
Em nossos dias, são cada vez mais frequentes crianças de olhos luzidios, penetrantes e sábios, muito além de sua idade. Seus olhos focalizam o interlocutor de tal forma que sua alma fica desnuda para ele. São crianças alegres e agradáveis, piedosas e altamente sensitivas. Consideradas tocheiros de uma Nova Era, elas têm importantes missões nesta vida para iluminar o caminho da humanidade. Sucessoras de outras, mais velhas, possuidoras de espírito ainda guerreiro, cujo propósito é destruir velhos sistemas arcaicos com seu temperamento forte e determinação pontual, essas crianças têm temperamento diverso. Por serem altamente intuitivas e telepáticas, atuam na vibração coletiva de cura e regeneração do planeta. Não têm dificuldade alguma de se comunicarem desde muito cedo, através de sons e sinais. São afetivas e generosas, vêm imbuídas do entendimento filosófico e espiritual, sendo as principais responsáveis pela etapa final deste momento evolutivo da Terra, enquanto lugar de provações.
Segundo a estudiosa Vera H. Tanger as crianças Índigo, de aura azul, são precursoras das crianças Cristal, de aura translúcida em tons claros, e começaram a vir, em número cada vez maior, há alguns anos, para abrir o caminho para estas atuarem. Para tanto, assumiram alguns de seus atributos e valores. Traçando uma analogia, a autora diz que as Índigo atuariam na Terra como João Batista, precursor de Jesus que, ao batizá-lo, introduziu-o em sua missão terrestre; enquanto que as Cristal, funcionariam como o arquétipo de Jesus, o Enviado para curar a humanidade.
A Concordância Harmônica facilita o caminho a ser percorrido por estes seres, permitindo sua ancoragem e atuação no mental coletivo. Esta energia, que formará uma nova constelação, pela rara posição planetária, traz em si a energia da Grande Mãe, do Amor Incondicional, voltado para o Bem necessário para transmutar a energia da Terra.
Conforme ensinou Pitágoras, o número Sete é sagrado, perfeito e poderoso. É considerado um número mágico, um número místico por excelência. Indica o processo de passagem do conhecido para o desconhecido, da própria essência divina da criação, existente em cada um de nós, para a existência. Portanto, sejamos bem-vindos a 2017!
SÔNIA CINTRA - ESCRITORA E PROFESSORA UNIVERSITÁRIA.
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