinando cada visão, paisagem ou sentimento de modo a registrá-los artisticamente, perpetuando as grandes e pequenas coisas incluídas no universo em geral.

            Reverencio assim todos aqueles que nos propiciam momentos de sensibilidade através das artes-plásticas “que não se cingem somente em pintar e esculpir, como se pensa, pois abarca a narração da vida do homem no seu todo”, como indicou o pintor angolano Guilherme Kianiaki.

 

 

                                   Um profissional comprometido

                                  com a saúde do próximo

 

 

            O Dia Internacional da Enfermagem é celebrado mundialmente a 12 de maio,    data escolhida em  homenagem ao nascimento de Florence Nightingale, considerada símbolo  da enfermagem moderna, por seu arrojo, empenho e competência. Ela fundou a primeira Escola de Enfermagem secular do mundo na Inglaterra, em 1860. Homenageamos assim todos esses profissionais tão importantes para o auxílio e amparo das pessoas portadoras de doenças, bem como de seus trabalhos na colaboração aos médicos e nos tratamentos específicos aos pacientes.

 

 

 

 

JOÃO CARLOS JOSÉ MARTINELLI é advogado, jornalista, escritor e professor da Faculdade de Direito do Centro Universitário Padre Anchieta de Jundiaí. É presidente da Academia Jundiaiense de Letras (martinelliadv@hotmail.com)

 



publicado por Luso-brasileiro às 21:10
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